Playlist do mês | Batida Relax

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Depois de meses com a Lu monopolizando esse espaço, com overdose de John Mayer cantado até em hebraico (hahaha, desculpa, Amor) já estava na hora de assumir as rédeas e lançar uma playlist do meu estilo, nem tão batidão como poderia ser e nem tão Pop-Jovem-Pam-Lady Gaga-Beyonce como ela adora. Uma listinha com uma batida eletrônica, mas cantada, ótima para relaxar na volta do trabalho ou para dar aquela corridinha marota de manhã. Entre elas, minha música preferida do momento, Prayer in C, a terceirona. Destaque pra Cheating também.

Curtam aí!

Robin Schulz – Cheating


Kiesza – Hideaway


Lily Wood & The Prick and Robin Schulz – Prayer in C


Calvin Harris – Summer


Latch feat. Sam Smith – Disclosure


Clean Bandit – Rather Be


Mike Mago & Dragone – Outlines


Calvin Harris – Blame


Avicii & Nick Romero -I could be the one

Playlist do mês | Chuva + Edredom

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Sábado e domingo passados, enfim, caiu uma chuvinha. E antes que ela fosse embora, nos empacotamos num edredom, fizemos uma palha italiana e curtimos juntos uma musiquinha intercalando com o Netflix. Programa baratinho baratinho, mas que nos deixa felizes por demais da conta. E como acreditamos que um dos prazeres da vida está em se curtir escutando algo que valha a pena, fizemos uma playlist daquilo que ouvimos nesses momentos, especialmente em dias chuvosos como o de ontem. Ouça e relaxe nessa segunda feira cinzenta.

 


James Blunt – When I find love again


Ingrid Michaelson – Everybody


Alex and Sierra – Scarecrow


Colbie Caillat – Live it up


Sam Smith – Stay with me


Magic! – Rude


Boyce Avenue – Waves


Coldplay – A Sky Full of Stars


Calvi Harris ft Ellie Goulding – Outside


John Mayer – Dear Marie

Trash – A Esperança Vem do Lixo | Um filme para refletir

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Começou sem grande expectativa, afinal era um filme de aparência nacional (já começa daí o preconceito) com uma história próxima do clichê que protagoniza o cinema brasileiro – policial corrupto, favelado ladrão – e terminou com a certeza de que fomos ao cinema assistir a um dos melhores filmes do ano, com uma trama instigante e uma história deliciosamente emotiva e reflexiva.

Trash – A Esperança Vem do Lixo conta a história de Gardo, Raphael e Rato, 3 garotos que vivem em um grande lixão do Rio de Janeiro. A história começa com José Ângelo, personagem de Wagner Moura que durante uma perseguição policial joga sua carteira na caçamba de um caminhão de lixo.  No lixão, Raphael, um dos três adolescentes protagonistas, encontra a carteira preciosa com informações que provocam uma verdadeira caça ao tesouro, envolvendo política, corrupção, esperança e redenção. Nessa busca pelas informações dispostas na carteira, o trio passa por inúmeras adversidades, entre elas a polícia liderada pelo capacho do poder Selton Mello.

Embora dirigido por Stephen Daldry e roteirizado por Richard Curtis, o filme apresenta uma grande identidade tupiniquim. A prova disso está nos diálogos cheios de gírias e expressões verossímeis com o ambiente retratado. A direção de arte, com cenas passadas no lixão também são impressionantes e a forma como essa realidade, tão distante, mas ao mesmo tempo tão próxima foi apresentada me deixou verdadeiramente chocado. Aquilo é um mundo e é inimaginável que pessoas ainda morem nele.

 

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Contudo, apesar do grande alarde pela primeira filmagem com os dois principais astros do cinema nacional juntos – Wagner Moura e Selton Mello, foram os três garotinhos escolhidos para viver os protagonistas do filme que roubaram a cena. Em geral, não sou de me emocionar em filmes, pois entendo aquela como uma obra de ficção e entretenimento e a valorizo dessa forma, porém em vários momentos de Trash a emoção bateu forte. As dificuldades vividas pelos personagens (sinceramente, só o fato de ver a condição de vida dessas crianças já é profundamente tocante), o ritmo intenso da busca, as cenas fortes de violência e principalmente a cumplicidade e amizade entre eles provocam uma grande descarga emocional que vale a pena ser sentida.

Crítica, técnica e chatisticamente falando, esse não é o melhor filme que já vi, pois em alguns momentos apresentam algumas inconsistências e buracos na história. Mas como obra que cumpre aos desejos humanos por um entretenimento que lhe desperte alguma forma de sentimento, esse é sim um dos filmes mais tocantes que assisti. Uma peça que na pior das hipóteses o fará refletir um pouco depois de sair da sala do cinema. E se o filme conseguiu isso, meu amigo, ele já valeu o custo do ingresso.

