Jurassic World | A espera valeu a pena

JW

Aviso: não contém spoilers, mas se você espera uma análise crítica e cerebral sobre o novo sucesso hollywoodiano Jurassic World, por favor, interrompa a leitura e acesse um site cinéfilo-cult qualquer.

Desde que assumiram a gravação do novo parque dos dinossauros, 22 anos depois do último grande filme do gênero (já que O Mundo Perdido – Jurassic Park (1997) e Jurassic Park 3 (2001) não foram realmente aquela Brastemp), estava contando as horas para correr logo para bilheteria e comprar o meu ingresso. Demorou, mas depois de ler um milhão de matérias sobres os bastidores e até baixar o jogo promocional do filme, eis que no último dia 11, finalmente, a película iniciou nos cinemas do planeta. Não pude ir na estreia da quinta, mas no sábado eu e Lulu estávamos lá, firmes e fortes, mendigando por poltronas numa sala absolutamente abarrotada para conferir de pertinho o novo filme da série.

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Com mais de duas décadas depois do icônico Jurassic Park a tecnologia roubou a cena e se apresentou ao longo de todos os 125 minutos do filme, seja na estrutura invejável do parque (que já está em pleno funcionamento e possui atrações de todos os tipos), com hologramas, veículos bolhas e salas de controle ou na computação gráfica que eleva o realismo das criaturas a outro patamar. Ta certo que até os dinos do Jurassic de 93 já eram fantásticos, mas o nível de detalhamento de Jurassic World é impressionante. Aliás, a continuação (que não é tãaao continuação assim) traz referências ao primeiro filme da franquia o tempo todo, desde a trilha sonora espetacular, até a camisa do funcionário apaixonado Lowery ou dos jeeps marcantes encontrados pelo caminho. Os próprios personagens lembram a construção do primogênito da série, com a dupla de irmãos perdidos, o bilionário excêntrico querendo brincar de Deus, o protagonista rústico que leva jeito com os animais. Tudo lembra o clássico, até a cena final que tira do ostracismo o velho dono do pedaço de 93, mostrando que quem é rei nunca perde a majestade.

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Com ação sem rodeios do início ao fim, Jurassic Word não comete o erro clássico de filmes que prometem muito, mas acabam por esconder o jogo. Nele, há overdose de dinossauros e a protagonista Indominus Rex (um híbrido/inteligente/máquina de matar/lindo de se ver) aparece de corpo inteiro em centenas de cenas. Bom para os fãs que recebem aquilo que foram buscar. Detalhe também para os protagonistas humanos da história, Chris Pratt, do mega elogiado Guardiões da Galáxia e vive Owen, um instrutor que faz um ótimo trabalho treinando os Velociraptors (novamente vedetes do filme) e a boneca Bryce Dallas Howard que vive a Claire e parece propositalmente artificial, como mais uma criação perfeita da fábrica de sonhos da genética. Vicent D’Onofrio (o Wilson Fisk do Demolidor que está tão diferente de cabelo e barba que se a Lu não fala eu nem perceberia) é o vilão da parada.

Não vou resumir a história para não atrapalhar a experiência de quem ainda não viu o filme, mas posso falar que Jurassic World não frustrou em nada esse velho fã aqui. Aliás, pelo contrário. Como diz em Hogwarts, a película “excede expectativas” e contrariando algumas críticas a verdade é que eu e a Lu adoramos. Só espero que os recordes quebrados com a bilheteria monstra desse primeiro fim de semana de exposição garanta uma continuação do mesmo nível para a franquia. E que não tenhamos que esperar mais 20 anos por isso.

RELACIONAMENTO | Dicas para comemorar o Dia dos Namorados

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Uma coisa é verdade: das incontáveis delícias dos dias dos namorados, as melhores delas não podem ser compradas em shoppings como a publicidade insiste em nos mostrar durante esse período do ano. Se o que vale no aguardado 12 de junho é a presença do (a) amado (a), então existem várias outras formas de aproveitar bem o momento, curtindo o clima de romance e sem precisar gastar horrores. Aliás, nós mesmos somos adeptos dessa prática. Na maioria das vezes optamos por um programa (passeio ou viagem) a dois, no lugar de um presente caro. Coisas simples, mas que no final terá muito mais valor. Olha só.

