11 pequenas descobertas da vida a dois

Passados pouco mais de 7 meses desde o “sim” definitivo, estamos experimentando um mar de descobertas a cada novo dia. Viver a dois dividindo uma casa é também dividir momentos de extrema felicidade, algumas frustrações e outras coisas menores que serão parte fundamental de sua vida sem que ao menos se dê conta, como tirar o lixo e fazer as compras no sábado. E isso definitivamente não é ruim (pelo menos a maior parte, as vasilhas da pia são ruim sim). É uma nova rotina, diferente e simples, mas com detalhes nos quais estão escondidas as pequenas alegrias de uma vida a dois.

Por isso, abaixo listamos algumas dos detalhes que percebemos nesse pouco tempo, desde que nos mudamos da casa dos nossos pais para o nosso novo home sweet home. Alguém se identifica?

1- A velocidade bizarra que uma geladeira se esvazia depois de fazer supermercado.

 

 


2- Tirar o lixo é bem importante, mas ainda nos esquecemos dele várias vezes. (E infelizmente a quantidade de lixo que um simples casal é capaz de produzir!)

 

 

3- Se o parceiro não entrar na dieta, você não vai emagrecer. (Um salve pra batata recheada do último domingo a noite com Neflix).

 

 

4- Acordar e dormir ao lado de quem se ama é uma das melhores coisas do MUNDO. Fato!

 

 

5- As contas nunca param de chegar, por mais que você as pague todos os meses.

 

 

6- A liberdade de não ter de dividir a TV com a novela da sua mãe é mágica (mas ainda sim às vezes tem o tal canal de futebol do marido. P.S.: alguém me explica a necessidade de ver um jogo repetido que você já sabe o resultado? )

 

 

7- Dar faxina não é tão romântico como nos filmes do cinema.

 

 

8- A personalidade do casal não muda. Somos exatamente iguais a antes do casamento, só que mais próximos, mais companheiros e mais apaixonados.

 

 

9- É difícil guardar dinheiro com tantos sonhos e possibilidades a realizar.

 

 

10- A saudade dos seus pais é um temperinho maravilhoso para os encontros com eles.

 

 

11- A sujeira das vasilhas é exponencial, nunca acaba. Pior do que as contas.

 

 

12- As plantas morrem se não regá-las. Essa descoberta foi bem triste na verdade.

#FICAADICA BH | 68 La Pizzeria

Quer um lugar legal para sair em casal ou curtir com a família? A 68 La Pizzeria é uma boa dica! No coração do bairro de Lourdes, a 68 possui uma decoração elegante, moderna e diferenciada. O espaço possui pequenos lounges, um salão principal, outros menores, uma adega e um lindo espaço aberto nos fundos, que pode ser fechado para festas particulares. O atendimento é bom e as opções do cardápio que honram a verdadeira pizza de Nápoles são de dar água na boca.

Escolhemos um dos sabores de pizzas mais famosos da casa: La Premiata: Muçarela especial, queijo parmesão, champignon trifolati, brie, presunto de Parma e basílico. E olha, que boa escolha, viu?!  É divina! Massa crocante, recheio delicioso.

Não é um lugar dos mais baratos, mas não achamos nada absurdo. A casa possui ainda várias cervejas artesanais, vinhos dos mais variados tipos e sobremesas divinas. Com certeza valeu a pena a visita.

RUA FELIPE SANTOS 68   .   LOURDES  T:  31 3291-7466  BH.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Treinamento para filhos | Ter ou não ter um cãozinho?

Desde que eu me entendo por gente lembro-me de ter um cachorro em casa. Tinha vira-lata, cachorro de raça, filhotes e mais filhotes para doar. Com um quintal grande era fácil convencer meu pai de que eu queria mais um filhote. A Luna, nossa Poodle que hoje tem 18 anos, eu mesma escolhi. Se for pensar bem, ela fez parte de mais da metade da minha vida, e em praticamente todos os momentos ela estava presente.

Luna: velhinha cãopanheira.

Com o Patrick não foi diferente. Quintal grande, cachorros e mais cachorros: Vira-lata, Pastores (Belga, Alemão, Malinois), Dobermann, Rottweiler e uma infinidade de Nero e Nilo (não sei porque repetiam tanto os nomes, rsrs), de modo que crescer e viver na companhia de um amigão de 4 patas não é só normal, como faz parte da concepção de família dele.

