DESTINO DE FÉRIAS | Ilha Grande

Venho por meio dessa avisar que é oficial: as férias finalmente chegaram! \o/ Depois de mais um semestre daqueles (graças a Deus), é hora de dar uma pausa, relaxar e se preparar para a segunda parte de 2015. E para aproveitar da melhor maneira possível estamos fazendo as malas para um destino que já há algum tempo estávamos doidos pra conhecer: Ilha Grande, no Rio de Janeiro.

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Ilha grande faz parte de Angra dos Reis, costa oeste do Rio de Janeiro. Como o nome já diz, a ilha é realmente enorme, com dezenas de praias e algumas acessadas apenas por trilhas na mata. A curiosidade de lá é que, diferentemente de Ilha Bela (onde fomos e também é lindo) não se pode entrar de carro, tudo por lá é ou a pé ou de barcos/lanchas. Talvez por isso o local seja tão bem preservado, com inúmeras belezas naturais, animais silvestres e águas cristalinas.

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É verdade que o start dessa viagem foi dado meio de uma hora pra outra, quando vimos coincidentemente uma matéria no Globo.com falando que a praia de Lopes Mendes, uma das maravilhas da ilha, estava entre as 10 praias mais bonitas do mundo. Com uma fachada dessa, não deu pra resistir. Compramos passagens, reservamos pousada e lá vamos nós.

Mas como todo mundo sabe, a parte boa da viagem começa muito mesmo antes do embarque. O planejamento de onde ficar, o quê visitar, como comer, vestir e se divertir é uma das partes mais legais do roteiro. Por isso, fizemos um guiazinho rápido sobre a ilha e que pretendemos estudar até a próxima semana, que é a data da viagem.

Estamos contando as horas. Em todo o caso, se você tiver ainda alguma dica, sugestão ou informação que acha interessante, compartilhe com a gente. É sempre o máximo saber de pessoas que já conhecem o destino. Na volta, com certeza, vamos ter um post com nossa opinião sobre a ilha e esperamos poder contar muitas coisas boas de lá.

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See you!

Dicas de viagem | Lavras Novas

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Final de semestre é assim: você vai colocando tudo em marcha lenta e fica na expectativa de aproveitar qualquer tempinho disponível para descansar da extenuante primeira metade do ano. E na falta de algo melhor (que começa com e termina com RIAS), um final de semana pode ser a oportunidade perfeita para dar aquela pausa da rotina e fugir para um lugarzinho buscando sossego e tranquilidade. Foi mais ou menos isso que fizemos no último sábado. Na companhia de mais três casais, saímos de BH cedinho pra aproveitar o fim de semana em Lavras Novas, uma cidadezinha a cerca de 120 km de BH, colado em Ouro Preto.

Lavras é conhecida pelas suas lindas paisagens, como os mares de morros, pelas cachoeiras, pela cultura nativa e toda uma atmosfera romântica que invade as ruelas e poucos restaurantes locais (é incrível a quantidade de casais turistando pela cidade). Outra peculiaridade famosa é o frio. E esse último não frustrou nenhuma expectativa. Estava de lascar, com temperaturas entre 7 e 11 graus, com sensação térmica de paleteca esquecida no fundo do congelador. O que foi bom, porque como mineiro já tem a mania de tirar o casaco do guarda-roupa com qualquer “20 graus”, Lavras foi a oportunidade perfeita para as meninas montarem toda aquela produção de inverno europeu que não tem clima para vestir por aqui. Foi um festival de gorro, luvas, jaquetas e cachecóis para todos os lados.

