#ficaadicaBH | Viva o carnaval

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Quem é de BH sabe que a folia já começou há muito tempo. Já tivemos vários ensaios de bloquinhos lotados, inclusive alguns foram até cancelados devido ao grande número de foliões querendo participar.

Não era tradição, mas de alguns anos para cá a festa foi pegando e ganhando tanta adesão que a cada temporada se torna ainda maior (e melhor).

E para quem vai ficar por aqui ou já quer antecipar a festa, selecionamos alguns locais onde a farra será garantida, com bloquinhos que prometem, além de dicas para se entregar à folia.

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Dia 08 de fevereiro

BLOCO BUNDEIRANTES
Concentração: a partir das 11h
Praça JK – Av. Bandeirantes – B.Sion

ME BEIJA QUE EU SOU PAGODEIRO
Concentração: a partir das 11h
R. Almirante Tamandaré, 601 – Gutierrez

PERERECA ASSANHADA, ASSANHADA MAS DE FAMÍLIA!! Concentração: a partir das 12h
Praça São Francisco de Assis, 5 – Pampulha

 

Dia 14 de fevereiro

BLOCO DA CALIXTO
Concentração: a partir das 12h
Av. Bernardo Monteiro – esquina com Av. Brasil – Funcionários

DRAGÃO DA VILA SÃO JORGE
Concentração: a partir das 13h
Av. Silva Lobo, 1730 – Grajaú

QUEM NÃO SE COMUNICA, SE TRUMBICA!
Concentração: a partir das 13h
Av. Álvares Cabral, 400 – Lourdes

 

Dia 15 de fevereiro

ORDINÁÁÁÁRIOS
Concentração: a partir das 13h
Av. Pasteur, 10 – Santa Efigênia

BLOCO DO TCHA TCHA TCHA
Concentração: a partir das 15h30
R. Fernandes Tourinho, 317– Savassi

 

Lista Completa aqui!

 

Viva o Carnaval de Bh 2015, evento fechado no Parque das Mangabeiras, que contará com grandes blocos de dentro e fora de Minas Gerais. No dia 1 de fevereiro (domingo – 14h), os blocos Sargento Pimenta (RJ), Carrossel de Emoções (RJ), Baianas Ozadas (MG) e Me Beija Que eu Sou Pagodeiro (MG) levam a folia para o Parque das Mangabeiras (Av. José do Patrocínio Pontes, 580, Mangabeiras). Já no dia 8 de fevereiro (domingo – 14h), será os blocos Frevo do Mundo (PE), com Otto e BNegão, Pra Iá Iá (RJ), Chama o Síndico (MG) e Bloco da Calixto (MG).

 

Algumas dicas para não perder a #zuera

– Vá com roupas leves e confortáveis (meio óbvio, mas já vi meninas num salto que deu até dó).

– Não esqueça de se hidratar pra ressacar não te pegar.

– Cuidado com celulares e carteiras. Na muvuca os furtos se multiplicam.

– Para as meninas, levem sempre papel higiênico no bolso/bolsa porque os banheiros químicos não tem =( além de serem super nojentos.

– Sapatos fechados tipo tênis e sapatilhas são ótimos, já que o chão fica imundo e o pé fica sujo! Evite as rasteirinhas.

 

E vocês, vão passar aonde?

 

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.

 

 

 

Dica literária | As mentiras que os homens contam

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Se tem um estilo literário que não sai de jeito nenhum da minha estante de livros é a crônica. É com certeza o estilo que mais me influencia, porque nada é mais inspirador do que as banalidades do dia a dia que geram um vasto repertório de casos e causos prontos para serem degustados. E entre os grandes cronistas que admiro como Rubem Braga, Drummond, Machado e Fernando Sabino, ninguém é de leitura tão agradável quanto Luis Fernando Veríssimo (embora Sabino dê uma competição acirrada).

