#FICAADICA BH | Ateliê Wals

No início do mês fomos conhecer o recém inaugurado Ateliê da Wals. Os irmãos donos da Cervejaria Wals, já conhecida em BH, conseguiram lançar uma proposta diferente que alia design, arquitetura e tecnologia em um ambiente descolado e ao mesmo tempo elegante.

Após o impacto inicial da bela fachada do bar, fomos convidados a descer até o espaço de convivência, que se divide entre uma grande área de espera ao ar livre com DJ, a área do balcão onde as bebidas são servidas e as mesas de atendimento. O DJ anima a galera que aguarda por um SMS em seu celular avisando da liberação de sua mesa. Esperamos por 1 hora junto com um casal de amigos, mas pareceu passar um pouco mais rápido por causa desse diferencial. No espaço você pode consumir normalmente e como é aberto, vá bem agasalhado pois venta e faz bastante frio.

Ao chegar o lugar já causa um efeito UAU. Uma linda cortina de rolhas de vinho no teto, uma área de balcão enorme e bastante chamativa no centro, lustres de bolas de vidro e tonéis de madeira por todos os lados. Nossa mesa ficou um pouco escondida e achamos os garçons apesar de simpáticos, ainda se adaptando ao lançamento do espaço.

O cardápio é salgado. Drinks simples como caipirinhas custam R$25,00 e não entregam o que prometem. Tomei uma que apesar de boa, não pagaria novamente e minha amiga tomou o Petroleum Bomb que era muito amargo (feito de cerveja e portanto boa pra quem gosta – não era o meu caso).

Os chopes são variados, com preço médio de R$ 13 e tem o DNA da cervejaria que se tornou famosa para o público mineiro, com sabores mais cítricos e exóticos.

Para comer pedimos para 4 pessoas dois pratos: um torresmo de barriga e uma porção de filet mignon com fritas. O torresmo estava muito gostoso, porém mais uma vez muito caro pelo custo/benefício. Já o filet veio com uma apresentação tão simples (em um prato branco sem nada) que em botecos já comemos mais bem apresentado, mas estava gostoso. Por último uma sobremesa boa, exceto o sorvete de cerveja. Não que fosse ruim, mas em um lugar que se presta por um atendimento premium, de alto valor agregado, deveria entregar mais e melhor para justificar o custo e a experiência.

No geral gostamos. O visual do espaço chama atenção, mas peca por ainda não entregar a experiência que se propõe de um produto como esse. Acredito até que com o tempo os preços e os serviços sofrerão ajustes (porque a Backer, por exemplo, lá do ladinho oferece opções de valor mais razoáveis). Descolado, bonito, lojinha de conveniência com produtos da marca, diferente e legal para conhecer algo novo em Belory Hills.

 

Fica a Dica: O espaço tem estacionamento gratuito, mas é limitado a quantidade de carros. Chegue cedo e não sofra com os flanelinhas.

ONDE FICA?
R. Gabriela de Melo, 566 – Olhos D’Água, Belo Horizonte – MG

#FICAADICA BH | 68 La Pizzeria

Quer um lugar legal para sair em casal ou curtir com a família? A 68 La Pizzeria é uma boa dica! No coração do bairro de Lourdes, a 68 possui uma decoração elegante, moderna e diferenciada. O espaço possui pequenos lounges, um salão principal, outros menores, uma adega e um lindo espaço aberto nos fundos, que pode ser fechado para festas particulares. O atendimento é bom e as opções do cardápio que honram a verdadeira pizza de Nápoles são de dar água na boca.

Escolhemos um dos sabores de pizzas mais famosos da casa: La Premiata: Muçarela especial, queijo parmesão, champignon trifolati, brie, presunto de Parma e basílico. E olha, que boa escolha, viu?!  É divina! Massa crocante, recheio delicioso.

Não é um lugar dos mais baratos, mas não achamos nada absurdo. A casa possui ainda várias cervejas artesanais, vinhos dos mais variados tipos e sobremesas divinas. Com certeza valeu a pena a visita.

