#FICAADICA BH | Ateliê Wals

No início do mês fomos conhecer o recém inaugurado Ateliê da Wals. Os irmãos donos da Cervejaria Wals, já conhecida em BH, conseguiram lançar uma proposta diferente que alia design, arquitetura e tecnologia em um ambiente descolado e ao mesmo tempo elegante.

Após o impacto inicial da bela fachada do bar, fomos convidados a descer até o espaço de convivência, que se divide entre uma grande área de espera ao ar livre com DJ, a área do balcão onde as bebidas são servidas e as mesas de atendimento. O DJ anima a galera que aguarda por um SMS em seu celular avisando da liberação de sua mesa. Esperamos por 1 hora junto com um casal de amigos, mas pareceu passar um pouco mais rápido por causa desse diferencial. No espaço você pode consumir normalmente e como é aberto, vá bem agasalhado pois venta e faz bastante frio.

Ao chegar o lugar já causa um efeito UAU. Uma linda cortina de rolhas de vinho no teto, uma área de balcão enorme e bastante chamativa no centro, lustres de bolas de vidro e tonéis de madeira por todos os lados. Nossa mesa ficou um pouco escondida e achamos os garçons apesar de simpáticos, ainda se adaptando ao lançamento do espaço.

O cardápio é salgado. Drinks simples como caipirinhas custam R$25,00 e não entregam o que prometem. Tomei uma que apesar de boa, não pagaria novamente e minha amiga tomou o Petroleum Bomb que era muito amargo (feito de cerveja e portanto boa pra quem gosta – não era o meu caso).

Os chopes são variados, com preço médio de R$ 13 e tem o DNA da cervejaria que se tornou famosa para o público mineiro, com sabores mais cítricos e exóticos.

Para comer pedimos para 4 pessoas dois pratos: um torresmo de barriga e uma porção de filet mignon com fritas. O torresmo estava muito gostoso, porém mais uma vez muito caro pelo custo/benefício. Já o filet veio com uma apresentação tão simples (em um prato branco sem nada) que em botecos já comemos mais bem apresentado, mas estava gostoso. Por último uma sobremesa boa, exceto o sorvete de cerveja. Não que fosse ruim, mas em um lugar que se presta por um atendimento premium, de alto valor agregado, deveria entregar mais e melhor para justificar o custo e a experiência.

No geral gostamos. O visual do espaço chama atenção, mas peca por ainda não entregar a experiência que se propõe de um produto como esse. Acredito até que com o tempo os preços e os serviços sofrerão ajustes (porque a Backer, por exemplo, lá do ladinho oferece opções de valor mais razoáveis). Descolado, bonito, lojinha de conveniência com produtos da marca, diferente e legal para conhecer algo novo em Belory Hills.

 

Fica a Dica: O espaço tem estacionamento gratuito, mas é limitado a quantidade de carros. Chegue cedo e não sofra com os flanelinhas.

ONDE FICA?
R. Gabriela de Melo, 566 – Olhos D’Água, Belo Horizonte – MG

#FICAADICA BH | 68 La Pizzeria

Quer um lugar legal para sair em casal ou curtir com a família? A 68 La Pizzeria é uma boa dica! No coração do bairro de Lourdes, a 68 possui uma decoração elegante, moderna e diferenciada. O espaço possui pequenos lounges, um salão principal, outros menores, uma adega e um lindo espaço aberto nos fundos, que pode ser fechado para festas particulares. O atendimento é bom e as opções do cardápio que honram a verdadeira pizza de Nápoles são de dar água na boca.

Escolhemos um dos sabores de pizzas mais famosos da casa: La Premiata: Muçarela especial, queijo parmesão, champignon trifolati, brie, presunto de Parma e basílico. E olha, que boa escolha, viu?!  É divina! Massa crocante, recheio delicioso.

Não é um lugar dos mais baratos, mas não achamos nada absurdo. A casa possui ainda várias cervejas artesanais, vinhos dos mais variados tipos e sobremesas divinas. Com certeza valeu a pena a visita.