 

PIQUENIQUE NO PARQUE

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Já fizemos várias vezes e adoramos! Esse final de semana, por exemplo, descobrimos um ótimo lugar em BH, super arborizado e com a grama fofinha e aparada para um belo piquenique, o Parque Ecológico da Pampulha! Fomos para passear, mas da próxima vez que voltarmos será com nossa cestinha de quitutes! O melhor é que não precisa de muita coisa, basta uma toalha ou lençol grande para forrar, algumas guloseimas favoritas e não se esqueça de guardanapos, talheres (pode ser de plástico) e copos. Geralmente esses parques ficam cheios de famílias e casais, o que deixa o clima ainda mais gostoso. É ou não é uma ótima forma de celebrar o amor?

 

JANTAR ROMÂNTICO EM CASA

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Se os dois gostam de cozinhar, acredito que a melhor maneira de preparar um jantar especial seja os dois preparando juntos o cardápio escolhido. Mas se ele ou ela não é muito de cozinhar, coloque as mãos na massa você mesmo e prepare um delicioso jantar com entradinhas, prato principal e uma sobremesa. Acrescente velas, guardanapos de pano, taças e uma boa música que o romance já estará no ar! No nosso caso dividimos quase sempre entre eu cozinhando e o Patrick cuidando da louça. Funciona e nossas noite japas são sempre um grande sucesso.

 

CINEMINHA À DOIS

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Outra alternativa mega viável e democrática, o cinema quase sempre agrada a todos. No nosso caso, uma noite feliz é uma noite com os olhos grudados na telona, um balde de pipoca de um lado e o milk shake do outro. E em casa, vale? Mas é claro, na intimidade do seu cafofo é ainda mais gostoso! Vai me dizer que não é um programa agradável para fazer a dois?!

 

UMA MINI-VIAGEM

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Esse dia dos namorados cairá numa sexta feira. Tem dia melhor pra pegar a estrada rumo a uma cidadezinha gostosa com seu Love? Se você pode pagar uma diária em uma pousadinha aconchegante perto de onde você mora, ótimo! Mas se não, não precisa deixar de fazer essa aventura. Vá cedinho no sábado com seu amor e volte ao final do dia. Próximo a BH existem várias cidades lindas e históricas como Ouro Preto, Tiradentes, Lavras, Macacos… Roteiro é o que não falta.

Os filmes mais aguardados de 2015

Um dos filmes mais esperados do ano já estreou, que foi o mais ou menos (pra não gerar polêmica) Cinquenta Tons de Cinza. Porém, o ano só está começando e muitos lançamentos legais ainda estão por vir. Por isso, listamos aqueles que estão nos deixando ansiosos pela estreia. Abaixo, seus trailers disponíveis,  só para nos deixar com um gostinho de quero mais e lotar as salas de cinemas assim que estiverem na telona.

Tem algum que você também está esperando loucamente? Conta pra gente!

 

Jurassic World

Porque o Patrick ama dinossauros.

 


Exterminador do Futuro: Gênesis


Essa sequência não vai acabar nunca?

 


Cinderela O filme

Porque eu adoro uma princesa da Disney!

 

Star Wars: O despertar da força

Um clássico nunca morre.

 

Vingadores 2: Era de Ultron

Porque o Patrick ama dinossauros and Marvel, DC, HQ e tudo relacionado ao tema.

 

Kingsman: Serviço Secreto

Quem não curte um agente secreto?

Interestelar | A ficção que não morreu

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Se na música quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé, no cinema quem não gosta de ficção científica é o que? Tá bom, temas espaciais não são tão unânimes assim, mas não é possível ignorar a força atemporal de clássicos intergalácticos como Star Wars e 2001 – Uma Odisseia no Espaço. E é essa inspiração que está muito presente em Interestelar, novo sucesso de Christopher Nolan, simplesmente o homem por trás de fenômenos como a trilogia O Cavaleiro das Trevas e A Origem.

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Sempre entre as três primeiras bilheterias do Brasil ou do EUA, Interestellar (no original) é um épico espacial clássico, que aborda a trama astronáutica sem rodeios, com muitas e boas cenas do universo e do planeta visto de cima, personagens voando pela falta da gravidade, robôs e um bom visual da nave como um todo. Antes, porém, o filme explora o componente das relações humanas através de seu protagonista, o ótimo Matthew McConaughey (que pegou uma onda recente de grandes papeis) e vive o engenheiro espacial Cooper.