RUA FELIPE SANTOS 68   .   LOURDES  T:  31 3291-7466  BH.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RELATO DE VIAGEM | Barcelona

Saindo de Lisboa e seus tesouros da coroa, partimos para uma das cidades mais badaladas da Europa. Barcelona é um universo de cores, sabores e humores variados que se misturam e dão forma a um dos espaços mais cosmopolitas do mundo e que nos reservou diferentes sensações.

Por ela:

Barcelona é uma cidade incrível! Muito cosmopolita, turistas de vários países, muitos jovens nas ruas e agitação.
Com o passar dos dias fomos conhecendo partes da cidade muito diferentes, que nem pareciam ser a mesma cidade. O antigo e o novo se misturam em uma combinação fascinante. O bairro gótico, o mais antigo da cidade, parece ter saído dos contos de fadas. Medieval com ar bucólico, tem lojinhas e igrejas antigas, além de um pedaço da antiga muralha que circundava a cidade no passado.
Os monumentos estão por todas as partes da cidade, além do modernismo de Gaudí que domina boa parte de Barcelona, igrejas, catedrais e antigos prédios encantam.
Na maior parte dos pontos turísticos se chega de metrô e aqui, como Lisboa, é um meio de transporte fácil de entender e muito útil. Por isso, em ambas a cidade, sugerimos ficar próximo de uma estação, mesmo que mais afastado do centro, pois esse problema seria facilmente contornado.
A culinária é bem diferente, os famosos tapas (petiscos diferentes) estão por toda parte, assim como os frutos do mar. Nos forçamos a comer diferentes mariscos e tivemos ótimas surpresas!
Barcelona é uma cidade mais cara do que Lisboa, então é preciso se planejar melhor. Compramos alguns ingressos online (Sagrada Família, Park Guell e Casa Batló) para não perder também tempo na fila e foi muito eficiente.
E para deixar ainda mais interessante resolvemos ir ao Vale de Núria, 3h de trem da cidade. Lá funciona uma estação de esqui em um vale maravilhoso, com um lago congelado e uma paisagem de tirar o fôlego. A sensação de estar na neve chega a ser emocionante. Uma experiência inesquecível e já deixou muita saudade.

 

Por ele:

Cara, o que falar sobre Barcelona? Na verdade, tudo que eu disser sobre Barcelona será pouco. A pérola catalã é uma cidade que deve ser sentida. É um lugar que pulsa energia de pessoas vindas das partes mais diferentes do mundo. Como megalópole que é, representa a multicultura, com ares distintos dentro do mesmo espaço. Diferentemente de Lisboa, que tem toda uma característica bucólica e intimista, Barcelona são várias cidades dentro de uma só. Tem o ar praiano de La Barceloneta, a viagem ao mundo medieval do bairro Gótico, com suas ruelas esmagadas por cortiços, cafés, lojinhas e igrejas, a modernidade e nobreza da Passeig de Gràcia  e da Plaça de Catalunya, o charme das Las Ramblas, enfim. É incrível a quantidade de opções de entretenimento que todo o complexo esbanja. Há sempre muitas coisas para fazer e 6 dias foram bons, mas poderiam ter sido mais, por isso, uma dica, não deixe apenas 2 ou 3 dias para desfrutar na cidade. Para um amante de futebol e design como eu, visitar o Camp Nou, palco do maior time do mundo e as obras de Gaudí, grande arquiteto modernista como Casa Bartló e Parque Guell, foi um deleite. Um sonho realizado, mas que espero que possa se realizar mais vezes ao longo da vida.