Jolie, quanta delicadeza! Quem vê assim até pensa.

E foi assim, até nos casarmos. Antes de sairmos da casa dos pais eu vivia cercada pela onipresença da Luna com seus passinhos minúsculos ao lado da minha janela toda manhã e com a molecagem da nova habitante Jolie, nossa linda pastora alemão de energia interminável (sério, sabe o Marley do filme? Ela é 10x mais agitada, acredite). Já ele não desgarrava da doce Luna (sim, o mesmo nome da minha, eles tem esse probleminha), também pastora, mas uma lady totalmente diferente da Jolie e a Serena, vira-lata fofinha e peluda que não cansa de pular na gente.

Luna sendo Luna. Serena sendo Serena.

Quando nos casamos, toda essa ninhada ficou na casa dos pais. Afinal, é impossível conceber dois pastores dividindo espaço com a gente em um apê de 70 metros quadrados, enclausurados sozinhos durante o dia. Foi triste. Acho que até mais pra ele, já que sempre foi muito apegado. De modo que conversamos sobre, um dia, quem sabe, adotarmos um filhote.

Era uma vez um jardim. A verdadeira face da Jolie.

Esse é sempre um assunto em pauta. Ele sonha com um Beagle, eu penso em alguns mais dóceis e tranquilos. Mas a verdade é que decidimos, por ora, adiar esse sonho. Com 4 meses de casados estamos, enfim, se adaptando à nossa rotina e por mais que gostaríamos, não cabe um cachorrinho em nossas vidas agora. Não é só a falta de espaço/estrutura. É a falta de tempo de qualidade para ficar com ele. É a falta de humanidade em deixá-lo preso todo dia em um lugar em que ele mal terá como gastar sua energia, na solidão por 10, 12 horas. E é abrir mão de um estilo de vida que pela primeira vez estamos tendo um gostinho, de sermos livres, mesmo estando casados. De sermos desimpedidos para pegarmos o carro e viajar sem ter que avisar a ninguém ou conciliar com a família para ficar com ele. É não se ver obrigado a nenhuma responsabilidade que tire o nosso tempo de estar junto, uma das coisas que mais prezamos (porque é óbvio que se dedicar a cuidar de uma vida como a deles exige extrema responsabilidade). É querer não ter rotina dentro da própria rotina. (É também preservar todos os móveis novinhos de um lar recém-criado – Ai meu sofá branquinho!). Enfim, é aceitar que hoje precisamos priorizar, e priorizar significa abrir mão. Corta o coração vê-lo se despedir da Luna e tem horas que adoraria levar a Jolie pra casa, mas no momento escolhemos nos curtir e aproveitar a delícia de um período novo em nossas vidas, deixando o terceiro membro da família para daqui alguns anos. Quando isso acontecer, talvez nossa família seja mais completa (estilo a três?), e será um caminho natural percorrido com paciência e aceitação daquilo que podemos oferecer.

E você? Tem um animalzinho na família (gato, cachorro, periquito)? Casou e levou o cãozinho? Deu certo? Pensa em levá-lo se casar? Conta aí!

 

 

Personalizando o apê | Como fazer uma composição de quadros

Desde muito antes de sequer escolhermos nossa casa, ou onde ela seria e como seria, uma definição nós já tínhamos: queríamos encher ela de quadros, com elementos que pudessem nos representar de alguma forma. Não era só ir em um lugar, escolher um layout e levar pra casa, mas sim de forma que pudéssemos montá-la, com a nossa cara. E assim tem sido. Como decidimos por uma decoração entre o preto e branco, com detalhes geométricos, os quadros seguiram essa linha também.