RUA FELIPE SANTOS 68   .   LOURDES  T:  31 3291-7466  BH.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

#FICAADICA BH | A Pão de Queijaria

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Fala sério. Quem não ama pão de queijo? Nós, mineiros de alma e coração, amamos. Seja o da sogra, da mame, da padaria, da lanchonete ou acompanhado de suco, café ou refri, é sempre o quitute número 1. Mas o que não sabíamos é que temos em BH uma casa especializada nesse trenzinho tão danado de bom. É a Pão de Queijaria, localizada na R. Antônio de Albuquerque, 856, Funcionários.

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O ambiente é moderninho, pequeno, mas aconchegante. Tem uma decoração descolada na parte interna e também mesinhas externas na calçada.

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Como o próprio nome já diz o lugar possui pão de queijo de todo tipo. Do pãozinho simples até os mais variados recheios, com ingredientes exóticos e tradicionais. E tem aqueles feitos com todo tipo de queijo, como o Canastra, Salitre, Parmesão d’Alagoa, Gruyére, cada um mais gostoso que o outro.

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Para começar pedimos dois pães de queijo recheados com o nome de Hambúrguer Mineiro. Hambúrguer de verdade, com carne de boi, porco, salaminho, pétalas de cebola na cerveja preta, queijo Minas e alface americana.

Depois o Patrick pediu o Pernil do Chovinista, pão de queijo recheado com lâminas de pernil, bacon, couve frita e queijo Minas. Provei um pedacinho e concordamos que esse era ainda melhor.

pdq5Os valores vão de R$3 do pãozinho de queijo simples até R$26, sendo esses os recheados com 2 acompanhamentos. Tem para todos os gostos, bolsos e pedidas, afinal fomos em um sábado à noite pra conhecer, mas bem que poderia ter sido para um cafézinho da tarde também.

OMG! Tinha um ketchup delicioso feito por eles com goiabada. Saímos viciados.

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R. Antônio de Albuquerque, 856 – Funcionários, Belo Horizonte | Telefone:(31) 3244-2738

Dicas de Viagem | Paraty – RJ

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Sabe aquele lugar lindo que você fica namorando por séculos até que finalmente decide ir e chegando lá vê que não é nada do que você pensava… mas muito mais? Então, assim foi conosco quando decidimos ir à Paraty nas férias desse fim de ano. A cidade litorânea com jeitinho da Tiradentes mineira já permeava nosso roteiro imaginário por toda sua efervescência cultural, sua arquitetura charmosa e sua localização estratégica, pertinho de inúmeros paraísos. E foi com base nisso que num dia qualquer reservamos 5 diárias na Pousada Doce Paraty (ótima estrutura, bom preço e muito bem localizada, dentro do centro histórico), colocamos nossas coisas no carro e partimos.

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Para quem não conhece a cidade é importante dizer que Paraty tem meio que duas partes, sendo o centro histórico pequeno e mais próximo do cais e da praia, com ruelas pequenas de pedra e casinhas em estilo colonial, cheias de bares, restaurantes, pousadas e lojas de artesanatos super legais, e a parte “nova” na entrada da cidade em que sua estrutura com supermercados, farmácias, Subway e asfalto lembra o de uma cidade pequena qualquer.

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Obs.: Por que ir de carro? Após várias pesquisas decidimos que a melhor forma de ir para lá saindo de BH era mesmo de carro. Primeiro, não é assim tão looonge (600 Km, cerca de 9 horas indo devagar e parando ao longo do caminho pra almoçar e curtir a paisagem). Aliás a paisagem foi um item decisivo. Optamos pela BR 040 sentido Rio. Meu grande interesse era por percorrer a BR 101, famosa Rio-Santos e tida como uma das estradas mais bonitas do Brasil, por possuir kilômetros de cara pro mar com paisagens deslumbrantes. E valeu a pena demais. Outro fato é que Paraty não tem lá muita praia “nadável”. Assim, a opção é pegar um barco e fazer um dos vários passeios oferecidos pelas agências ou ir até regiões próximas, como Trindade (30 km de Paraty sentido SP) que conta com praias maravilhosas como a Caixad’aço e sua piscina natural ou São Gonçalo e São Gonçalinho (25 km de Paraty sentido Angra).