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Como o frio inviabilizava qualquer chance de curtir as cachoeiras (há controvérsias), o jeito foi aproveitar a área urbana de Lavras. Confesso que esperava mais das opções de entretenimento. Não são muitos os bares e restaurantes que chamam a atenção, aqueles que só pela fachada lhe convidam a entrar. Embora, no domingo foi possível tomarmos uma cerveja na Taberna Casa Antiga, um restaurante temático ao lado da famosa (e ryca) Pousada Carumbé que é show. Se um dia voltarmos, com certeza começaremos o passeio por lá. Em todo o caso, foi possível aproveitarmos um belo fondue de carne e queijo no restaurante Palavras Novas, que além de acessível (a conta com os fondues mais vinhos e outras bebidas ficou em R$ 150 por casal) é bem aconchegante. Curtimos também o restaurante medieval Santo Graal (do Vaxxcão) com boas cervejas artesanais. A decoração e os trajes dos garçons são um detalhe bem-vindo à parte.

Para se hospedar Lavras possui um leque diverso de alternativas. Das mais simples até a top das tops é possível encontrar opções para todos os gostos e bolsos. Nós optamos pela Bem Querer. Definitivamente não era uma pousada chique, mas possuía estacionamento, quartos honestos e um café da manhã ok (que poderia ser melhor). Como ficamos apenas de um dia pro outro e mais na rua do que na pousada, não há o que reclamar e atendeu bem as nossas expectativas em uma acomodação de R$ 180 a diária por casal.

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Por fim, as companhias merecem um capítulo à parte. Vocês já devem ter percebido que não somos muito de viajar acompanhados. Isso por um motivo simples: nós dois nos bastamos. Não no sentido pretensioso da palavra, mas é incrível como mesmo namorando há 11 anos conseguimos nos divertir tanto juntos, curtindo muito a companhia um do outro. Não existe uma rotina ou um momento entediante preenchido por um silêncio constrangedor, e nunca precisamos de outras pessoas pra extrair boas lembranças dos lugares em que fomos. Mas dessa vez foi divertido curtir a experiência ao lado de bons amigos. Ter outras pessoas com quem conversar, brincar, beber foi uma delícia e trouxe boas energias para o passeio. Se a máxima que diz que “ao viajar entre amigos os laços se apertam ainda mais ou se rompem completamente” é verdade, essa viagem provou que, definitivamente, voltamos ainda mais próximos e é ótimo ter a certeza disso.

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PLAYLIST | Música pra namorar

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Estávamos repassando o conteúdo do blog e pensamos: há quanto tempo não temos uma playlist?

E com o tanto de música boa que temos ouvido, pensamos em levantar hoje algumas das que gostamos de ouvir juntinho. Aquelas que são um convite a uma carícia, um chamego, um dengo… e por aí vai.

Se tem alguma da sua playlist de românticas que faltou aqui, conte pra gente. Afinal, quem não gosta de música pra namorar?

 


Echosmith – Cool Kids


James Blunt – Bonfire Heart


Phillip Phillips – Ranging Fire


Vance Joy – Riptide


Maroon 5 – Daylight


Sam Smith – I´m not the only one


Jason Mraz – We can take the long way


Ed Sheeran – Lego House


Coldplay – Yellow


Michael Bublé – Home

Jurassic World | A espera valeu a pena

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Aviso: não contém spoilers, mas se você espera uma análise crítica e cerebral sobre o novo sucesso hollywoodiano Jurassic World, por favor, interrompa a leitura e acesse um site cinéfilo-cult qualquer.

Desde que assumiram a gravação do novo parque dos dinossauros, 22 anos depois do último grande filme do gênero (já que O Mundo Perdido – Jurassic Park (1997) e Jurassic Park 3 (2001) não foram realmente aquela Brastemp), estava contando as horas para correr logo para bilheteria e comprar o meu ingresso. Demorou, mas depois de ler um milhão de matérias sobres os bastidores e até baixar o jogo promocional do filme, eis que no último dia 11, finalmente, a película iniciou nos cinemas do planeta. Não pude ir na estreia da quinta, mas no sábado eu e Lulu estávamos lá, firmes e fortes, mendigando por poltronas numa sala absolutamente abarrotada para conferir de pertinho o novo filme da série.