Assim, tiramos uma fotografia da parede em que os quadros seriam colocados, levamos ela pro programa e começamos a escolher uma composição com alguns quadrinhos. Testamos várias, buscando algo harmonioso, mas assimétrico, que sempre proporciona um certo dinamismo pra área. Algumas opções de encaixe:quadros-pc

Ao. longo desse processo, fomos produzindo os quadros. Os layouts foram produzidos em gráfica e as molduras, em uma loja do bairro, dessas que se encontra sem dificuldade. Até agora, para esse painel da sala, são 6 quadros, 2 de 22×22, 2 panorâmicos de 65×25 e 2 de 30×40 cm. Todos com a moldura preta, entre 2 e 3 cm.quadros-comp

Já. com os quadros prontos e a combinação escolhida o desafio foi montar a composição na parede evitando que ficassem tortos ou o alinhamento desigual entre eles. Essa foi a parte mais difícil. Medimos as dimensões, buscando manter 5 cm entre cada um (nós escolhemos o tamanho, você pode colocar como quiser).1

Por fim, o resultado:

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Ainda faltam alguns em outra parede, mas já deu pra ter ideia. Gosta de inventar moda também? Conta aí.

Diário de bordo | primeiros 60 dias de casados

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Não sei como é para as mulheres, mas entre os homens é quase consenso:

– Casou? Puts! Prepare-se.

– Tenha calma e haja paciência!

– Sua vida será outra. Muda completamente!!

– Namorar é uma coisa, casar é ooooutraaa! Totalmente diferente.

– Prepare-se pra conhecer uma nova Luiza!

– Dormir sob o mesmo teto é muito diferente!! Bem mais difícil!

– Antes vocês discutiam e bastava deixá-la em casa. Agora tem que dormir com o inimigo. É complicado…

– Aproveita, meu amigo. Aproveita enquanto está namorando, porque no dia seguinte ao casamento, tudo começa a mudar.

E passados exatos dois meses do dia em que subimos ao altar, devo dizer: nada disso ainda foi verdade. Pelo contrário. Talvez esses tenham sido os dois meses mais divertidos de nosso relacionamento, pelo menos para mim.

Sim, algumas coisas mudam. É uma nova rotina, um novo lugar onde morar, uma nova forma de fazer as coisas, novas despesas, cozinhar, lavar, faxinar.

Sim, alguns conflitos existem. Ela não gosta que eu deixe as gavetas abertas e eu não gosto que ela ande descalça.

Mas tudo isso é totalmente solucionável, com pequenas adaptações valiosas para uma convivência em harmonia. Além disso, são parte interessante de encaixe e que discutimos, refletimos, corrigimos, policiamos e vamos vivendo em frente. Sem o mínimo estresse.

Novos prazeres são descobertos a partir de novos hábitos e formas de se fazer velhas situações tem uma nova cara. Muito mais empática. Dar faxina? Ok, não é meu hobby preferido para um sábado de manhã. Mas limpar a sua casa e os móveis que você escolheu com carinho para receber seus pais em um almoço junto de sua esposa, ouvindo música, já não parece um monstro tão grande, pelo contrário. Cozinhar a dois? Pode ser também muito divertido. Lavar a roupa (a máquina lava) enquanto o outro tira o lixo e arruma a cama? Tudo certo também. Lavar o banhei… (não, esse tópico ainda estamos em fase de negociação). Mas o certo é que uma divisão de tarefas equilibrada deixa tudo mais fácil, sem que nenhum possa jogar alguma coisa na cara do outro.

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E aquele papo de que você não conhece a pessoa até morar junto é a maior balela do mundo. Acho que é muito mais o fato de você não conhecê-la bem enquanto namoram, aí, naturalmente, quando se casarem vocês perceberão as diferenças, porque não se conheceram mesmo ora. Mas para nós, ainda mais depois de tanto tempo de namoro, cada defeito e virtude do outro são muito íntimos a nós. Reconhecemos aquilo que deixa o outro feliz; aquilo que o chateia; aquilo que simplesmente não importa; aquilo que importa muito. Então não há muito porque ter conflito de convivência. Para nós, por ora, o que temos é uma profunda afinidade reforçada pela proximidade e relação diária. Vivemos evitando os conflitos e buscando os momentos de felicidade, que muitas vezes são os mais simples, como acordar junto e fazer uma hora até levantar, esperar o outro para escovar os dentes dançando e, até, (pasmem) dar a terrível faxina.

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Por enquanto é isso. Como disse acima, são apenas 2 meses. O universo é pequeno para qualquer pesquisa mais profunda, mas sobrevivemos bem e seguimos adaptando da melhor forma como conseguimos. O casamento não é o monstro que as vezes tentam nos vender. Principalmente se você escolher a pessoa certa, como eu felizmente escolhi. Câmbio, desligo.

 

 

Nossos votos | Dele para ela

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“Meu luar.