 

 

 

Séries – House of Cards

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Uma das melhores coisas de ser aficionado por séries de TV é que elas se proliferam como coelhos e sempre aparece outra legal depois que aquela que você ama termina, te dando a chance de descobrir novas e boas histórias. Depois do luto pelo fim de Breaking Bad e aguardando o início da terceira temporada de Orange is The New Black e a quinta de The Walking Dead (que está voltando, para nossa alegriiiaaa), começamos a assistir mais um grande sucesso do Netflix, o drama político do poder, House of Cards.

Com duas temporadas disponíveis, House of Cards é uma série para os fortes. Ambientada em Washington, centro político americano, a série gira em torno do congressista Frank Underwood e mostra os movimentos de sua corrida estratégica para derrubar seus oponentes políticos em busca do poder absoluto. Tudo começa quando Frank, depois de trabalhar duramente na eleição do Presidente dos EUA recebe uma promessa (ser promovido a Secretário de Estado) que não é cumprida pelo presidente após sua eleição, estourando aí um desejo brutal de vingança pelo deputado. Um a um, Frank está à caça e como jogador nato que conhece como poucos as regras do jogo político, ele não descasará enquanto não conseguir o que quer.

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Mas não se preocupe. Embora a força motriz do seriado seja a vingança, ele não se assemelha a Revenge. Nesse caso, outros elementos estão em jogo e a apresentação do lado sujo da política movida pelo desejo mais puro de ambição é que darão o tempero necessário a House Of Cards e que fazem dela uma série vencedora.

Quer outros argumentos para assistir? Então leia abaixo.

– O deputado Frank, protagonista da série é interpretado simplesmente por um atorzinho chamado Kevin Spacey, o homem que tem na estante da sala entre os porta-retratos da família duas estatuetas do Oscar.

– A técnica narrativa do seriado faz com que Underwood interaja várias vezes com o telespectador, como em Alfie – O Sedutor. Porém, nesse caso não é apenas uma questão de estilo, é uma escolha consciente que valoriza o caráter vencedor do personagem. É como se Frank virasse para nós e falasse: “vou engolir aquele merdinha. Assista e aprenda!”

– House of Cards tem ainda uma ótima sequencialidade da história. Não há “buracos” na trama, mas o alto número de personagens exige de você atenção aos milhares de jogos de cena que estão acontecendo ao mesmo tempo em cada episódio.

– A produção é fantástica. Muito bem trabalhada e digna dos melhores filmes do gênero. Nesse caso, por exemplo, é mais verossímil do que Homeland.

– A mulher de Frank, Claire Underwood (Robin Wright), representa a extensão do poder do deputado e além de linda, imponente e classuda está maravilhosa no papel.

Se gosta do gênero de séries políticas e inteligentes com disputa pelo poder, House Of Cards tem tudo pra entrar na sua lista das queridinhas. Assista e nos fale o que achou.

 

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Playlist do mês – Seja bem-vinda, Primavera

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A playlist do mês de setembro brinda o início da Primavera no Brasil, uma das estações mais esperadas no ano e também no blog, afinal, como não amar uma estação que tem tudo a ver com flor, com cor, muito amor e bom humor?

Seja bem-vinda, Primavera!

 


American Authors – Best Day Of My Life


Phillip Phillips – Gone, Gone, Gone


Ane Brun feat. Linnea Olsson – Halo


Ed Sheeran – Don’t


Obadiah Parker – Hey Ya


Capital Cities – Safe And Sound


Train – Soul Sister


Dido – Thank you


Seinabo Sey – Younger


Justin Timberlake – Mirrors

Para o fim de semana | Dicas de Drinks

 

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Já disse algumas vezes que não sou chegada à cerveja. Das bebidas alcoólicas prefiro Tequila (best ever!!!!) e drinks docinhos, como esses que tomamos em bailes de formatura ou que podemos fazer em nossa própria casa mesmo, em alguma ocasião. No nosso caso geralmente é assim: Trick compra cerveja pros meninos e eu e azamigas nos juntamos na produção em série de corte de frutas e preparo dos dinks diferentes, gostosos e bonitos!

amigas

Tá, não é drink, mas é tequila com azamigas. Como não amar esse momento?

Por isso, pensando no fim de semana, separamos 4 inspirações de receitas fáceis de drinks deliciosos. Além de impressionar os convidados, deixarão um eventual jantar ou festinha ainda mais animados! Confira:

 

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Esse é para quem gosta de bebidas mais fortes. (Ou de whisky, a cara do Patrick.) Ótimo para dividir com os amigos!