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Acima a Praia de Caixad’aço, uma das maiores maravilhas de Trindade. Abaixo, sua piscina natural.

Paraty é uma cidade com um número incrível de visitantes estrangeiros e boa parte de sua estrutura é, portanto, voltada para o turismo. Assim sendo, não é necessariamente barata. É comum encontrar uma opção de jantar para duas pessoas por volta de R$ 140,00. Mas há uma grande variedade de restaurantes e cardápios, o que ajuda a equilibrar as despesas. Assim fazemos, comendo um dia num lugar mais legal e outro em um mais simples. Dessa forma, R$ 200,00 por dia era o suficiente para comer bem, considerando o casal.

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Cidade em festa e uma vida noturna agitada na Paraty pré-reveillon.

Ficamos na cidade 5 dias e deu pra conhecer boa parte do que queríamos e principalmente viver sua vida noturna, um dos principais diferenciais da cidade. A noite ninguém fica em casa e nessa época do ano então tinham bandas e palcos improvisados pelas ruas que dão toda uma atmosfera festeira para a região. O que deve se contrastar com outros períodos do ano. Com certeza Paraty entrou para aquele grupo de cidades em que vale a pena voltar. Como Ilha Grande, sequência dessa viagem e onde passamos um reveillon mágico. Mas esse é papo para outra história.

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#FICAADICA BH | Bacon Paradise

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Já comentei por aqui que assoprei as velinhas na semana passada. E para comemorar de forma descontraída com os amigos, escolhi experimentar um dos destinos mais bombados de BH quando o assunto é hamburgueria gourmet, o Bacon Paradise. O espeço está tão famoso que em pouco tempo já possui 6 franquias e com mais algumas a caminho. Para o happy hour de comemoração escolhi o da Avenida Contorno (perto o Jack Rock bar), na Savassi, por ser o de localização mais central.

O lugar acabou de inaugurar (não tinha nem duas semanas), então dava pra ver que ainda não estava totalmente decorado como nas outras franquias, que me disseram ter porquinhos pendurados por todos os lados. A casa encheu rapidamente em uma sexta-feira e foi difícil segurar as mesas para os meus convidados.

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Como o próprio nome diz, o espaço se propõe a ser o paraíso do bacon e tem a “iguaria” até no sorvete como sobremesa (não tive a manhã de experimentar esse). O cardápio, com hambúrgueres que passaram pelo raio gourmetizador oferece pedidos para todos os gostos, com ingredientes variados, mas sempre como matéria prima os bacons saindo pelo ladrão (literalmente).  Tanto que o meu eu achei meio difícil de comer e empurrei eles de volta para debaixo do pão. rsrs

A média de preços é de R$ 27, tirando o famoso lendário que custa R$ 66, um verdadeiro monstro com 1 kg de carne e orgulho da casa. Pedi o Tradicional com molho gorgonzola, estava gostoso e bem servido. Mas, infelizmente, acho que fui com uma expectativa muito alta por ter ouvido tanto a respeito e por mais saboroso que fosse, eu esperava mais. Mesmo porque já temos excelentes hamburguerias do tipo na cidade, como o Burger’s Club e J’s Fine Burguer. Outra coisa foi ter colocado um ketchup diferente no frasco do Hainz. Quando questionamos o garçom falando que não era Hainz ele provou e confirmou. Trocou o frasco por um novinho que abriu na nossa frente, explicando que tinha acabado o ketchup e que a casa era nova, por isso nunca tinha acontecido. O mal entendido foi resolvido, mas a quebra de confiança e o pé atrás ficou. Estamos de olho!