Em quase todas as culturas que habitaram o planeta a lua sempre teve papel capital. Em muitas ela assumiu identidades divinas. Já foi Isis, já foi Diana, já foi Shiva. Em outras influenciou no momento da caça, da pesca e da plantação. E em quase todas foi e continua sendo nossa principal baliza determinante do tempo –  tempo, esse nosso companheiro de tantos carnavais e de tão lindas memórias.

Seu ciclo, dividido em fases marcam as etapas da vida humana. Mas poderia também marcar a etapa de nossa vida. A Nova, no caso, seria o início. Um pedido de namoro adolescente, 12 anos atrás. Assim como a lua, ela ainda era escura, misteriosa. Como sua face escondida do sol nosso relacionamento era algo que não sabíamos o que seria, desconhecido, sem visão de futuro. Mas para nós bastava. Nosso único compromisso era entre nós mesmos e a felicidade morava logo ali, entre uma e outra rua do Santa Inês, sem cobrança, sem pressão, sem a tão distante vida adulta.

Mas, assim como a face visível da lua, nossas ambições também cresceram. De Nova passou a Crescente. De namorico passou a namoro sério. Novas obrigações e desafios exigiram mais. Mais cuidado, mais presença, mais amor. Namorar deixou de ser nossa única função, mas continuou sendo nossa principal busca por felicidade.

E hoje, como a lua perfeita a iluminar esse céu, chegamos a fase Cheia. Tão mística, tão reveladora e tão fascinante. Hoje, minha lua, nos casamos. Hoje nos abrimos completamente um ao outro, nos desnudamos de qualquer segredo e nos revelamos de corpo e alma. Hoje, todas as crateras são visíveis, sem máscara, sem sombra, e o lado oculto de cada um começa a ser evidente. Mas hoje também é quando começamos a viver a luz em estado pleno e que nos deixa vislumbrar um futuro mais nítido. Um futuro de doação, de amor que se constrói, de respeito absoluto e de confiança inabalável. De união, tão forte como a força das marés. Aliás, que a lua cheia de hoje aja em nossa vida como age no mar que tanto amamos, trazendo ondas de afeto desmedido e levando pra longe as impurezas de um relacionamento destrutivo.

Que possamos viver intensamente essa fase tão esplendorosa da vida. Uma fase cheia de luz e rodeada, como hoje, por pessoas que amamos. E que quando começarmos a viver a fase Minguante, que essa nos traga a serenidade de um amor tranquilo, que encontrou sossego no peito e no coração do outro. Que saibamos que o amor aquece, mas também abranda e também acalma, sem deixar de ser amor.

Hoje, meu chamego, me caso com a minha lua. Ela, sempre um farol natural a orientar os viajantes – já ilumina o meu caminho há 12 anos. Mas dessa noite em diante será pra sempre somente a minha guia, minha companheira de jornada, me afastando da solidão até nas horas mais escuras.

Hoje, encontrei você. E prometo não te deixar ir embora pela manhã quando o sol chegar.

Minha Lu, minha luz, minha lua.

Com amor, Patrick. ”

 

 

 

Nossos votos | Dela para ele

14370193_1742354612696624_6015580735023684667_n“Há mais de 12 anos atrás decidimos caminhar juntos. Mesmo tão jovens e sem entender o peso que essa decisão teria em nossas vidas embarcamos nessa linda jornada que nos trouxe até aqui.

E não é que aquele jovem casal de adolescentes estava certo?
Passamos por muitas fases juntos, amadurecemos e vimos o nosso amor florescer.
A ansiedade e intensidade da adolescência deu lugar a um amor tranquilo e sólido e fomos percebendo que já não fazia sentido caminhar sem o outro.
Eu desejo que sejamos sempre melhores juntos, que a paciência, respeito e amor reine em nosso lar. Que tenha leveza, que o amor nos transborde e nos transforme.
Que eu possa ser para você seu porto-seguro, sua melhor amiga, seu amparo nos momentos difíceis, sua alegria ao voltar para casa e ser seu eterno amor.
E se eu pudesse voltar há 12 anos atrás eu faria tudo novamente e escolheria você todas as vezes para ser meu par.
Amo muito você.
Lu”

Quem casa quer casa | Em busca do apartamento perfeito

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Quem casa quer casa, já dizia mamãe Ana. E agora, faltando pouco mais de 30 dias pro casório esse tem sido nosso principal ponto de discussão. Confesso que esperávamos que fosse mais fácil, até pelo cenário econômico no qual a oferta é gigante e os preços tendem a diminuir, mas a verdade é que aliar a expectativa de tudo que sonhamos com a realidade do que encontramos é um desafio importante a superar. E olha que nosso perfil nem é tão difícil assim.