Por isso, já estava passando da hora de uma dica literária no blog desse autor que tanto admiro. Para começar, o divertidíssimo As Mentiras Que os Homens Contam, um livro de leitura tão rápida que da raiva. 166 páginas divididas em crônicas rasteiras e deliciosas sobre as pequenas mentiras que percorrem o dia a dia, sutilmente, sem causar grandes estragos. Aliás, evitando grandes e irreversíveis estragos.

Irresistivelmente bem humorado, irônico, sarcástico e por vezes até ingênuo, esse livrinho reúne alguns dos contos mais hilários que já li, como Grande Edgar, Aliança e O Dia da Amante. Tudo com a leveza e a inteligência de um autor que conseguiu capitar através do talento da observação as nuances que percorrem nosso cotidiano e que vai te fazer sorrir por reconhecer no livro coisas que você também já se pegou fazendo. E antes que as feministas mais exaltadas se rebelem, o livro não tem nada de machista. São crônicas fictícias e divertidas, feita para entreter, não para criticar.

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Para atiçar ainda mais a curiosidade, segue abaixo um trechinho do prefácio de As Mentiras que os Homens Contam, livrinho que sai ano, entra ano e está sempre presente na minha cabeceira.

“Não é bem assim. Os homens não mentem. No máximo, inventam histórias para proteger as mulheres. Sério. Começa com a mãe, é científico. Sabe aquele dia em que você acorda sentindo uma coisa estranha no peito e não pode ir à escola? Você não vai dizer para sua mãe que não fez o dever, mas sim que está muito doente, com um mal-estar terrível. Vai deixá-la feliz, cuidando de você. Afinal, alegria de mãe é se preocupar com o filho.”

Playlist do mês | Batida Relax

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Depois de meses com a Lu monopolizando esse espaço, com overdose de John Mayer cantado até em hebraico (hahaha, desculpa, Amor) já estava na hora de assumir as rédeas e lançar uma playlist do meu estilo, nem tão batidão como poderia ser e nem tão Pop-Jovem-Pam-Lady Gaga-Beyonce como ela adora. Uma listinha com uma batida eletrônica, mas cantada, ótima para relaxar na volta do trabalho ou para dar aquela corridinha marota de manhã. Entre elas, minha música preferida do momento, Prayer in C, a terceirona. Destaque pra Cheating também.

Curtam aí!

Robin Schulz – Cheating


Kiesza – Hideaway


Lily Wood & The Prick and Robin Schulz – Prayer in C


Calvin Harris – Summer


Latch feat. Sam Smith – Disclosure


Clean Bandit – Rather Be


Mike Mago & Dragone – Outlines


Calvin Harris – Blame


Avicii & Nick Romero -I could be the one

#ficaadicaBH | Itatiaia Rádio Bar

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Domingo desses tiramos a tarde de sol para finalmente conhecer o lugar que provavelmente é um dos pontos mais badalados de BH nos últimos meses: o Itatiaia Rádio Bar. Com uma estrutura interessante, a casa tem 2 andares e conta com um imenso telão de mais de 4 metros que transmite jogos, além de diversas TVs espalhadas por todo o ambiente. Aliás, apesar de tocar outros ritmos, em som mecânico ou banda, a casa respira futebol e isso fica evidente ao perceber a decoração.

O público do bar é eminentemente jovem, que são motivados por uma atmosfera descontraída (varanda/deck, música de fundo e estrutura arejada – a boa receita dos bares da capital) de azaração regada a bons e gelados chopps.

Localizado em zona nobre e já tradicional do entretenimento de BH, rua Pium-í, Anchieta, o bar nos surpreendeu positivamente em relação ao preço e atendimento. Pedimos uma porção de Isca de Tilápia à Dore (bem servida para 2 pessoas), com 3 caipirinhas e alguns chopps (perdi a conta) e o preço não chegou a R$ 100. Considerando o custo de saídas do mesmo nível na cidade e pelo consumo, imaginamos que ficaria mais caro. Além disso, tudo de muita qualidade e saboroso (a isca de tilápia é uma baita dica. Deliciosa e sequinha. O atendimento foi cortez, mas como estava lotado, às vezes demorava.