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No geral, foi a primeira experiência que tive com a franquia e com uma loja que ainda não estava 100% em funcionamento. Quero voltar em outras já estruturadas para ver o que eu acho, mas ainda assim indicaria o espaço sim. Mesmo porque, vamos combinar né gente, bacon é vida!

 

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UNIDADE ANCHIETA                       UNIDADE SANTO ANTÔNIO
R. Montes Claros, 1004                            R. Teixeira de Freitas, 475

UNIDADE BURITIS                            UNIDADE OURO PRETO
Av. Mário Werneck, 3379                        R. Monteiro Lobato, 46

UNIDADE LOURDES                          UNIDADE SAVASSI
R. Gonçalves Dias, 2269                          Av. do Contorno, 5713

 

DESTINO DE FÉRIAS | Ilha Grande

Venho por meio dessa avisar que é oficial: as férias finalmente chegaram! \o/ Depois de mais um semestre daqueles (graças a Deus), é hora de dar uma pausa, relaxar e se preparar para a segunda parte de 2015. E para aproveitar da melhor maneira possível estamos fazendo as malas para um destino que já há algum tempo estávamos doidos pra conhecer: Ilha Grande, no Rio de Janeiro.

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Ilha grande faz parte de Angra dos Reis, costa oeste do Rio de Janeiro. Como o nome já diz, a ilha é realmente enorme, com dezenas de praias e algumas acessadas apenas por trilhas na mata. A curiosidade de lá é que, diferentemente de Ilha Bela (onde fomos e também é lindo) não se pode entrar de carro, tudo por lá é ou a pé ou de barcos/lanchas. Talvez por isso o local seja tão bem preservado, com inúmeras belezas naturais, animais silvestres e águas cristalinas.

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É verdade que o start dessa viagem foi dado meio de uma hora pra outra, quando vimos coincidentemente uma matéria no Globo.com falando que a praia de Lopes Mendes, uma das maravilhas da ilha, estava entre as 10 praias mais bonitas do mundo. Com uma fachada dessa, não deu pra resistir. Compramos passagens, reservamos pousada e lá vamos nós.

Mas como todo mundo sabe, a parte boa da viagem começa muito mesmo antes do embarque. O planejamento de onde ficar, o quê visitar, como comer, vestir e se divertir é uma das partes mais legais do roteiro. Por isso, fizemos um guiazinho rápido sobre a ilha e que pretendemos estudar até a próxima semana, que é a data da viagem.

Estamos contando as horas. Em todo o caso, se você tiver ainda alguma dica, sugestão ou informação que acha interessante, compartilhe com a gente. É sempre o máximo saber de pessoas que já conhecem o destino. Na volta, com certeza, vamos ter um post com nossa opinião sobre a ilha e esperamos poder contar muitas coisas boas de lá.

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See you!

Dicas de viagem | Lavras Novas

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Final de semestre é assim: você vai colocando tudo em marcha lenta e fica na expectativa de aproveitar qualquer tempinho disponível para descansar da extenuante primeira metade do ano. E na falta de algo melhor (que começa com e termina com RIAS), um final de semana pode ser a oportunidade perfeita para dar aquela pausa da rotina e fugir para um lugarzinho buscando sossego e tranquilidade. Foi mais ou menos isso que fizemos no último sábado. Na companhia de mais três casais, saímos de BH cedinho pra aproveitar o fim de semana em Lavras Novas, uma cidadezinha a cerca de 120 km de BH, colado em Ouro Preto.