Desde muito cedo havíamos decidido pelo aluguel ao invés da compra. E por mais que seja difícil explicar pra quem sempre achou que “quem compra terra não erra” e que “alugar é dar dinheiro pros outros”, para nós parecia óbvio. Razões não faltam: primeiro por não nos agradar a possibilidade de acordar todo dia sabendo que temos a dívida de um financiamento altíssimo para pagar por 20 anos ou mais! É uma sentença pesadíssima! Sem contar o momento de alto juros do mercado. O aluguel, se passarmos por um período de desemprego ou coisa do tipo nos da a flexibilidade de buscar algo mais acessível sem um vínculo grandioso desses. Ah, a flexibilidade, inclusive, é o principal atrativo. Somos jovens de modo que não há nada perto do definitivo em nossas vidas. Se amanhã aparecer um emprego legal em outro canto do país ou do mundo simplesmente entregamos o apê e partimos pra outra. Sem estresse de parcela ou ter que procurar vender. Hoje valorizamos em absoluto nossa qualidade de vida, e isso inclui passar menos tempo no trânsito e mais tempo entre a gente. Então procuramos por um apê pequenininho, ajeitado e bem próximo do nosso trabalho, de modo que possamos ir a pé ou de bike. Já pensou no que isso representa? Poder acordar mais tarde, chegar do serviço mais cedo, não passar aperto com busão lotado na hora do rush e até almoçar em casa. É tudo o que queremos. E se amanhã tivermos um filhote, beleza, mudamos de um apê de 2 quartos pra um de 3, talvez mais distante, mas até lá vamos acumulando uma gordurinha para quando criar patrimônio for de fato uma real necessidade. Hoje, definitivamente, não é o caso. Entendemos quem pensa diferente, mas para nós essa é uma decisão felizmente acordada.

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Como amamos essa vista!

Com base em tudo isso juntamos os principais sites de aluguel da cidade e partimos a procura de um lar para chamar de nosso. A princípio, os itens imprescindíveis eram poucos: apartamento pequeno (já que seremos só nós 2 e passamos o dia todo fora), na região centro-sul (perto do trabalho), armários e pelo menos uma vaga de garagem livre e coberta. Só isso! Moleza, certo? Nem tanto. Já visitamos quase 10. Gostamos de uns 4 e apaixonamos por 2. Muitos são bonitos na foto, mas não tem nem uma Araújo por perto (se você mora em BH sabe que Araújo tem até no fim do mundo). Outros têm uma vista legal, mas o prédio por fora é meio caidão. E tem os lindos apaixonantes que geralmente são os mais caros e nos fazem repensar a verba disponível para moradia. Esses são f***, porque visitamos e amamos, de modo que já começamos a varrer o Pinterest pensando nas possibilidades de decoração até a imobiliária nos dar o retorno da proposta e fazer o sonho desmoronar. #triste

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Mas a saga continua! Com mais duas visitas agendadas seguimos atrás do nosso recanto do guerreiro. Afinal, semana que vem a cama já chega e ainda não temos um quarto para colocá-la.

 

Leia também: O primeiro móvel a gente nunca esquece

Tensão Pré-Casamento – por um noivo limitado

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Não sei como é para os outros noivos, mas para mim, o casamento é dividido em duas frentes. A primeira e tão celebrada é a cerimônia, com toda a sua festa, pompa e diversão. A segunda é o pós-cerimônia, com a mobília do apartamento e todo seu planejamento para uma vida diferente, casado, em uma nova família fora da casa dos pais. E dentre as duas, confesso, sempre me preocupei muito mais com a segunda.

A festa deve ser linda, afinal, está sendo preparada há mais de 18 meses e independente das coisas saírem ou não como esperado, deverá ser ótima. Ora, estaremos rodeados por pessoas que amamos, sentindo o carinho e a boa energia de amigos especiais, tomando Whisky, sorrindo, dançando e celebrando como nunca.