Além da Tilápia, outros pratos como a costela suína com batata frita e molho barbecue (R$ 58,90, 500 gramas) e a porção de manjubinhas fritas (R$ 24,90) são especialidades da casa. O chopp carioquinha 300 ml era 5 e uns quebrados, a caipirinha era menos de R$ 9.

 

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Ambiente legal, música, comidas gostosas, atendimento ok, ambiente agradável, telões para jogos, varanda externa e segundo andar.

 

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Delícia de Isca de Tilápia à Dore, caipirinha e chopp carioquinha.

 

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Rua Pium-í, 620, Anchieta, ☎ 2551-4844

 

 

 

 

Playlist do mês | Chuva + Edredom

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Sábado e domingo passados, enfim, caiu uma chuvinha. E antes que ela fosse embora, nos empacotamos num edredom, fizemos uma palha italiana e curtimos juntos uma musiquinha intercalando com o Netflix. Programa baratinho baratinho, mas que nos deixa felizes por demais da conta. E como acreditamos que um dos prazeres da vida está em se curtir escutando algo que valha a pena, fizemos uma playlist daquilo que ouvimos nesses momentos, especialmente em dias chuvosos como o de ontem. Ouça e relaxe nessa segunda feira cinzenta.

 


James Blunt – When I find love again


Ingrid Michaelson – Everybody


Alex and Sierra – Scarecrow


Colbie Caillat – Live it up


Sam Smith – Stay with me


Magic! – Rude


Boyce Avenue – Waves


Coldplay – A Sky Full of Stars


Calvi Harris ft Ellie Goulding – Outside


John Mayer – Dear Marie

Trash – A Esperança Vem do Lixo | Um filme para refletir

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Começou sem grande expectativa, afinal era um filme de aparência nacional (já começa daí o preconceito) com uma história próxima do clichê que protagoniza o cinema brasileiro – policial corrupto, favelado ladrão – e terminou com a certeza de que fomos ao cinema assistir a um dos melhores filmes do ano, com uma trama instigante e uma história deliciosamente emotiva e reflexiva.

Trash – A Esperança Vem do Lixo conta a história de Gardo, Raphael e Rato, 3 garotos que vivem em um grande lixão do Rio de Janeiro. A história começa com José Ângelo, personagem de Wagner Moura que durante uma perseguição policial joga sua carteira na caçamba de um caminhão de lixo.  No lixão, Raphael, um dos três adolescentes protagonistas, encontra a carteira preciosa com informações que provocam uma verdadeira caça ao tesouro, envolvendo política, corrupção, esperança e redenção. Nessa busca pelas informações dispostas na carteira, o trio passa por inúmeras adversidades, entre elas a polícia liderada pelo capacho do poder Selton Mello.

Embora dirigido por Stephen Daldry e roteirizado por Richard Curtis, o filme apresenta uma grande identidade tupiniquim. A prova disso está nos diálogos cheios de gírias e expressões verossímeis com o ambiente retratado. A direção de arte, com cenas passadas no lixão também são impressionantes e a forma como essa realidade, tão distante, mas ao mesmo tempo tão próxima foi apresentada me deixou verdadeiramente chocado. Aquilo é um mundo e é inimaginável que pessoas ainda morem nele.

 

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Contudo, apesar do grande alarde pela primeira filmagem com os dois principais astros do cinema nacional juntos – Wagner Moura e Selton Mello, foram os três garotinhos escolhidos para viver os protagonistas do filme que roubaram a cena. Em geral, não sou de me emocionar em filmes, pois entendo aquela como uma obra de ficção e entretenimento e a valorizo dessa forma, porém em vários momentos de Trash a emoção bateu forte. As dificuldades vividas pelos personagens (sinceramente, só o fato de ver a condição de vida dessas crianças já é profundamente tocante), o ritmo intenso da busca, as cenas fortes de violência e principalmente a cumplicidade e amizade entre eles provocam uma grande descarga emocional que vale a pena ser sentida.