Lavras é conhecida pelas suas lindas paisagens, como os mares de morros, pelas cachoeiras, pela cultura nativa e toda uma atmosfera romântica que invade as ruelas e poucos restaurantes locais (é incrível a quantidade de casais turistando pela cidade). Outra peculiaridade famosa é o frio. E esse último não frustrou nenhuma expectativa. Estava de lascar, com temperaturas entre 7 e 11 graus, com sensação térmica de paleteca esquecida no fundo do congelador. O que foi bom, porque como mineiro já tem a mania de tirar o casaco do guarda-roupa com qualquer “20 graus”, Lavras foi a oportunidade perfeita para as meninas montarem toda aquela produção de inverno europeu que não tem clima para vestir por aqui. Foi um festival de gorro, luvas, jaquetas e cachecóis para todos os lados.

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Como o frio inviabilizava qualquer chance de curtir as cachoeiras (há controvérsias), o jeito foi aproveitar a área urbana de Lavras. Confesso que esperava mais das opções de entretenimento. Não são muitos os bares e restaurantes que chamam a atenção, aqueles que só pela fachada lhe convidam a entrar. Embora, no domingo foi possível tomarmos uma cerveja na Taberna Casa Antiga, um restaurante temático ao lado da famosa (e ryca) Pousada Carumbé que é show. Se um dia voltarmos, com certeza começaremos o passeio por lá. Em todo o caso, foi possível aproveitarmos um belo fondue de carne e queijo no restaurante Palavras Novas, que além de acessível (a conta com os fondues mais vinhos e outras bebidas ficou em R$ 150 por casal) é bem aconchegante. Curtimos também o restaurante medieval Santo Graal (do Vaxxcão) com boas cervejas artesanais. A decoração e os trajes dos garçons são um detalhe bem-vindo à parte.

Para se hospedar Lavras possui um leque diverso de alternativas. Das mais simples até a top das tops é possível encontrar opções para todos os gostos e bolsos. Nós optamos pela Bem Querer. Definitivamente não era uma pousada chique, mas possuía estacionamento, quartos honestos e um café da manhã ok (que poderia ser melhor). Como ficamos apenas de um dia pro outro e mais na rua do que na pousada, não há o que reclamar e atendeu bem as nossas expectativas em uma acomodação de R$ 180 a diária por casal.

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Por fim, as companhias merecem um capítulo à parte. Vocês já devem ter percebido que não somos muito de viajar acompanhados. Isso por um motivo simples: nós dois nos bastamos. Não no sentido pretensioso da palavra, mas é incrível como mesmo namorando há 11 anos conseguimos nos divertir tanto juntos, curtindo muito a companhia um do outro. Não existe uma rotina ou um momento entediante preenchido por um silêncio constrangedor, e nunca precisamos de outras pessoas pra extrair boas lembranças dos lugares em que fomos. Mas dessa vez foi divertido curtir a experiência ao lado de bons amigos. Ter outras pessoas com quem conversar, brincar, beber foi uma delícia e trouxe boas energias para o passeio. Se a máxima que diz que “ao viajar entre amigos os laços se apertam ainda mais ou se rompem completamente” é verdade, essa viagem provou que, definitivamente, voltamos ainda mais próximos e é ótimo ter a certeza disso.

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#FICAADICABH | Pátio Cervejeiro da Backer

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Vocês devem ter visto que no último dia 20 foi nosso aniversário de 11 anos de namoro oown ❤️❤️ e, como sempre, mereceu uma comemoração especial. Na verdade, temos um combinado que cada ano é um da dupla a escolher a comemoração, sendo ano par o Patrick e ímpar o meu. Como era minha vez, escolhi de surpresa, pensando nele que ama conhecer todos os tipos de cervejas, o restaurante Templo Cervejeiro da Backer.

Inaugurado há pouco tempo, depois de uma reforma de R$ 6 milhões de reais 😱😱, o lugar tem chamado muita atenção por aqui e não é pra menos. Ele é simplesmente uma cervejaria ao lado de um belíssimo restaurante. Eles também oferecem uma visitação à fábrica – Maternidade Cervejeira, contando a história em um projetor e degustação de várias cervejas, além de um diploma no final (mais ou menos como a Baden Baden faz em sua fábrica em Campos do Jordão). O passeio à parte que não fizemos, (seria melhor durante o dia) custa em média R$ 45,00.

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O restaurante é muito diferenciado. O projeto de design ficou encantador. Posso dizer que foi um dos restaurantes mais bonito que já fui em BH. Infelizmente as fotos não fazem jus ao lugar. Logo na entrada vimos uma fonte e um tapete vermelho estendido. Você tem a opção de ficar nas charmosas varandinhas (onde venta um bocado), mas escolhemos ficar na parte de dentro. Que bom gosto na decoração, fiquei encantada! A música ambiente muito agradável e a iluminação de LED muito original.

Para começar o Patrick escolheu uma régua de cervejas diferentes, ao todo 5 tipos de cervejas artesanais de vários tipos. São copinhos de shot, mas que dá para ter uma boa ideia dos sabores (R$ 12). Para petiscar, pedimos uma porçãozinha de linguiças um pouco apimentadas, com batatas e molhos especiais. Achei um pouco caro para o que foi entregue (R$ 42). Mais tarde pedimos filé ao molho de gorgonzola, acompanhado de deliciosos tipos de pães. Estava muito gostoso e é uma porção bem servida para duas pessoas (R$ 59) (não sei se foi porque já não estávamos com aqueeeela fome). Tomei um suco delicioso de morango em uma garrafinha que deu vontade de trazer pra casa (R$9) e Patrick algumas Backers 600 ml. (R$ 16,00)

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Não pense que é um lugar barato, vi pratos individuais de R$70 reais, mas tem coisas mais em conta também, depende do quanto está disposto a pagar. Achei o preço das bebidas razoável. O lugar compensa cada centavo investido porque simplesmente é uma experiência diferenciada em BH. Para se ter uma ideia, tem até serviço de vigias de carro gratuito!! (sem flanelinha extorsivo😍).

Futuramente queremos voltar para uma visita à fábrica que deve ser incrível.

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Rua Santa Rita, 220 – Olhos D’Água (Saída para o Rio)

Telefone: 3228-8888

Horário de Funcionamento: Almoço de segunda a domingo, de 11:30h até 15h. Para jantar e happy-hour, das 18h até a 1h.

#FICAADICABH | Restaurante Xapuri

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Quem é de Belo Horizonte provavelmente já ouviu falar do famoso restaurante Xapuri. Ele é conhecido em todo Brasil pela qualidade da comida de fogão à lenha, sendo sempre destino certo de celebridades quando visitam a capital. Localizado na região da Pampulha, o restaurante revolucionou a culinária mineira, oferecendo pratos tradicionais em versões mais leves.

Inaugurado em 1987 e reconhecido pela sua excelência na gastronomia mineira, o restaurante dispõe de um ambiente rústico, aconchegante, rico de flora natural, uma loja de artesanato de todo Brasil, hípica e atrações para as crianças. Os pratos são servidos à la carte e o precinho, naturalmente, não é o mais barato, o que já é de se esperar considerando o reconhecimento da marca Xapuri.

 

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Fomos ao restaurante em uma sexta feira com um casal de amigos e escolhemos os dois pratos participantes do Circuito Gastronômico da Pampulha, evento de culinária que rolou até o último dia 23. Provamos como prato da carne de panela e outro da tira de costela. A carne de panela estava irretocável, suculenta e muito bem temperada. Já as tiras estavam um pouco ressecadas. É claro que o tipo da carne é diferente mesmo e talvez tenha sido algo pontual, mas considerando o nível do restaurante esperávamos mais desse prato. Em compensação, a farofa de banana que o acompanhou estava uma delícia!

 

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Fomos numa sexta feira e antes da meia noite o garçom já havia nos perguntado se gostaríamos de pedir algo mais, pois a cozinha estava fechando. Achamos cedo para um fim de semana, mas como a proposta é ser mesmo um restaurante mais familiar, nos convencemos. Acredito que para um almoço de domingo a experiência com o lugar seja ainda mais interessante.

 

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No geral concluímos que o Xapuri é um restaurante que todos os mineiros deveriam conhecer, pois é um expoente nacionalmente reconhecido de nossas tradições. E se você não for de Minas, também não deveria perder a oportunidade de ter uma experiência tão intensa com a cultura local, seja através da culinária, arquitetura, receptividade e atendimento. Talvez não seja esse o restaurante que melhor represente o nosso estilo, mas sem dúvida nenhuma é um passeio que vale a pena.

 

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R. Mandacarú, 260 – Braúnas, Belo Horizonte

 

DICAS DE VIAGEM | Macacos – São Sebastião das Águas Claras

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Sexta feira já é um dia estimulante por natureza. Apenas sua proximidade com o sábado já faz com que a expectativa de sua chegada inunda as horas mais cansativas da semana. E quando se tem um descanso programado que foge à rotina então, é só alegria. Foi assim que nos preparamos na última sexta para nossa fugidinha pra mata. Não chegou a ser uma viaaaagem, mesmo porque Macacos (ou São Sebastião das Águas Claras) fica só a uns 20 minutinhos de BH.  Mas mesmo assim, a possibilidade que o vilarejo oferece de mudar completamente de atmosfera em pouco mais de 20 km é fascinante. É praticamente como entrar em um portal, da metrópole pulsante a mata com grilo cantante na janela em dois palitos. Por essas e outras Macacos  – conhecido por seu ecoturismo e diversas pousadas – sempre estará na listinha de nossos recantos preferidos.

Mas o passeio não é apenas o passeio e sim sua expectativa e planejamento. Escolhemos cuidadosamente nossa pousada, e fiz questão de uma que tivesse varanda bem localizada entre as arvores, totalmente no meio do mato. Isso não era difícil (já que a cidade tem apenas uma rua principal que a corta), mas quando soubemos que além da varanda tinha também uma redinha de frente pra lua, tivemos a certeza: era essa. Reservamos, preparamos a mochila (a minha, a da Lu era uma senhora mala que ocupou 50% do bagageiro do carro), passamos no nosso supermercado favorito para comprarmos uns beliscos e partimos.

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Antes mesmo de terminar 1/4 da playlist, chegamos. Como tínhamos comprado temakis, sushis, cervejas e sucos para uma família de 6 pessoas, fizemos uma noite japa e curtimos a sexta mais relax do ano conversando, namorando e ouvindo os sons das rajadas de vento que passavam pelas árvores, indicando forte chuva no dia seguinte. No sábado, contrariando a expectativa de 10 entre 10 aplicativos clima/tempo, abriu um belo dum sol, mais radiante do que quente e que permitiu que passássemos boa parte do dia na área da piscina aquecida, saindo só depois dos dedinhos já totalmente enrugados. Que delícia de sábado! 

A noite foi de música, em um bar/restaurante que descobrimos chamado Planeta Macacos. Com decoração intimista, iluminada por pendentes e arandelas, além de uma linda jabuticabeira um menu de pizza gourmet e uma bandinha tocando Red Hot a noite passou breve, leve e suave. Jantamos um Calzone de Filet Mignon com gorgonzola e cogumelos, além de caldos de feijão. Valeu a pedida.

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No domingo, dia da volta, a programação foi a mesma, dessa vez fechando num almoço charmosíssimo no também a nós desconhecido Café Cultura Bar – espaço de gastronomia, arte e cultura localizado bem no centrinho de Macacos.

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Criado para comercializar alguns produtos do Instituto Kairós o lugar é acanhado, mas tão aconchegante que é impossível ignorar. Pães quentinhos saídos do forno, Picanha desfiada no azeite (com um nome mais sofisticado do que esse, mas que esqueci) e Escondidinho de Carne Seca no final.

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Foi breve e foi pouco. Mas foi tão gostoso que só de lembrar da vontade de voltar.

 

P.S.: Luanna, eu estava de biquini tomara-que caia, tá? rsrs (Assinado Luiza)