Relato de viagem | Lisboa

No final do ano passado tivemos a oportunidade de conhecer dois lindos lugares que já estavam em nosso roteiro faz tempo: Lisboa e Barcelona. E pra não deixar passar batido, vamos dividir em dois posts o que nós achamos das duas cidades. Não é nossa pretensão falar aqui sobre os pontos ou dicas de cada uma, já que isso você acharia facilmente em blogs e veículos especializados em viagens, e cujos quais usamos bastante. Mas apenas um relato do que foram Lisboa e Barcelona na visão DELA e na visão DELE. Já adianto: 1) a cidade preferida de cada um foi diferente. 2) Está planejando uma viagem à Europa? Não pule Lisboa. Seria um grande pecado. Venha ler porquê.

 

Lisboa por ela

A primeira impressão foi um UAU! Tudo nessa cidade é grande, tem história, detalhes cuidadosos e preparada para o turista.

A facilidade do idioma de cara já deixa tudo mais familiar. A comida é próxima do que gostamos então foi delicioso experimentar sempre que podíamos um prato novo de bacalhau, doces típicos feitos de nata, vinhos portugueses excelentes… Ah os vinhos! Estes foram um capítulo à parte da viagem, pois queríamos trazer tantos, mas tantos para casa que tivemos problemas com o excesso de bagagem.

Utilizamos muito os meios de transporte público como ônibus, trens e metrôs subterrâneos. É muito fácil entender como funciona o eficiente e onipresente sistema de metrô, com ele era possível chegar em praticamente todos os principais pontos turísticos da cidade em pouco tempo e gastando muito pouco.

Conhecemos os principais pontos turísticos da cidade como o Mosteiro dos Jerônimos, os famosos Pastéis de Belém, Castelo de São Jorge, a Praça do Comércio, o lindo Oceanário de Lisboa, além de fazer dois bate-volta incríveis para Sintra e Óbidos.

Lisboa, assim como suas localidades próximas, é uma cidade limpa, organizada, barata e maravilhosa com suas belas ladeiras cheias de histórias.

 

Lisboa por ele

Quando planejamos a viagem o meu foco principal era conhecer Barcelona. Linda, cosmopolita e pulsante, a cidade espanhola sempre esteve em meus sonhos. Mas ao chegar a Lisboa percebi a injustiça de não ter sonhado com a capital portuguesa também. Absolutamente surpreendente, com suas ruelas estreitas em calçamento, subidas e descidas com uma vista mais linda do que a outra, bondinhos, tuk-tuks e restaurantes com apenas 5 ou 6 mesas extremamente aconchegantes. Lisboa é, diferente de outras metrópoles globais, intimista e encantadora e de longe a cidade mais charmosa que já conheci.

Há ainda o contraste entre a atmosfera sedutora pelos detalhes e a grandiosidade de obras que refletem a nobreza de uma nação que foi centro do mundo por quase dois séculos, no qual seus castelos, palácios e monumentos enfeitam diferentes cantos da cidade e das zonas vizinhas. É possível perceber a nobreza e a elegância de uma forte senhora, que já desfrutou dos maiores sucessos em seus tempos de glória. Lisboa é ainda um museu a céu aberto, repleta de história e de nossa história, e que nos faz sentir, ao final, também um pouco lisboeta.

Em breve um novo relato sobre nossas impressões de Barça!

#FICAADICA BH | A Pão de Queijaria

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Fala sério. Quem não ama pão de queijo? Nós, mineiros de alma e coração, amamos. Seja o da sogra, da mame, da padaria, da lanchonete ou acompanhado de suco, café ou refri, é sempre o quitute número 1. Mas o que não sabíamos é que temos em BH uma casa especializada nesse trenzinho tão danado de bom. É a Pão de Queijaria, localizada na R. Antônio de Albuquerque, 856, Funcionários.

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O ambiente é moderninho, pequeno, mas aconchegante. Tem uma decoração descolada na parte interna e também mesinhas externas na calçada.

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Como o próprio nome já diz o lugar possui pão de queijo de todo tipo. Do pãozinho simples até os mais variados recheios, com ingredientes exóticos e tradicionais. E tem aqueles feitos com todo tipo de queijo, como o Canastra, Salitre, Parmesão d’Alagoa, Gruyére, cada um mais gostoso que o outro.