 

 

 

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Bebida mundialmente famosa, docinha e adorada pelas mulheres! Super fácil de fazer em casa e é sucesso.

 

 

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Se você não é tão apegado ao whisky puro, essa bebida é uma bela surpresa. (Para nós mulheres, tira um pouco daquela sensação de que você está virando o álcool de cozinha na boca)

 

 

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Caipirinha, amor da minha vida. hahaha Nunca provei com vinho, mas confesso que fiquei muito curiosa para provar. Não tem como ser ruim!

 

 

Gostaram das dicas? Tem alguma receita própria? Conta pra gente!

 

Atrações para o fim de semana

Sexta feira, gente! Dia de agradecer aos céus e começar a planejar o movimento para o fim de semana que se aproxima. Por isso, listamos algumas boas atrações para serem curtidas no sábado e domingo, seja ao lado do amore ou em turma:

 

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Se você não é de Belo Horizonte a dica mais apropriada que podemos dar é realmente o cinema. Há opções que acabaram de entrar em cartaz, como o nada romântico e muito explosivo Os Mercenários III (Patrick adora e eu odeio) que tem Hollywood inteira no elenco. Há também o Tartarugas Ninja que estreou há uma semana e já é o líder em bilheteria no mês, ultrapassando Guardiões da Galáxia (apesar do filme não ter lá uma boa crítica pelos veículos especializados). E por fim Sex Tape: Perdido na nuvem, com Cameron Diaz. Uma comédia em casal com cara de comédia. Clichê, mas animada, com alguns pontos à favor a respeito de um casal que tem um filme íntimo exposto na “nuvem”.

tartarugas

 

 

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Nossa opção! Vamos conferir de perto esse sábado o show do Emmerson Nogueira que toca no Chevrollet Hall em Belo Horizonte os maiores sucessos desde a Versão Acústica lançada em 2001 até o novo álbum de músicas inéditas. O Show com Orquestra é regido pelo Maestro Lui Coimbra, e mostra o refinamento dos seus arranjos junto com a banda de Emmerson. Ainda restam alguns ingressos. Para quem quiser, corre e tente garantir o seu. A gente AMA! #romancefeelings

emmerson

 

 

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Pra quem curte um jazzinho o Projeto Aqui Jazz que acontece uma vez por mês promove no domingo, dia 24, mais um encontro musical. Desta vez, o grupo Take Five recebe a cantora Babaya e o cantor, compositor e instrumentista Renato Motha. O show acontece na Praça JK – Parque Municipal Juscelino Kubitschek (Av. Bandeirantes, s/n – Sion), às 11h. E o melhor? Com entrada franca.

aqui jazz

 

 

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Agora se você curte o bom e velho Rock’n Roll essa é a sua cara. Poucas horas mais tarde, ainda no domingo, dia 24, será realizado a partir das 15h o 1º Festival de Rock de Belo Horizonte que promete agitar a galera na Praça Geralda Damata Pimentel, na Pampulha. As bandas Tianastácia, Mais 80 e o músico João Estrella são as atrações confirmadas. Essa não da pra perder. Ainda mais de graça.

rock

E aí, qual vai ser a boa?

 

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.

5 filmes para assitir abraçadinho

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Quem mora em BH tem hoje a graça de curtir um belo de um feriado prolongado. E se você não tem hoje uma padroeira para te salvar de uma sexta feira chata no escritório, não se preocupe, o find está chegando! Por isso, caso ainda não tenha nada planejado e quer só curtir o dia ao lado do love listamos 5 filmes românticos para ver com seu amor no aconchego de um cobertor com pipocas.

São todos clássicos velhinhos pra daná, mas como o amor não envelhece a receita antiga ainda gera bons e divertidos momentos. Se ainda não viu, veja. Vale a pena.

 

COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ (2004)

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­Esse filme é um clássico, mas ver de novo não é nenhum sacrifício. A ideia de conquistar todos os dias a mulher amada parece um sonho e uma linda história de amor!

Sinopse: Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.

 

O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS (2006)

Esse filme é aquela comédia romântica água com açúcar, mas com muitos momentos divertidos! Vale a dica!

Sinopse: Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado, Ethan (Edward Burns), não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.

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PS: EU TE AMO (2008)

Não tem como não chorar nesse filme!!! É triste e lindo ao mesmo tempo, como o amor pode sobreviver mesmo depois da vida. É de fazer refletir…

Sinopse: Holly Kennedy (Hilary Swank) é casada com Gerry (Gerard Butler), um engraçado irlandês por quem é completamente apaixonada. Quando Gerry morre, a vida de Holly também acaba. Em profunda depressão, ela descobre com surpresa que o marido deixou diversas cartas que buscam guiá-la no caminho da recuperação.