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Com mais de duas décadas depois do icônico Jurassic Park a tecnologia roubou a cena e se apresentou ao longo de todos os 125 minutos do filme, seja na estrutura invejável do parque (que já está em pleno funcionamento e possui atrações de todos os tipos), com hologramas, veículos bolhas e salas de controle ou na computação gráfica que eleva o realismo das criaturas a outro patamar. Ta certo que até os dinos do Jurassic de 93 já eram fantásticos, mas o nível de detalhamento de Jurassic World é impressionante. Aliás, a continuação (que não é tãaao continuação assim) traz referências ao primeiro filme da franquia o tempo todo, desde a trilha sonora espetacular, até a camisa do funcionário apaixonado Lowery ou dos jeeps marcantes encontrados pelo caminho. Os próprios personagens lembram a construção do primogênito da série, com a dupla de irmãos perdidos, o bilionário excêntrico querendo brincar de Deus, o protagonista rústico que leva jeito com os animais. Tudo lembra o clássico, até a cena final que tira do ostracismo o velho dono do pedaço de 93, mostrando que quem é rei nunca perde a majestade.

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Com ação sem rodeios do início ao fim, Jurassic Word não comete o erro clássico de filmes que prometem muito, mas acabam por esconder o jogo. Nele, há overdose de dinossauros e a protagonista Indominus Rex (um híbrido/inteligente/máquina de matar/lindo de se ver) aparece de corpo inteiro em centenas de cenas. Bom para os fãs que recebem aquilo que foram buscar. Detalhe também para os protagonistas humanos da história, Chris Pratt, do mega elogiado Guardiões da Galáxia e vive Owen, um instrutor que faz um ótimo trabalho treinando os Velociraptors (novamente vedetes do filme) e a boneca Bryce Dallas Howard que vive a Claire e parece propositalmente artificial, como mais uma criação perfeita da fábrica de sonhos da genética. Vicent D’Onofrio (o Wilson Fisk do Demolidor que está tão diferente de cabelo e barba que se a Lu não fala eu nem perceberia) é o vilão da parada.

Não vou resumir a história para não atrapalhar a experiência de quem ainda não viu o filme, mas posso falar que Jurassic World não frustrou em nada esse velho fã aqui. Aliás, pelo contrário. Como diz em Hogwarts, a película “excede expectativas” e contrariando algumas críticas a verdade é que eu e a Lu adoramos. Só espero que os recordes quebrados com a bilheteria monstra desse primeiro fim de semana de exposição garanta uma continuação do mesmo nível para a franquia. E que não tenhamos que esperar mais 20 anos por isso.

CULTURA | O poder do Netflix e suas séries irresistíveis

Quem nunca ficou diante da TV por horas, vendo vários episódios seguidos de alguma série intrigante que jogue a primeira pedra! Esse é um dos nossos momentos a dois favoritos e acompanhamos tantos seriados ao mesmo tempo que às vezes perdemos a conta de em qual episódio na verdade estamos. Inclusive, descobrir onde paramos é um exercício de dar play, assistir um pedaço, mudar o episódio, adiantar uma casa, enfim. Mas nos encontramos na nossa bagunça.

O Netflix muito espertinho e percebendo esse maravilhoso nicho no mercado, decidiu então parar de apenas transmitir série dos outros para lançar suas próprias produções com praticamente uma nova temporada de algum título a cada dois meses. E agora, José?

Com tanta novidade assim, fica até difícil escolher o que assistir. Por isso, selecionamos algumas das produções de 2015 para você pegar a sua pipoca e se perder no sofá nos próximos meses. (Ainda não vimos todas, mas certamente estão em nossa listinha.)

 

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Between – 21 de maio
Todos os habitantes acima de 21 anos de uma cidade são mortos por uma misteriosa epidemia. Quando o governo federal declara o isolamento e quarentena do entorno da cidade, as crianças e adolescentes ficam à deriva e precisam encontrar soluções num vácuo de autoridade e normalidade.

 

 

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Wet Hot American Summer: First Day of Camp- 17 de julho
Revisite o famoso verão de 1981 nesta hilária série que volta no tempo para mostrar as origens cult do clássico filme Wet Hot American Summer. Tudo começa no primeiro dia do acampamento: rivalidades e segredos vêm à tona, corações se partem e hormônios surtam.