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Para começar pedimos dois pães de queijo recheados com o nome de Hambúrguer Mineiro. Hambúrguer de verdade, com carne de boi, porco, salaminho, pétalas de cebola na cerveja preta, queijo Minas e alface americana.

Depois o Patrick pediu o Pernil do Chovinista, pão de queijo recheado com lâminas de pernil, bacon, couve frita e queijo Minas. Provei um pedacinho e concordamos que esse era ainda melhor.

pdq5Os valores vão de R$3 do pãozinho de queijo simples até R$26, sendo esses os recheados com 2 acompanhamentos. Tem para todos os gostos, bolsos e pedidas, afinal fomos em um sábado à noite pra conhecer, mas bem que poderia ter sido para um cafézinho da tarde também.

OMG! Tinha um ketchup delicioso feito por eles com goiabada. Saímos viciados.

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R. Antônio de Albuquerque, 856 – Funcionários, Belo Horizonte | Telefone:(31) 3244-2738

DICAS DE VIAGEM | Gramado

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Mais uma viagem pra conta, um novo destino conhecido e a sensação que fica é uma que já estamos cansados de repetir, mas que é sempre bom lembrar: o Brasil é do caralho! Petrolões e Mensalões a parte, não consigo imaginar um país no mundo capaz de despertar experiências tão diferentes a partir de uma variedade de cenários únicos como o nosso. E isso é uma das coisas que faz com que Gramado seja um roteiro obrigatório (assim como muitos outros) dentro dessa salada mista de ótimos temperos e sabores encantadores.

Antes de tudo é importante dizer que foi uma viagem onde vimos várias coisas legais, mas que sabemos que ficaram outras tantas sem ver. Gramado e a Serra Gaúcha como um todo apresentam uma variedade muito grande de atrativos e conhecer as regiões próximas enriquece muito o roteiro. Como fomos no sábado pela manhã e voltamos na terça a noite, tivemos apenas 4 dias para curtir o máximo possível. Portanto, é legal se você puder ir com um pouco mais de tempo.

ROTEIRO DE VIAGEM

1º dia – sábado

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Saímos de BH às 6h30 da manhã e desembarcamos em Porto Alegre às 9. De lá, pegamos um ônibus às 10h15 dentro do próprio aeroporto e fomos para Gramado. A passagem do busão foi R$ 45 cada e o percurso de cerca de 120 km foi feito em 2h30 de subida pela serra e bela paisagem.

(Obs.: Não tinha essa dica, mas hoje imagino que teria sido bom alugar um carro. Como a viagem é muito mais do que “apenas” Gramado, um carango facilitaria e muito o transporte até outros pontos e cidades. É claro que você pode fazer esses passeios com pacotes turísticos, mas a liberdade e autonomia seria um ponto bom, principalmente se você tiver pouco tempo. Caso queira, pode alugar o carro em Gramado ou Canela também.)

Gramado estava linda. Toda decorada para a Páscoa e bem vazia, o que nos permitiu curtir muitas coisas sem fila ou estresse (a cidade que possui menos de 40 mil habitantes recebe um milhão de pessoas para o famoso Natal Luz. Loucura!) e com precinhos de baixa temporada. Muito bom. Não estava tão frio como dois mineiros gostariam, 19 graus de dia e 14 a noite, mas deu pra usar as jaquetas.

Como chegamos à tarde, deixamos para curtir Gramado, conhecer a igreja, a Rua Coberta e a bela praça central, as casas de chocolate que distribuíam bombonzinhos na porta (Lugano, Caracol, Florybal), a arquitetura maravilhosa e única da cidade e sentar para tomar cerveja e descansar. A noite fomos na pizzaria Cara de Mau, com decoração pirata e que mesmo em baixa temporada foi preciso esperar 30 minutos na fila (pra você ter uma ideia do prestígio da parada). Mas valeu a pena. O rodízio (no valor de R$ 56 por pessoa) tem opções que não acabam mais e a decoração temática é muito legal.