Já a vida de casado envolve algo que eu nunca vivi. Muito distante da minha realidade. Com novas responsabilidades administrativas que vão de lavar minha própria meia a ter de trocar o gás da cozinha (ou será que não troca? É encanado ou botijão?). O relacionamento também atinge uma nova escala, agora muito mais íntimo, físico e emocional. Isso parece o máximo, mas como toda grande mudança gera incertezas, cria dúvidas e motiva expectativas.

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Feira de noivos!

Por tudo isso e somado pelo fato de ter uma leonina ex-coordenadora de projetos ao meu lado, admito, até agora grande parte do trampo ficou com ela. Também pudera. Imbuída por esse sentimento arrebatador que contamina toda mulher em período pré-casamento, ela conseguia focar em 10 coisas diferentes ao mesmo tempo, enquanto eu, coitado, fazia de tudo para parecer entender aquela única função que ela tinha me passado. Mesmo porque, se não entendesse, tudo bem, ainda faltava tanto tempo para o evento.

Mas agora, faltando apenas 3 meses, finalmente me sinto próximo do casório. Ainda não ando com tantos checklists quanto ela, mas a TPC (tensão pré-casamento) está batendo. De modo que por mais que tenhamos feito tanto, ainda parece muito a se fazer. É reunião com fornecedor, tirar certidão de nascimento no cartório (por que, Deus?), reservar hotel, comprar as últimas bebidas, escolher o terno, fechar a lista de convidados (ah, a lista de convidados!!!). Pus, não vim com o modo noivo inserido em meu hardware como toda mulher parece vir. Isso porque ela, profissional do matrimônio, ainda absorve boa parte dos preparativos. Fico imaginando como seria um casamento meu comigo mesmo. É certo que seria um churrasco, no sábado, organizado na sexta, com um checklist de carne, carvão, cerveja, refri, um bom churrasqueiro e uma bandinha pra animar a rapaziada.

De todo modo, vamos tocando em frente. Com o foco agora quase que absoluto na maridança. Com a minha programação anotada, vou eliminando um item por vez, não com a destreza multitarefa dela, mas com a limitação mundana de um noivo em pré-pânico. E saiba, se alguma coisa não der certo no grande dia, muito provavelmente a culpa é desse reles mortal que vos escreve.

 

#FICAADICA BH | A Pão de Queijaria

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Fala sério. Quem não ama pão de queijo? Nós, mineiros de alma e coração, amamos. Seja o da sogra, da mame, da padaria, da lanchonete ou acompanhado de suco, café ou refri, é sempre o quitute número 1. Mas o que não sabíamos é que temos em BH uma casa especializada nesse trenzinho tão danado de bom. É a Pão de Queijaria, localizada na R. Antônio de Albuquerque, 856, Funcionários.

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O ambiente é moderninho, pequeno, mas aconchegante. Tem uma decoração descolada na parte interna e também mesinhas externas na calçada.

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Como o próprio nome já diz o lugar possui pão de queijo de todo tipo. Do pãozinho simples até os mais variados recheios, com ingredientes exóticos e tradicionais. E tem aqueles feitos com todo tipo de queijo, como o Canastra, Salitre, Parmesão d’Alagoa, Gruyére, cada um mais gostoso que o outro.

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Para começar pedimos dois pães de queijo recheados com o nome de Hambúrguer Mineiro. Hambúrguer de verdade, com carne de boi, porco, salaminho, pétalas de cebola na cerveja preta, queijo Minas e alface americana.

Depois o Patrick pediu o Pernil do Chovinista, pão de queijo recheado com lâminas de pernil, bacon, couve frita e queijo Minas. Provei um pedacinho e concordamos que esse era ainda melhor.

pdq5Os valores vão de R$3 do pãozinho de queijo simples até R$26, sendo esses os recheados com 2 acompanhamentos. Tem para todos os gostos, bolsos e pedidas, afinal fomos em um sábado à noite pra conhecer, mas bem que poderia ter sido para um cafézinho da tarde também.

OMG! Tinha um ketchup delicioso feito por eles com goiabada. Saímos viciados.

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R. Antônio de Albuquerque, 856 – Funcionários, Belo Horizonte | Telefone:(31) 3244-2738