Crítica, técnica e chatisticamente falando, esse não é o melhor filme que já vi, pois em alguns momentos apresentam algumas inconsistências e buracos na história. Mas como obra que cumpre aos desejos humanos por um entretenimento que lhe desperte alguma forma de sentimento, esse é sim um dos filmes mais tocantes que assisti. Uma peça que na pior das hipóteses o fará refletir um pouco depois de sair da sala do cinema. E se o filme conseguiu isso, meu amigo, ele já valeu o custo do ingresso.

 

 

 

Séries – House of Cards

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Uma das melhores coisas de ser aficionado por séries de TV é que elas se proliferam como coelhos e sempre aparece outra legal depois que aquela que você ama termina, te dando a chance de descobrir novas e boas histórias. Depois do luto pelo fim de Breaking Bad e aguardando o início da terceira temporada de Orange is The New Black e a quinta de The Walking Dead (que está voltando, para nossa alegriiiaaa), começamos a assistir mais um grande sucesso do Netflix, o drama político do poder, House of Cards.

Com duas temporadas disponíveis, House of Cards é uma série para os fortes. Ambientada em Washington, centro político americano, a série gira em torno do congressista Frank Underwood e mostra os movimentos de sua corrida estratégica para derrubar seus oponentes políticos em busca do poder absoluto. Tudo começa quando Frank, depois de trabalhar duramente na eleição do Presidente dos EUA recebe uma promessa (ser promovido a Secretário de Estado) que não é cumprida pelo presidente após sua eleição, estourando aí um desejo brutal de vingança pelo deputado. Um a um, Frank está à caça e como jogador nato que conhece como poucos as regras do jogo político, ele não descasará enquanto não conseguir o que quer.

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Mas não se preocupe. Embora a força motriz do seriado seja a vingança, ele não se assemelha a Revenge. Nesse caso, outros elementos estão em jogo e a apresentação do lado sujo da política movida pelo desejo mais puro de ambição é que darão o tempero necessário a House Of Cards e que fazem dela uma série vencedora.

Quer outros argumentos para assistir? Então leia abaixo.

– O deputado Frank, protagonista da série é interpretado simplesmente por um atorzinho chamado Kevin Spacey, o homem que tem na estante da sala entre os porta-retratos da família duas estatuetas do Oscar.

– A técnica narrativa do seriado faz com que Underwood interaja várias vezes com o telespectador, como em Alfie – O Sedutor. Porém, nesse caso não é apenas uma questão de estilo, é uma escolha consciente que valoriza o caráter vencedor do personagem. É como se Frank virasse para nós e falasse: “vou engolir aquele merdinha. Assista e aprenda!”

– House of Cards tem ainda uma ótima sequencialidade da história. Não há “buracos” na trama, mas o alto número de personagens exige de você atenção aos milhares de jogos de cena que estão acontecendo ao mesmo tempo em cada episódio.

– A produção é fantástica. Muito bem trabalhada e digna dos melhores filmes do gênero. Nesse caso, por exemplo, é mais verossímil do que Homeland.

– A mulher de Frank, Claire Underwood (Robin Wright), representa a extensão do poder do deputado e além de linda, imponente e classuda está maravilhosa no papel.

Se gosta do gênero de séries políticas e inteligentes com disputa pelo poder, House Of Cards tem tudo pra entrar na sua lista das queridinhas. Assista e nos fale o que achou.