Obs.: Ficamos no hotel Sky. O atendimento foi sensacional. Não está entre os luxuosos, mas tem um bom custo x benefício. E o principal que sempre avaliamos, a localização é ótima.

2º dia – domingo

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Para o domingo havíamos comprado um passeio para conhecer a região. O valor de R$ 150 reais por pessoa em baixa temporada pode parecer alto, mas não é se você pensar que saímos às 7 da manhã e só voltamos às 20 da noite, incluindo visitas a Malharia, Vinícola Tonet, Fábrica da Tramontina em Carlos Barbosa, almoço, Vinícola Garibaldi em Garibaldi, Vinícola Peterlongo, passeio de Maria Fumaça em Bento Gonçalves e praça Labirinto em Nova Petrópolis.

Pontos fortes: as vinícolas são ótimas. Além de conhecer um pouco da história do lugar, a degustação é liberada e depois de tomar vinho de graça e aos montes o dia inteiro você chega faceiro faceiro à Maria Fumaça. O legal ainda é poder comprar bons vinhos por ótimos preços. Trouxemos alguns que custaram R$ 9,00, outros R$ 15,00.

A Maria Fumaça também é o máximo. 1h30 de passeio por uma paisagem linda e com várias apresentações durante o trajeto, como música Gaúcha, números teatrais etc. Nas paradas, adivinhe, mais vinho. O guia Luciano que nos acompanhou o dia inteiro em mais de 200 km percorridos é uma figuraça gente boa.

Pontos fracos: a parada na Malharia é desnecessária. As malhas não são tão baratas assim e embora bonitas, não representaram muito pra gente. E o almoço foi caidão. Também por esse valor não dava pra esperar muito.

Pontos médios: conhecer a Tramontina e um pouco de sua história é legal. A loja é linda, enorme e moderna, mas pelo menos para nós ficar vendo utensílio doméstico não chamou muito a atenção. Os preços podem ser bons, mas não temos as melhores referências (nunca comprei uma panela na vida pra saber se aquele preço era alto ou baixo). Depois de uma volta pela loja toda saímos para conhecer a praça e provar os queijinhos de Carlos Barbosa.

3º dia – segunda-feira

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Na segunda fomos conhecer o Snowland na parte da manhã e Canela durante a tarde. O Snowland é um grande parque de neve indoor. A entrada foi R$ 100 por pessoa, o que lhe dava direito a várias atrações, não todas. Foi divertido. Patinamos (na verdade a Lu patinou, eu fiquei 20 minutos me segurando ao corrimão), descemos de skybunda, tomamos chocolate quente, rejeitamos o bate-bate no gelo. É um passeio legal. Esperávamos um pouco mais, mas foi bom ter ido. 3 horas são mais do que suficientes para ir, conhecer e querer ir embora.

Dica: para quem não tiver um pacote turístico ou não quiser gastar R$ 50 de táxi, pode ir até a rodoviária e pegar um ônibus sentido Nova Petrópolis. O ônibus tem um ponto em frente ao Snowland, em um trajeto de menos de 10 minutos e que não custa nem R$ 5,00.

Já Canela é passeio obrigatório. Ô cidade lindinha! Toda decorada com ovos de chocolate foi onde tiramos um milhão de fotos. Destaque para a famosa igreja central em estilo gótico, a Maria Fumaça preservada e o percurso que possui vários atrativos, como museu do carro, da moda, da máquina de vapor etc.

Voltando a Gramado jantamos na Taberna MF, um lugar que é um oásis para qualquer bebedor de cerveja. Dezenas de bebidas de vários sabores e de preparação própria e onde jantamos uma massa recheada com abóbora moranga e servida com molho de camarão (do tamanho de um polegar) que é irresistível.