 

 

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Grace e Frankie – 8 de maio
Jane Fonda e Lily Tomlin juntam-se numa série original Netflix como a elegante e aristocrática Grace e a despachada e excêntrica Frankie. Seus maridos (Martin Sheen e Sam Waterston) são sócios há décadas, mas elas nunca foram amigas. Quando seus respectivos decidem juntar os trapinhos, as agora ex-mulheres decidem que é hora de se unir. Do jeito delas.

 

 

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Orange Is The New Black – 12 de junho
Uma de nossas preferidas! Ainda bem que está voltando. A resenha rasteira da série é bem simples. Um crime cometido na juventude bate à porta, e Piper Chapman troca a vida de Nova York pela penitenciária, onde ela encontra amizades e conflito dentre um grupo de detentas desbocadas. #EstamosAnsiosos 

 

 

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Narcos – em 2015
A história real do tráfico na Colômbia inspira esta nova série original Netflix. A ascensão do cartel de Medellín, chefiado por Pablo Escobar, é o estopim de uma guerra entre as forças colombianas, a CIA e um inimigo disposto a tudo para manter seu império comercial. O cartel se multiplica e a violência ameaça gente dos dois lados. Nesta saga contemporânea de uma realidade não tão longe, todos correm perigo. Wagner Moura será o protagonista e a direção de José Padilha. Essa tem a cara do Patrick.

 

 

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Sense8 – 5 de junho
Um disparo. Uma morte. Um instante no tempo em que seis mentes em seis continentes são interligadas para sempre. Seis pessoas vivem suas vidas, segredos e ameaças como uma. São pessoas comuns, renascidas com um mesmo inimigo e destino. Misteriosa! Parece interessante.

 

 

Já pegou a pipoca?

Demolidor | Finalmente uma série à altura do herói 

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A coisa boa em terminar os episódios de uma série querida (se é que existe algo bom nisso) é a possibilidade que se abre com um tempo livre para assistir novas e imprevisíveis histórias. Colocar em dia aquele seriado que está todo mundo comentando e só você ainda não viu ou arriscar uma nova trama escondida nas profundezas de um serviço de streaming qualquer. Pois então, foi motivado pelo término simultâneo de The Walking Dead, House of Card e a nunca volta de Orange is the New Black que começamos a assistir o mais novo fenômeno da Netflix, a história do homem sem medo, Demolidor.

Com uma temporada inteira disponível na net foi irresistível não assistir tudo de uma vez. Aliás, essa talvez tenha sido a temporada que assistimos em menos tempo seus 13 episódios, considerando todas as dezenas de séries que já vimos. A história é muito envolvente e graças a Deus, não foi necessário assistir em conta gotas, como a HBO faz com a gente em Game of Thrones, dando punhaladas semanais de 50 minutos que mais parecem 5.

A trama conta a história do super herói Marvel Matt Murdock, um jovem que quando criança perde a visão em um acidente com produtos químicos. Os mesmo produtos que causam a perda da visão em Matt, fazem com que seus outros sentidos sejam mega apurados. São esses super sentidos de audição, olfato e tato, mais uma incrível sede de justiça influenciada pela sua infância conturbada que criam o alter ego que dá corpo ao Diabo de Hell’s kitchen (uma espécie de Gotham City do herói), conhecido como Demolidor.

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Pra quem já conhece a história dos quadrinhos é um prazer reencontrar velhos personagens como o mestre do crime, Wilson Fisk. Com certeza, essa é uma das melhores adaptações de HQ’s, infinitamente superior ao Demolidor dos cinemas estrelado pelo mais ou menos Ben Affleck (Deus queira que ele surpreenda na pele do homem morcego). Aliás, Charlie Cox, ator que da vida ao protagonista da série faz o papel de forma muito cativante. Destaque também para o claramente conturbado sociopata Vincent D’Onofrio (Fisk) e a bela Deborah Ann Woll, intérprete de Karen Page.