A atuação de McConaughey é fantástica, assim como a direção de arte, os milhares de efeitos e a sonoplastia. Essa última inclusive, pega carona também na criação de Gravidade, sucesso de 2013 e que também explorava muito os longos silêncios quando retratado o espaço sideral (aliás, para mim, melhor do que Interestelar). Contudo, em determinados momentos o excesso de explicação dos cientistas e a necessidade de conexão entre realidades diferentes faz com que o filme perca um pouco o ritmo, te fazendo dar aquela olhadela rápida no relógio.

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Em todo o caso, é uma aventura que vale a pena ser assistida pela grandiosidade da história e pela estrutura densa e enérgica sempre presente em filmes do Nolan. Vá sem medo, curta as viagens do filme (em duplo sentido) e não espere tanta conexão com a realidade, afinal, se trata de uma verdadeira película com ficção na veia.

 

Sinopse do Omelete

Neste futuro de data incerta, a Terra sofre com uma grande praga que dizimou boa parte da comida do planeta, transformando tudo em pó. A fome e sofrimento fazem com que a NASA opere na clandestinidade e até as missões à Lua sejam desacreditadas nos livros de história. Quem fica feliz em saber que a agência espacial ainda está ativa é o ex-piloto Cooper que tem de escolher entre ficar na fazenda com a sua família na Terra ou viajar ao espaço em busca de novos planetas onde a humanidade pode ser reconstruída.

O elenco conta ainda com as presenças de Michael Caine, Casey Affleck, Ellen Burstyn, Topher Grace, Wes Bentley e Matt Damon, Anne Hathaway

 

 

 

Trash – A Esperança Vem do Lixo | Um filme para refletir

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Começou sem grande expectativa, afinal era um filme de aparência nacional (já começa daí o preconceito) com uma história próxima do clichê que protagoniza o cinema brasileiro – policial corrupto, favelado ladrão – e terminou com a certeza de que fomos ao cinema assistir a um dos melhores filmes do ano, com uma trama instigante e uma história deliciosamente emotiva e reflexiva.

Trash – A Esperança Vem do Lixo conta a história de Gardo, Raphael e Rato, 3 garotos que vivem em um grande lixão do Rio de Janeiro. A história começa com José Ângelo, personagem de Wagner Moura que durante uma perseguição policial joga sua carteira na caçamba de um caminhão de lixo.  No lixão, Raphael, um dos três adolescentes protagonistas, encontra a carteira preciosa com informações que provocam uma verdadeira caça ao tesouro, envolvendo política, corrupção, esperança e redenção. Nessa busca pelas informações dispostas na carteira, o trio passa por inúmeras adversidades, entre elas a polícia liderada pelo capacho do poder Selton Mello.

Embora dirigido por Stephen Daldry e roteirizado por Richard Curtis, o filme apresenta uma grande identidade tupiniquim. A prova disso está nos diálogos cheios de gírias e expressões verossímeis com o ambiente retratado. A direção de arte, com cenas passadas no lixão também são impressionantes e a forma como essa realidade, tão distante, mas ao mesmo tempo tão próxima foi apresentada me deixou verdadeiramente chocado. Aquilo é um mundo e é inimaginável que pessoas ainda morem nele.

 

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Contudo, apesar do grande alarde pela primeira filmagem com os dois principais astros do cinema nacional juntos – Wagner Moura e Selton Mello, foram os três garotinhos escolhidos para viver os protagonistas do filme que roubaram a cena. Em geral, não sou de me emocionar em filmes, pois entendo aquela como uma obra de ficção e entretenimento e a valorizo dessa forma, porém em vários momentos de Trash a emoção bateu forte. As dificuldades vividas pelos personagens (sinceramente, só o fato de ver a condição de vida dessas crianças já é profundamente tocante), o ritmo intenso da busca, as cenas fortes de violência e principalmente a cumplicidade e amizade entre eles provocam uma grande descarga emocional que vale a pena ser sentida.