4º dia – terça-feira

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Na terça, dia do último dia aproveitamos para ver pontos de Gramado que não conhecíamos, como o lindíssimo Lago Negro que mesmo chovendo é uma ótima pedida para casais que queiram um lugarzinho romântico, e almoçarmos. Depois do almoço descemos a serra e #partiu BH.

Vai deixar saudades, Gramado! <3

 

#FICAADICA BH | Santa Pizza

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Todo casal que se preze tem uma lista de preferidos guardados no peito, daqueles lugares que representam os melhores para a dupla, sejam restaurantes, cinemas, cômodos da casa ou destinos de viagem. E o mais barato disso é que esse lugar, no caso de um restaurante, por exemplo, não precisa ser o da melhor comida, melhor preço, melhor ponto ou etc, esse lugar apenas precisa representar um momento onde ambos se sintam felizes e em sintonia com uma forte bagagem emocional. Nesse aspecto, o espaço deixa de ser apenas um ponto físico para se tornar também um local especial e transcendente, daqueles que permanecem na nossa memória.

Ilha Grande, por exemplo, é um desses lugares para nós no item “viagem”. Outro e bem mais pertinho de casa é o Santa Pizza, que preenche a categoria “pizzaria” já há bons longos anos. É verdade (Graças a Deus) que Belo Horizonte está muito bem servida de pizzarias. Temos ótimas, algumas até na mesma região, mas Santa Pizza está para nós em um degrau diferente.

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Para começar a casa: localizada no bairro Santa Tereza (uma de nossas regiões preferidas também pela atmosfera boêmia e charmosa) construída com decoração rústica, móveis de madeira, tijolo de adobe e um grande forno bem na vista dos clientes ela tem um charme intimista, ampliado pela luz baixa que deixa o cenário romântico e muito interessante para casais (mas ruim para tirar foto rs).

Mas em se falando de uma pizzaria o destaque deve ser, sempre, a pizza. E nessa quesito ela nunca nos deixou em dúvida. Com certeza é uma das melhores. Com massa fina e recheio generoso o cardápio conta com uma boa quantidade de alternativas e com ingredientes variados, dos mais comuns àqueles mais “gourmets”. A nossa preferida é a Santa Teresa D’avila (todas as pizzas têm nomes de santo – mas não pense que é algo puramente cristão ou religioso, acredito que seja mais pela associação com o nome do bairro) com camarão (hum camarãoo) e abóbora moranga. É até difícil falarmos quais outras são gostosas porque honestamente, meio que sempre pedimos a mesma rs.

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O preço é médio. Naturalmente não é comparável a uma pizza do shopping, ficando na faixa dos R$ 60,00. Da última vez que estivemos por lá comemos uma Santa Teresa D’avila, tomamos duas cervejas e um H2O e finalizamos com um  petit gateau  e a conta fechou em R$ 120,00. Não é para todo o dia, mas considero honesto para um jantar eventual. Ou seja, vale a visita e depois de escrever esse post deu vontade de voltar correndo. Esperamos que o #foconadietadosnoivos possa segurar esse vício.

 

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Rua Silvianópolis, 452 – Santa Tereza – BH

(31) 2555 8222

Dicas de Viagem | Paraty – RJ

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Sabe aquele lugar lindo que você fica namorando por séculos até que finalmente decide ir e chegando lá vê que não é nada do que você pensava… mas muito mais? Então, assim foi conosco quando decidimos ir à Paraty nas férias desse fim de ano. A cidade litorânea com jeitinho da Tiradentes mineira já permeava nosso roteiro imaginário por toda sua efervescência cultural, sua arquitetura charmosa e sua localização estratégica, pertinho de inúmeros paraísos. E foi com base nisso que num dia qualquer reservamos 5 diárias na Pousada Doce Paraty (ótima estrutura, bom preço e muito bem localizada, dentro do centro histórico), colocamos nossas coisas no carro e partimos.