Com um clima intenso, uma atmosfera sombria e vários pontos de tensão, Demolidor se confirma como uma bela dobradinha da Netflix  com a Marvel que tem aprendido com primor a valorizar seus heróis menos populares. O sucesso merecedor da série fez com que ambas as empresas já confirmassem uma segunda temporada para o ano que vem. A nós, só resta esperar ansiosamente, como sempre fazemos, buscando novas tramas. E já que estamos no clima de super-heróis, acho que vamos dar uma chance para Arrow e The Flash. Vai ser difícil ser tão bom quanto Daredevil, mas quem sabe? Essa é a delícia da coisa.

Cultura | Better Call Saul

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Para qualquer amante de séries que se preze todo começo de ano é uma tristeza danada. Como quase todos os grandes sucessos param as filmagens ou encerram suas temporadas no fim do segundo semestre, esse costuma ser o período em que você se pega assistindo até ao Caldeirão do Hulk ou BBB por falta de opção melhor na TV. Ainda bem que já passamos pelo pior e alguns de nossos queridões, como The Walking Dead, Homeland, House of Cards (no meu caso) e The Vampires Diaries (no caso da Lu) já estão de volta. Outros como GoT e Orange is The New Black ainda não voltaram, mas graças a Deus nem só de recomeços nós vivemos. Por isso, hoje vou falar de uma série que estreou em 2015 e já com toda a pompa do mundo conquistou um lugar em nossa prateleira: Better Call Saul.

Derivada do sucesso estrondoso de Breaking Bad (ou A Química do Mal para a Record rs), Better Call Saul conta como Jimmy McGill, um advogado fracassado e de casos medíocres se transformará em Saul Goodman, homem capaz de manter até grandes criminosos “dentro da lei” e um dos maiores parceiros de Walter White. A trama, aliás, se passa 6 anos antes dos dois protagonistas se conhecerem e traz muitas referências de sua irmã mais velha, como alguns personagens que aparecerão logo de cara.

Dirigido pelo talento raro de Vince Gilligan (também diretor de BB), Better Call mantém os ótimos planos e enquadramentos que já fazem sucesso, além de uma narrativa parecida com Breaking Bad, de começo arrastado, mas que vai esquentando ao longo dos episódios. O início do primeiro episódio, aliás, traz um flash ahead mostrando a nova vida de Saul logo após seu final em BB.

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Mas se as referências existem (e são muitas) Bob Odenkirk tem tudo pra ser o ponto de diferenciação entre as duas séries. Com suas caras, bocas e tiradas engraçadíssimas o personagem tem talento pra viver seu próprio caminho sem ficar à sombra do sucesso de Mr. White. Isso porque o ator é muuuito bom. E o personagem, com suas fragilidades e inconsistências, mas mesmo assim muita determinação tem uma capacidade enorme de gerar um carisma imediato.

Com poucos episódios lançados pela AMC e distribuído no Brasil pelo Netflix, ainda é cedo para dizer se Better Call Saul poderá se tornar tão grande quanto sua irmã. Mas certo é que seu começo promissor e cheio de expectativas já garantiu a ela um lugarzinho entre nossas sequências preferidas.

P.S. E Vince, dê o seu jeito de colocar logo o Sr White e o Pinkman nessa história, mesmo que só um minutinho. Todo mundo tá louco pra ver, ora!

 

 

 

#FICAADICABH | Delícia de Inhotim

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No final de janeiro eu e o Patrick finalmente fomos conhecer o maior Centro de Arte Contemporânea a céu aberto da América Latina, o museu de Inhotim, que fica em Brumadinho (uns 50 km de BH). Como estávamos de pernas pro ar e curtindo as férias, fomos em uma terça-feira, dia em que a entrada era gratuita (hoje esse dia passou para quarta feira).

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O dia estava muito muito, muito quente e percebemos que roupas confortáveis são essenciais para aproveitar bem o passeio (vi uma menina de salto que me chocou, mas há gosto pra tudo nesse mundo). O lugar é enorme, tanto que tem opção de pagar uma taxa e pegar carrinhos de golf disponíveis por todo o parque com motoristas. É muita ladeira, um sobe e desce danado, tudo muito distante, embora sempre com atrações e cenários lindos pelo caminho que valem a pena. Em todo o caso, é quase impossível visitar tudo em um só dia.