Crítica, técnica e chatisticamente falando, esse não é o melhor filme que já vi, pois em alguns momentos apresentam algumas inconsistências e buracos na história. Mas como obra que cumpre aos desejos humanos por um entretenimento que lhe desperte alguma forma de sentimento, esse é sim um dos filmes mais tocantes que assisti. Uma peça que na pior das hipóteses o fará refletir um pouco depois de sair da sala do cinema. E se o filme conseguiu isso, meu amigo, ele já valeu o custo do ingresso.

 

 

 

5 filmes para assitir abraçadinho

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Quem mora em BH tem hoje a graça de curtir um belo de um feriado prolongado. E se você não tem hoje uma padroeira para te salvar de uma sexta feira chata no escritório, não se preocupe, o find está chegando! Por isso, caso ainda não tenha nada planejado e quer só curtir o dia ao lado do love listamos 5 filmes românticos para ver com seu amor no aconchego de um cobertor com pipocas.

São todos clássicos velhinhos pra daná, mas como o amor não envelhece a receita antiga ainda gera bons e divertidos momentos. Se ainda não viu, veja. Vale a pena.

 

COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ (2004)

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­Esse filme é um clássico, mas ver de novo não é nenhum sacrifício. A ideia de conquistar todos os dias a mulher amada parece um sonho e uma linda história de amor!

Sinopse: Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.

 

O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS (2006)

Esse filme é aquela comédia romântica água com açúcar, mas com muitos momentos divertidos! Vale a dica!

Sinopse: Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado, Ethan (Edward Burns), não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.

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PS: EU TE AMO (2008)

Não tem como não chorar nesse filme!!! É triste e lindo ao mesmo tempo, como o amor pode sobreviver mesmo depois da vida. É de fazer refletir…

Sinopse: Holly Kennedy (Hilary Swank) é casada com Gerry (Gerard Butler), um engraçado irlandês por quem é completamente apaixonada. Quando Gerry morre, a vida de Holly também acaba. Em profunda depressão, ela descobre com surpresa que o marido deixou diversas cartas que buscam guiá-la no caminho da recuperação.

 

O AMOR É CEGO (2002)

Esse é de morrer de rir. Além de ter uma história super gracinha de amor, as cenas são hilárias. Acho que a grande lição é perceber que o amor não tem idade, raça, gênero ou beleza, ele simplesmente existe.

Sinopse: Hal (Jack Black) é um homem que segue à risca o conselho de seu pai e apenas se interessa por mulheres que tenham um físico perfeito. Mas tudo muda quando ele por acaso se encontra com Anthony Robbins, um guru de auto-ajuda que o hipnotiza e faz com que ele apenas possa visualizar a beleza interior das mulheres, em detrimento de seu físico. Sem saber que está sob o efeito de hipnose, Hal então se apaixona por Rosemary (Gwyneth Paltrow), uma mulher obesa que é vista por ele como se fosse uma verdadeira deusa. Até que, após ser retirado da hipnose por seu amigo Mauricio (Jason Alexander), ele passa a ver como Rosemary é de verdade fisicamente e precisa tomar uma decisão sobre seu relacionamento com ela.

 

CARTAS PARA JULIETA (2010)

Fofo, romântico, gracinha, tchuquitchuqui e etc.

Sinopse: Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora que viaja para a Itália ao lado do noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.

OBS.: Todas as sinopses foram tiradas do Adoro Cinema.

A Culpa é das Estrelas | Nossas impressões

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Como não poderia deixar de ser para dois cinéfilos declarados, na semana dos namorados decidimos assistir a um filme fofo e romântico no cinema (ela adora e eu, diferentemente do estereótipo masculino, não acho ruim. É simpático e apesar de previsível, nos faz bem, o que já é motivo suficiente para justificar o entretenimento). Pois bem, o escolhido da vez foi o mega anunciado (e esperado) A Culpa é das Estrelas.

Antes de tudo é preciso dizer que não lemos o livro, por isso, a análise é puramente sobre o conteúdo do filme. Se foge ou não da história original, não podemos afirmar. Mas o fato é que, após assistir La película despertou-se um ligeiro desejo em ler a obra de John Green.

Para os poucos terráqueos que, assim como eu, ainda não conheciam a trama, já que o livro é um fenômeno mundial com quase 11 milhões de cópias vendidas, traduzido para 46 idiomas e recordista em vendas no Brasil com quase o dobro de cópias do segundo colocado, A Culpa é das Estrelas narra a história de Hazel Grace, uma adolescente com câncer praticamente terminal que se apaixona por Augustus, um jovem espirituoso e também com câncer, durante sessões de um grupo de apoio com a doença.