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Para quem não conhece a cidade é importante dizer que Paraty tem meio que duas partes, sendo o centro histórico pequeno e mais próximo do cais e da praia, com ruelas pequenas de pedra e casinhas em estilo colonial, cheias de bares, restaurantes, pousadas e lojas de artesanatos super legais, e a parte “nova” na entrada da cidade em que sua estrutura com supermercados, farmácias, Subway e asfalto lembra o de uma cidade pequena qualquer.

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Obs.: Por que ir de carro? Após várias pesquisas decidimos que a melhor forma de ir para lá saindo de BH era mesmo de carro. Primeiro, não é assim tão looonge (600 Km, cerca de 9 horas indo devagar e parando ao longo do caminho pra almoçar e curtir a paisagem). Aliás a paisagem foi um item decisivo. Optamos pela BR 040 sentido Rio. Meu grande interesse era por percorrer a BR 101, famosa Rio-Santos e tida como uma das estradas mais bonitas do Brasil, por possuir kilômetros de cara pro mar com paisagens deslumbrantes. E valeu a pena demais. Outro fato é que Paraty não tem lá muita praia “nadável”. Assim, a opção é pegar um barco e fazer um dos vários passeios oferecidos pelas agências ou ir até regiões próximas, como Trindade (30 km de Paraty sentido SP) que conta com praias maravilhosas como a Caixad’aço e sua piscina natural ou São Gonçalo e São Gonçalinho (25 km de Paraty sentido Angra).

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Acima a Praia de Caixad’aço, uma das maiores maravilhas de Trindade. Abaixo, sua piscina natural.

Paraty é uma cidade com um número incrível de visitantes estrangeiros e boa parte de sua estrutura é, portanto, voltada para o turismo. Assim sendo, não é necessariamente barata. É comum encontrar uma opção de jantar para duas pessoas por volta de R$ 140,00. Mas há uma grande variedade de restaurantes e cardápios, o que ajuda a equilibrar as despesas. Assim fazemos, comendo um dia num lugar mais legal e outro em um mais simples. Dessa forma, R$ 200,00 por dia era o suficiente para comer bem, considerando o casal.

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Cidade em festa e uma vida noturna agitada na Paraty pré-reveillon.

Ficamos na cidade 5 dias e deu pra conhecer boa parte do que queríamos e principalmente viver sua vida noturna, um dos principais diferenciais da cidade. A noite ninguém fica em casa e nessa época do ano então tinham bandas e palcos improvisados pelas ruas que dão toda uma atmosfera festeira para a região. O que deve se contrastar com outros períodos do ano. Com certeza Paraty entrou para aquele grupo de cidades em que vale a pena voltar. Como Ilha Grande, sequência dessa viagem e onde passamos um reveillon mágico. Mas esse é papo para outra história.

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#FICAADICA BH | Bacon Paradise

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Já comentei por aqui que assoprei as velinhas na semana passada. E para comemorar de forma descontraída com os amigos, escolhi experimentar um dos destinos mais bombados de BH quando o assunto é hamburgueria gourmet, o Bacon Paradise. O espeço está tão famoso que em pouco tempo já possui 6 franquias e com mais algumas a caminho. Para o happy hour de comemoração escolhi o da Avenida Contorno (perto o Jack Rock bar), na Savassi, por ser o de localização mais central.

O lugar acabou de inaugurar (não tinha nem duas semanas), então dava pra ver que ainda não estava totalmente decorado como nas outras franquias, que me disseram ter porquinhos pendurados por todos os lados. A casa encheu rapidamente em uma sexta-feira e foi difícil segurar as mesas para os meus convidados.