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Há algumas lanchonetes e dois restaurantes no museu, porém estavam tão cheios (férias e entrada gratuita) que decidimos ir embora e comer em outro lugar. Fiquei bastante impressionada com o paisagismo e muito intrigada com a cor da água dos lagos, um tom de verde maravilhoso e incomum. Aliás, o que não falta é variação de tons de verde. Um oásis! O paisagismo é impressionante, tudo muito bem planejado e cuidado.

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Vimos várias galerias enquanto conseguimos andar. Inhotim tem galerias de artistas do mundo inteiro e gostei mais da Galeria Adriana Varejão e os quadros de Luiz Zerbini (com muita vida e cores). O Patrick adorou as galerias sonoras, com caixas acústicas de som espalhadas pelo galpão. É lindo mesmo. Mas confesso que algumas atrações eu não achei tão interessante. Existem algumas piscinas espalhadas, para quem quiser levar traje de banho e se refrescar um pouco. Em todas as galerias tem guias que explicam sobre a obra e dão informações gerais sobre o local.

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Se você tiver procurando um passeio diferente e interessante para fazer no fim de semana, Inhotim é uma dica excelente. Além de lindo e rico em cultura, é uma oportunidade de valorizarmos algo que é nosso e que trás turistas do mundo inteiro todos os meses do ano.

Aberto: Terça a sexta-feira: 9h30 às 16h30
Sábado, domingo e feriado: 9h30 às 17h30

Ingressos: Terça e quinta-feira: R$ 25,00
Quarta-feira (exceto feriado): entrada gratuita
Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 40,00
Fechado às segundas-feiras.

www.inhotim.org.br

A triste história de uma menina da moda

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Veja só você. Não é mais a menina de olhar encabulado por baixo de um cabelo encaracoladamente lindo que, anos mais tarde, mudaria para um liso escorrido por fazer mais o estilo padrão da moda na época.

O sorriso fácil também já não vem com a mesma generosidade de outrora. Hoje, anda escondido atrás de suas roupas de marcas, que marcam quase tudo e só mostram o que não importa, já que o sorriso era (esse sim) sua marca mais reveladora. E talvez a mais atraente.

Também já não é mais aquela menina que se perdia nos cantinhos do quintal com um livro na mão. E que depois que terminasse esse, fugiria com outro e mais um. Porque, ora, hoje não há mais tempo para livros. O pouco tempo livre que a “maturidade” lhe permite é gasto em musculação, dietas e corridas que não te levam a lugar algum, mas que você não deixa de percorrer, afinal, entre os olhos que te vê, mais vale uma manequim 36 do que 10 vezes esse número em livros na estante.

É triste, menina, mas por favor, me diga. Onde foi que a moda maquiou e escondeu toda aquela verdade que te fazia brilhar de um jeito diferente, e exatamente por isso, tão bonito de se ver? Onde foi que você abriu mão de sua personalidade e vendeu sua alma em busca da mais idiota perfeição pregada em comerciais de shampoo? Onde foi que você desistiu de ser única e foi atrás de um padrão que não padroniza corpos, mas que enjaula mentes?

Onde foi, menina, que você deixou de ser você e se transformou em um produto barato da sociedade do espetáculo e do descartável, com preço e prazo de validade?