 

O AMOR É CEGO (2002)

Esse é de morrer de rir. Além de ter uma história super gracinha de amor, as cenas são hilárias. Acho que a grande lição é perceber que o amor não tem idade, raça, gênero ou beleza, ele simplesmente existe.

Sinopse: Hal (Jack Black) é um homem que segue à risca o conselho de seu pai e apenas se interessa por mulheres que tenham um físico perfeito. Mas tudo muda quando ele por acaso se encontra com Anthony Robbins, um guru de auto-ajuda que o hipnotiza e faz com que ele apenas possa visualizar a beleza interior das mulheres, em detrimento de seu físico. Sem saber que está sob o efeito de hipnose, Hal então se apaixona por Rosemary (Gwyneth Paltrow), uma mulher obesa que é vista por ele como se fosse uma verdadeira deusa. Até que, após ser retirado da hipnose por seu amigo Mauricio (Jason Alexander), ele passa a ver como Rosemary é de verdade fisicamente e precisa tomar uma decisão sobre seu relacionamento com ela.

 

CARTAS PARA JULIETA (2010)

Fofo, romântico, gracinha, tchuquitchuqui e etc.

Sinopse: Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora que viaja para a Itália ao lado do noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.

OBS.: Todas as sinopses foram tiradas do Adoro Cinema.

Playlist do Mês – Uma ode aos cantores que já morreram…

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Agosto chegou e junto com ele mais uma playlist temática pra embalar essa segunda feira preguiçosa. E como recordar é viver, selecionamos músicas de grandes cantores que infelizmente já nos deixaram. Alguns, mesmo passado tanto tempo continuam como grandes sucessos. Como diria aquele jingle famoso, aperte o play e deixa rolar…

 


Amy Winehouse – My tears dry on their own


Michael Jackson – Billie Jean


Bob Marley – Is this love


John Lennon – Imagine


Freddie Mercury – We are the Champions


James Brown – I feel Good


Renato Russo – Tempo Perdido


Raul Seixas – Tente Outra Vez


Cazuza – Exagerado


Cássia Eller – Interpretando Palavras ao Vento (Composição: Marisa Monte/Moraes Moreira)

#ficaadicaBH – Exposição Genesis | Sebastião Salgado

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O fim de semana graças a Deus já bate à nossa porta. É hora de afrouxar a gravata e descer do salto (ou subir, dependendo da proposta) e programar os melhores compromissos para o tão breve weekend. Por isso, deixamos pra hoje uma dica incrível, que já estávamos ansiosos em postar, porém que ainda não havíamos tido tempo de ver in loco. Trata-se da exposição Genesis, do aclamado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado e que está disponível no Palácio das Artes, aqui em BH.

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Na última terça feira pudemos conferir de perto o trabalho valioso do fotógrafo, que tem nas imagens em preto e branco sua marca registrada. Genesis é uma coleção de fotografias de todo o planeta, dos lugares mais gelados aos mais incandescentes, totalmente inóspitos ou com abundância de vida nativa. A proposta da exposição, que tem curadoria de sua esposa, Lélia Salgado, é mostrar áreas ainda sem a presença da vida moderna, o planeta como existiu, em essência, onde a natureza reina absoluta.

As imagens são verdadeiramente maravilhosas. De perder o fôlego. Como em todo trabalho do artista, que já conquistou os mais importantes prêmios da fotografia mundial, há sempre a crítica ao uso demasiado da edição em suas fotos. Isso seria a nota não tão legal. Em algumas imagens, a presença do Photoshop é clara, o que pode incomodar um pouco, uma vez que a exposição se propõe a mostrar o planeta nativo como ele é, logo, perfeito em sua imperfeição. Porém, como entretenimento, a exposição é um show, com cenários belíssimos, ângulos inusitados, muitos, muitos pinguins fofos e a sensibilidade característica do mestre Sebastião.

Infelizmente, como o segurança deixa claro na entrada, não é permitido fotografar ou nem mesmo usar o celular dentro da galeria, portanto, faltou o registro fotográfico, mas colocamos algumas imagens da exposição para atiçar a curiosidade de vocês.

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A visitação irá até o dia 24 de agosto, de terça a sábado, das 9h30 às 21h, ou domingo, das 16 às 21. Ah, pra fechar com chave de ouro, a exposição é inteiramente gratuita. Nada mal para um programinha em final de mês, não é?