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Como o próprio nome diz, o espaço se propõe a ser o paraíso do bacon e tem a “iguaria” até no sorvete como sobremesa (não tive a manhã de experimentar esse). O cardápio, com hambúrgueres que passaram pelo raio gourmetizador oferece pedidos para todos os gostos, com ingredientes variados, mas sempre como matéria prima os bacons saindo pelo ladrão (literalmente).  Tanto que o meu eu achei meio difícil de comer e empurrei eles de volta para debaixo do pão. rsrs

A média de preços é de R$ 27, tirando o famoso lendário que custa R$ 66, um verdadeiro monstro com 1 kg de carne e orgulho da casa. Pedi o Tradicional com molho gorgonzola, estava gostoso e bem servido. Mas, infelizmente, acho que fui com uma expectativa muito alta por ter ouvido tanto a respeito e por mais saboroso que fosse, eu esperava mais. Mesmo porque já temos excelentes hamburguerias do tipo na cidade, como o Burger’s Club e J’s Fine Burguer. Outra coisa foi ter colocado um ketchup diferente no frasco do Hainz. Quando questionamos o garçom falando que não era Hainz ele provou e confirmou. Trocou o frasco por um novinho que abriu na nossa frente, explicando que tinha acabado o ketchup e que a casa era nova, por isso nunca tinha acontecido. O mal entendido foi resolvido, mas a quebra de confiança e o pé atrás ficou. Estamos de olho!

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No geral, foi a primeira experiência que tive com a franquia e com uma loja que ainda não estava 100% em funcionamento. Quero voltar em outras já estruturadas para ver o que eu acho, mas ainda assim indicaria o espaço sim. Mesmo porque, vamos combinar né gente, bacon é vida!

 

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UNIDADE ANCHIETA                       UNIDADE SANTO ANTÔNIO
R. Montes Claros, 1004                            R. Teixeira de Freitas, 475

UNIDADE BURITIS                            UNIDADE OURO PRETO
Av. Mário Werneck, 3379                        R. Monteiro Lobato, 46

UNIDADE LOURDES                          UNIDADE SAVASSI
R. Gonçalves Dias, 2269                          Av. do Contorno, 5713

 

VIAGENS | O paraíso de Ilha Grande

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Finalmente estamos de volta! Depois de lindos dias de férias voltamos para comprovar tudo aquilo que todo mundo fala (ou deveria falar) desse paraíso: Ilha Grande é com certeza um dos lugares mais lindos do planeta.

E não precisa visitar o mundo inteiro para saber disso. Basta olhar a infinidade de gringos que encontramos pela terrinha. Seja num passeio de lancha, restaurante, pousada ou supermercado, lá estavam eles. Talvez pela época do ano, mas juro que durante a semana parecia ter 80, 90% de gringos. Se ouvia pouco português. Americanos, franceses, alemães, suecos, argentinos, todos eles já descobriram essa maravilha que vários brasileiros ainda não conhecem. Muitos gringos, inclusive, estão morando por lá.

Também não é pra menos. Depois de passear por céu, terra e mar para chegar a esse paraíso, você imagina ter entrado num portal de maravilhas e a última coisa que pensa é em voltar. Enfim, melhor do que ler sobre isso é ver um pouco, um pouquinho só, desse lugar lindo e tão pertinho que deveria ser destino obrigatório para todos nós. Um lugar apaixonante e que não deve em nada pras belezas estrangeiras.

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Acredite, a cor da água é assim mesmo, sem filtro nem Photoshop. Um verde lindo e em alguns pontos um azul incrível. Fizemos mergulho com snorkel e vimos muitas espécies de peixinhos que não tinham medo de nos cercar.

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Fizemos o passeio Super Sul que passava pelas praias Caxadaço, Feiticeira, Lopes Mendes, Ilha de Jorge Grego e Dois Rios, além do Meia Volta à Ilha que vai nos principais pontos turísticos do norte, Lagoa Verde (<3 <3), Lagoa Azul, Japariz e Praia do Amor.

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Lopes Mendes é a praia mais famosa, eleita a segunda mais bonita do Brasil (ficando atrás somente duma em Fernando de Noronha), mas para nós a Dois Rios foi a mais impressionante. O nome é justamente pelo encontro de dois rios com o mar, formando um espelho d’água maravilhoso.

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Demais, né?!