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No romance, carregado com grandes doses de drama, a mudança no cenário crítico normalmente associado ao paciente com a doença, transferindo a esperada vítima em heroína é um traço interessante. Além disso, o casal (Hazel e Gus) tem uma incrível capacidade de gerar empatia (aprenda Bella e Robert). Nos pegamos várias vezes sorrindo durante uma cena, simplesmente porque a química entre os personagens parece quase tangível. Destaque para a interpretação primorosa de Shailene Woodley (novamente Kristen, por favor, assista ao filme e aprenda como chorar e ter mais de duas expressões). A intérprete de Hazel Grace dá um show com olhares, sorrisos, alteração de tom de voz e expressões corporais, transferindo sensibilidade e emoção à trama.

Os diálogos rápidos e o foco quase que exclusivo nos dois protagonistas e seus dilemas com a doença deixa a história com uma simplicidade juvenil, condizente com a proposta da obra de valorizar o amor adolescente. Assim como a irreverência da dupla ao tratar muitas vezes seus problemas clínicos de forma descontraída e brincalhona, apesar de tudo, sem a autopiedade comum ao gênero, o que cria algumas passagens engraçadas.

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Por fim, apesar do final previsível, o trabalho feito com um tema espinhoso como o câncer na adolescência e uma história de amor com data de validade compõem um romance bonito, verossímil e comovente e que justifica o sucesso e a expectativa gerada.

Obs.: Desde a morte de Mufasa em O Rei Leão, não me lembro de ter visto tantas pessoas chorando no cinema. A Lu alegou um rápido resfriado causado pelo ar condicionado, mas sou capaz de jurar tê-la visto com olhos marejados por outro motivo.

Se você ainda não viu, assista e conte-nos o que achou. É uma boa dica para o fim de semana.

Godzilla – Nossas impressões

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Fã confesso de tudo quanto é tipo de dinossauro, ficção científica e muito efeito especial, estava ansioso pela estreia de Godzilla (não tanto como pela de Planeta dos Macacos, mas estava). Alguns pontos despertavam o interesse no filme: primeiro, porque gostando ou não, o monstrengo é um clássico e com 60 anos no ar merece respeito; segundo, porque queria ver a história (que é legal) criada a partir de uma qualidade gráfica muito superior ao trashismo dos filmes antigos e terceiro, por poder reencontrar o querido Mr. White na tela, relembrando com saudade as tardes de Breaking Bad.

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A história contextualiza rapidamente o que é o God (pros íntimos), mas apresenta outra faceta do predador, mais amigo da garotada. Além disso, opõe o bichão a uma nova raça de criaturas gigantes famintas por energia nuclear, o que deixa a expectativa do confronto entre eles mais excitante.

Ao contrário do que havia lido em algumas críticas, não achei que o Godzilla demorou tanto a aparecer, relegando ao astro o papel de coadjuvante em seu próprio filme. Com certeza a trama valoriza demais o drama humano (excessivamente, ao meu gosto), mas entendo que em obras desse tipo, como as adaptações de HQ’s, é sempre necessário “comercializar” a história para o público que não é fã de carteirinha e está ali apenas buscando um entretenimento qualquer, por isso os romances, dramas, choros, “Eu te amo” etc.

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Como admirador, esperava poder ver mais o predador em ação brigando e quebrando tudo. Parece que o filme fica muitas vezes em modo teaser, “mostrando sem mostrar” o que a gente quer de fato ver. Em contrapartida, as filmagens do chão e a câmera em primeira pessoa são bem legais e dão um movimento interessante ao filme. O aspecto “mégalo” das cenas em que as criaturas estão em ação também é empolgante com prédios imensos sendo destruídos sem esforço.

Resumindo, é um filme legal, longe de ser fantástico, mas com algumas sequências excitantes, bons efeitos especiais e uma recriação melhor do que todos os Godzilla anteriores, o que, sem dúvida, gera uma boa pedida para o fim de semana. Agora, se você não consegue fazer a catarse de ações absolutamente irreais acontecendo em nosso mundo e vê o exagero cinematográfico americano (apesar do monstro originalmente japonês é o filme mais hollywoodiano da série) como uma grande tosqueira, nem vá, opte por Mulheres ao Ataque ou coisa do tipo.