 

Leia também: Talvez o amor seja talvez

 

Não chore, menina. Sei que a verdade nem sempre é tão sedutora quanto a mentira florida que eles insistem em te contar. Sei também que na sociedade em que você vive dizer o que se pensa está fora dos padrões, mas alguém tem que te fazer enxergar. Quebrar essa casca de superficialidade que você vestiu pensando agora estar arrasando, quando na verdade nunca esteve tão cafona. Simplesmente, porque não ser você é o mais alto nível da breguice. E se maquiar de aparências é perder a única coisa que de fato tem algum valor. Muito maior do que suas grifes caras é o quanto vale sua identidade, menina. Aquela que não é formada em esteira de produção e vendida em araras na liquidação. Aquela que não é marcada por modismos temporários e empurrada goela abaixo para a massa de consumo. Aquela que não busca um padrão industrializado, mas que admira o alternativo, o menos convencional e o único. É essa a moda que você precisa seguir, menina. Aquela que faz com que seu sorriso seja eterno na mente de alguém que te chame por amor, apenas por ser “diferentemente especial”. Seja diferente, menina. E se tiver que agradar a algum padrão ou a alguém, agrade a si própria, porque ser feliz consigo mesma jamais estará fora de moda.

#ficaadicaBH | Viva o carnaval

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Quem é de BH sabe que a folia já começou há muito tempo. Já tivemos vários ensaios de bloquinhos lotados, inclusive alguns foram até cancelados devido ao grande número de foliões querendo participar.

Não era tradição, mas de alguns anos para cá a festa foi pegando e ganhando tanta adesão que a cada temporada se torna ainda maior (e melhor).

E para quem vai ficar por aqui ou já quer antecipar a festa, selecionamos alguns locais onde a farra será garantida, com bloquinhos que prometem, além de dicas para se entregar à folia.

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Dia 08 de fevereiro

BLOCO BUNDEIRANTES
Concentração: a partir das 11h
Praça JK – Av. Bandeirantes – B.Sion

ME BEIJA QUE EU SOU PAGODEIRO
Concentração: a partir das 11h
R. Almirante Tamandaré, 601 – Gutierrez

PERERECA ASSANHADA, ASSANHADA MAS DE FAMÍLIA!! Concentração: a partir das 12h
Praça São Francisco de Assis, 5 – Pampulha

 

Dia 14 de fevereiro

BLOCO DA CALIXTO
Concentração: a partir das 12h
Av. Bernardo Monteiro – esquina com Av. Brasil – Funcionários

DRAGÃO DA VILA SÃO JORGE
Concentração: a partir das 13h
Av. Silva Lobo, 1730 – Grajaú

QUEM NÃO SE COMUNICA, SE TRUMBICA!
Concentração: a partir das 13h
Av. Álvares Cabral, 400 – Lourdes

 

Dia 15 de fevereiro

ORDINÁÁÁÁRIOS
Concentração: a partir das 13h
Av. Pasteur, 10 – Santa Efigênia

BLOCO DO TCHA TCHA TCHA
Concentração: a partir das 15h30
R. Fernandes Tourinho, 317– Savassi

 

Lista Completa aqui!

 

Viva o Carnaval de Bh 2015, evento fechado no Parque das Mangabeiras, que contará com grandes blocos de dentro e fora de Minas Gerais. No dia 1 de fevereiro (domingo – 14h), os blocos Sargento Pimenta (RJ), Carrossel de Emoções (RJ), Baianas Ozadas (MG) e Me Beija Que eu Sou Pagodeiro (MG) levam a folia para o Parque das Mangabeiras (Av. José do Patrocínio Pontes, 580, Mangabeiras). Já no dia 8 de fevereiro (domingo – 14h), será os blocos Frevo do Mundo (PE), com Otto e BNegão, Pra Iá Iá (RJ), Chama o Síndico (MG) e Bloco da Calixto (MG).

 

Algumas dicas para não perder a #zuera

– Vá com roupas leves e confortáveis (meio óbvio, mas já vi meninas num salto que deu até dó).

– Não esqueça de se hidratar pra ressacar não te pegar.

– Cuidado com celulares e carteiras. Na muvuca os furtos se multiplicam.

– Para as meninas, levem sempre papel higiênico no bolso/bolsa porque os banheiros químicos não tem =( além de serem super nojentos.

– Sapatos fechados tipo tênis e sapatilhas são ótimos, já que o chão fica imundo e o pé fica sujo! Evite as rasteirinhas.

 

E vocês, vão passar aonde?

 

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.