 

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Playlist do Mês – Uma ode aos cantores que já morreram…

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Agosto chegou e junto com ele mais uma playlist temática pra embalar essa segunda feira preguiçosa. E como recordar é viver, selecionamos músicas de grandes cantores que infelizmente já nos deixaram. Alguns, mesmo passado tanto tempo continuam como grandes sucessos. Como diria aquele jingle famoso, aperte o play e deixa rolar…

 


Amy Winehouse – My tears dry on their own


Michael Jackson – Billie Jean


Bob Marley – Is this love


John Lennon – Imagine


Freddie Mercury – We are the Champions


James Brown – I feel Good


Renato Russo – Tempo Perdido


Raul Seixas – Tente Outra Vez


Cazuza – Exagerado


Cássia Eller – Interpretando Palavras ao Vento (Composição: Marisa Monte/Moraes Moreira)

#ficaadicaBH – Exposição Genesis | Sebastião Salgado

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O fim de semana graças a Deus já bate à nossa porta. É hora de afrouxar a gravata e descer do salto (ou subir, dependendo da proposta) e programar os melhores compromissos para o tão breve weekend. Por isso, deixamos pra hoje uma dica incrível, que já estávamos ansiosos em postar, porém que ainda não havíamos tido tempo de ver in loco. Trata-se da exposição Genesis, do aclamado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado e que está disponível no Palácio das Artes, aqui em BH.

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Na última terça feira pudemos conferir de perto o trabalho valioso do fotógrafo, que tem nas imagens em preto e branco sua marca registrada. Genesis é uma coleção de fotografias de todo o planeta, dos lugares mais gelados aos mais incandescentes, totalmente inóspitos ou com abundância de vida nativa. A proposta da exposição, que tem curadoria de sua esposa, Lélia Salgado, é mostrar áreas ainda sem a presença da vida moderna, o planeta como existiu, em essência, onde a natureza reina absoluta.

As imagens são verdadeiramente maravilhosas. De perder o fôlego. Como em todo trabalho do artista, que já conquistou os mais importantes prêmios da fotografia mundial, há sempre a crítica ao uso demasiado da edição em suas fotos. Isso seria a nota não tão legal. Em algumas imagens, a presença do Photoshop é clara, o que pode incomodar um pouco, uma vez que a exposição se propõe a mostrar o planeta nativo como ele é, logo, perfeito em sua imperfeição. Porém, como entretenimento, a exposição é um show, com cenários belíssimos, ângulos inusitados, muitos, muitos pinguins fofos e a sensibilidade característica do mestre Sebastião.

Infelizmente, como o segurança deixa claro na entrada, não é permitido fotografar ou nem mesmo usar o celular dentro da galeria, portanto, faltou o registro fotográfico, mas colocamos algumas imagens da exposição para atiçar a curiosidade de vocês.

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A visitação irá até o dia 24 de agosto, de terça a sábado, das 9h30 às 21h, ou domingo, das 16 às 21. Ah, pra fechar com chave de ouro, a exposição é inteiramente gratuita. Nada mal para um programinha em final de mês, não é?

Playlist do mês – Dia (mundial) do Rock, bebê!

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Ontem, dia 13 de julho, foi comemorado o dia mundial do Rock \m/. E como amantes da boa música, não poderíamos deixar esse clássico sem ser homenageado. Mesmo selecionando 100 músicas para a playlist desse mês, com certeza cometeríamos injustiças, afinal, deixar Clapton, Hendrix, Iron, Queen, AC/DC e tantos outros de fora é de chorar. Aliás, essa talvez tenha sido a lista mais difícil de montar, porque sempre que fechávamos as músicas lembrávamos-nos de uma que não podia ficar de fora e recomeçávamos. Por isso, montamos uma seleção dos clássicos mais significativos pra nós, deixando pra vocês a tarefa de completarem com as lindas que faltaram. Let’s Go! Yeah!

 


Led Zeppelin – Stairway to heaven


Pearl jam – Just Breathe


Eagles – Hotel California


Oasis – Wonderwall


Rolling Stones – Satisfaction


Pink Floyd – Wish you were here


Red Hot Chili Peppers – Scar Tissue


Guns N´Roses – Sweet Child O´Mine


Nirvana – Smells like teen spirit


Dire Straits – Sultans of Swing