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Nota triste: o 3D praticamente inexiste. Não justifica o valor 2 vezes mais caro do que uma sessão comum.

Já viu? Fala aí.

Playlist de Maio – Músicas de Cinema

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Com um mês cheio de estreias legais nas telonas separamos como tema da Playlist de Maio algumas trilhas famosas que embalaram sucessos no cinema. A escolha não foi fácil (tô triste até agora por deixar I Don’t Want To Miss A Thing do Aerosmith – Armagedom de fora), mas como não dá pra escolher tudo, selecionamos aquelas que eram unanimidade no casal. A ideia também é levantar a bola para outras sugestões. Todo mundo tem em seu íntimo as preferidas que ajudaram a despertar gargalhadas, choros de soluços (Can you feel the love tonight  – O Rei Leão), tensão, sustos, esperança, enfim, todas as emoções que a sétima arte tem o dom de despertar e que são catalisadas pela trilha e sonoplastia. Por isso, fala aí. Qual trilha de cinema nunca saiu da sua cabeça?

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Vanessa Carlton – Thousand Miles – As Branquelas

James Blunt- Same Mistake – P.S: Eu te amo

Goo Goo Dolls – Iris – Cidade dos Anjos (uma de nossas músicas – todo casal tem uma)

Counting Crows – Accidentally in Love – Shrek 2

Beyonce & Andre 3000 – Back to Black (Prefiro a versão original da Amy Winehouse) – O Grande Gatsby

Colbie Caillat – You got me – Cartas para Julieta

KT Tunstall – Suddenly I see – O Diabo Veste Prada

Adelle – Skyfall – 007 Operação Skyfall

Damien Rice – The Blower´s Daughter – Closer

E aí, qual a sua preferida ou que pra você tinha obrigação de estar nessa lista?

Noé – Nossas impressões

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Nóe, enfim, estreou e levou com ele milhares de pessoas aos cinemas de todo o planeta. Com trailers fantásticos, shows em efeitos especiais e atores de nível como Russell Crowe, Anthony Hopkins e Emma Watson era de se esperar que o filme fosse nada menos que monumental. O que chega a ser decepcionante quando ao sair do cinema você o considera apenas bom.

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A história narra o fim e o recomeço apocalíptico da civilização após Deus considerar a humanidade culpada pela destruição das belezas e dos valores do planeta. O conflito existencialista do Noé vivido por Crowe é interessante e o seu fundamentalismo extremo, muitas vezes questionável, deixa o personagem humano, verossímil para uma narrativa onde o comportamento da espécie está sendo julgado e condenado com o grande dilúvio. Mas explorar esse lado moral da história deixou frustrado quem, após as chamadas apresentadas, esperava uma direção de arte e efeitos especiais muito mais intensos. Esse era um grande barato da história, um contexto onde o exagero, sempre tantas vezes criticado seria bem visto e até esperado. Faltaram detalhes e tempo de cena que evidenciassem uma tempestade como jamais vista, um dilúvio apocalíptico, uma migração épica de todas as espécies do mundo para um barco tão extraordinariamente imenso para comportar essa invasão.

O filme também dedica muito tempo ao antagonismo Noé x Tubal-Cain, o que, a nós, não empolgou. Parece mais uma forçação de barra em busca de um herói e um vilão para preencher o clichê cinematográfico hollywoodiano. Não que esse clichê seja um problema, porém, esse enfoque muda um pouco a perspectiva do grande dilúvio e tira espaço para dilemas mais curiosos.

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Contudo, a história é bonita e independente da opção religiosa, tem uma abordagem fantasiosa interessante, como os Guardiões que mais parece terem saído do Senhor dos Anéis. Destaque para as sequências em animação (tipo stop motion) que ficaram ótimas. O jeitão gladiador de Crowe também está lá, mas combina com a proposta épica da história de Noé. O 3D poderia ter sido melhor explorado. Em algumas cenas, como quando  os pássaros entram na arca, fica nítido, outras, nem tanto.

Em todo o caso, essa se trata de uma análise absolutamente parcial, sobre o que nós achamos do filme. Para tirar suas próprias conclusões, assista e comente. A história vale o ingresso e é uma boa pedida para o final de semana. Confira o trailer: