Personalizando o apê | Como fazer uma composição de quadros

Desde muito antes de sequer escolhermos nossa casa, ou onde ela seria e como seria, uma definição nós já tínhamos: queríamos encher ela de quadros, com elementos que pudessem nos representar de alguma forma. Não era só ir em um lugar, escolher um layout e levar pra casa, mas sim de forma que pudéssemos montá-la, com a nossa cara. E assim tem sido. Como decidimos por uma decoração entre o preto e branco, com detalhes geométricos, os quadros seguiram essa linha também.

Assim, tiramos uma fotografia da parede em que os quadros seriam colocados, levamos ela pro programa e começamos a escolher uma composição com alguns quadrinhos. Testamos várias, buscando algo harmonioso, mas assimétrico, que sempre proporciona um certo dinamismo pra área. Algumas opções de encaixe:quadros-pc

Ao. longo desse processo, fomos produzindo os quadros. Os layouts foram produzidos em gráfica e as molduras, em uma loja do bairro, dessas que se encontra sem dificuldade. Até agora, para esse painel da sala, são 6 quadros, 2 de 22×22, 2 panorâmicos de 65×25 e 2 de 30×40 cm. Todos com a moldura preta, entre 2 e 3 cm.quadros-comp

Já. com os quadros prontos e a combinação escolhida o desafio foi montar a composição na parede evitando que ficassem tortos ou o alinhamento desigual entre eles. Essa foi a parte mais difícil. Medimos as dimensões, buscando manter 5 cm entre cada um (nós escolhemos o tamanho, você pode colocar como quiser).1

Por fim, o resultado:

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Ainda faltam alguns em outra parede, mas já deu pra ter ideia. Gosta de inventar moda também? Conta aí.

Personalizando o apê | Como pintar sua parede

Desde que nos casamos nossa atenção focou exclusivamente em um novo brinquedo que tínhamos em mãos: um apartamento inteirinho, todo branco pra gente fazer o que quiser (pelo menos até o período da locação). Então, nesse último final de semana demos um novo passo que já vínhamos namorando há algum tempo: pintar a parede da nossa sala.

No sábado de manhã acordamos, tomamos café e fomos a uma loja de tintas em busca de um tom de cinza que pudesse manter o estilo da nossa nova morada. O resultado você pode ver abaixo, junto com algumas dicas caso queira inventar moda em seu cafofo também.

VAI PINTAR? ENTÃO NÃO SE ESQUEÇA DE TER EM MÃOS PELO MENOS :

  • 1 pincel para parede de uns 5 cm e um rolo grande de 23 cm. O pincel é bom para as quinas e o rolo é melhor para o corpo da parede.
  • Um balde de plástico para misturar a tinta. Tem umas bandejas mais propícias, mas o balde segura a onda.
  • Uma fita crepe espessa de 5 cm para cobrir os cantos, os batentes de porta e os rodapés.
  • Muito papel ou papelão para cobrir o chão.

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Felizmente, todos os utensílios acima conseguimos emprestado com nosso querido casal Paulindy, então não tivemos esse gasto. Mas para quem quiser comprar, existem uns “kits pintura” que são vendidos na internet por menos de R$ 100 e vem com tudo isso.

A tinta: Compramos a Coral Decora Premium – cor Cultura Grega. Uma latinha de 800 ml foi suficiente para aplicarmos duas mãos de tinta na parede. Importante: não se esqueça de medir toda a superfície a ser pintada. Você vai precisar fazer o cálculo de quanta tinta precisará a partir dessas dimensões. Leve as medidas. O vendedor saberá te ajudar.

Antes: parede branca de 2,70 x 2,80 menos a medida da porta (não se esqueça de tirar as tampas das tomadas e adesivá-las com fita).

14798853_1103702566346353_1203265543_nFaça seu desenho. Em nosso caso pensamos em além de pintar, criar uma trama geométrica com fundo cinza. Nossa decoração da sala é quase toda em preto e branco, por isso pensamos em explorar uma das paredes com um grande painel geométrico. Caso vá fazer alguma interferência na área, lembre-se de calcular bem o tamanho de cada elemento. Uma dica é usar uma escala e fazer leves marcações de lápis na parede, indicando onde será o vértice de cada elemento.14793972_1103702569679686_1398552005_n14826257_1103702556346354_1013754765_n

Pinte primeiro os cantos e quinas. Em nosso caso dividimos: enquanto um ia pintando as laterais com pincel o outro foi pintando a parede com o rolo.14804787_1103702559679687_1855558159_n14794211_1103702576346352_1069450406_n

Primeira demão: é quando você termina de pintar e acha que vai dar tudo errado, porque a pintura não fica uniforme como o ideal. Nesse ponto, espere 4 horas até dar a segunda aplicação de tinta. Momento de tensão.

14826267_1103710509678892_1201230138_nSegunda demão: o resultado já é muito mais homogêneo. Em alguns casos pode ser necessário mais uma demão, mas no nosso não foi. A cor ficou boa e uniforme. Por isso, se possível, compre uma tinta premium, fica um pouquinho mais caro mas o resultado e menor esforço compensam.

14805369_1103702589679684_1503026356_nHora de começar a tirar as fitas: Primeiro paciência para puxar com calma, principalmente nos cantinhos. Depois com jeito para não deixar a fita partir enquanto é retirada. Apreensão e o medo de ficar uma m*.14793769_1103702599679683_186981239_n14813709_1103702643013012_378282307_n

10 horas depois, o resultado:
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14794166_1103702653013011_552239240_n Dá um trabalhinho e a sujeira acompanha o tempo todo (do corpo ao chão), mas ficamos muito felizes. Encontramos a identidade que queríamos para deixar um espaço importante da casa com a nossa cara. Ainda estamos aprendendo, mas valeu para o primeiro teste. E o custo da brincadeira? R$ 37,51 (R$ 31,51 da tinta mais R$ 6,00 da fita crepe). Vale a ou não vale a pena?

 

Achamos nosso apê! E ele é tudo o que a gente quer

Sabe aquele amor a primeira vista? A sensação de que aquele cantinho nasceu pra ser sua morada, que faz seu coração bater mais forte, suas mãos suarem de emoção e você dizer, MEU DEUS, É ESSE?! Então, ela não acontece. Pelo menos não assim, com todo esse show pirotécnico, porque você pode até se apaixonar de cara, mas é a construção paulatina e a perspectiva de dar cor e forma a um sonho imaterial que vai deixando tudo mais empolgante. É como uma tela em branco. Ela pode ser ótima, ter as dimensões certas, o material perfeito, mas é quando você começa a pintar que aquela obra realmente toma corpo e te fascina. Acho que é por isso que nossos pais nunca “terminam” suas casas. Há sempre uma pincelada a mais a dar. E a verdade é que a medida que você visita novos apartamentos seu cérebro começa a fazer uma rápida perspectiva mental de como sua vida se encaixaria nesse novo espaço, como você pintaria o quadro de sua vida nessa tela encontrada. É como um tour virtual do futuro e é aí que você se vê, de fato, morando ali ou não.

Para nós, a sensação mais próxima a isso aconteceu logo em nosso primeiro apartamento visitado. Depois de uma vasta pesquisa na internê, selecionamos uns 3 ou 4 e fomos ligando para agendar. Marcamos dois para um sábado pela manhã e logo no primeiro que entramos, pimba! Curtimos! Nos vimos morando lá. Frequentando aquela vizinhança, cortando os poucos quarteirões e indo a pé para o trabalho, decorando nossa sala de estar, cozinhando na cozinha apertadinha. Numa escala de pontos que começa do “incrível!”, passa pelo “ok” e vai até o “não rola”, nada ficou abaixo do tolerável. Bom começo. Mas era só o primeiro. Não podíamos sair fechando com o primeiro que achamos. Então deixamos ele em stand by e fomos procurar por novos.

Em outras visitas, outros argumentos. Uns bons, outros ok. Um muito bom, mas também muito acima de nosso orçamento. E sempre com a referência do primeiro. Depois de quase uma dezena e de dias varrendo os zapmóveis da vida decidimos pelo que vimos lá no início da procura. Incrível. O primeiro. Gostamos de pensar que era pra ser o nosso.

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Depois da papelada regularizada (manda documento, preenche contrato, colhe assinatura, pede certidão, registra no cartório…!) pegamos a chave. A ansiedade já era grande e no último sábado, enfim, enchemos o carro de badulaque, uns presentinhos aqui, uns negocinhos ali e fomos pela primeira vez ao nosso apartamento, vendo-o, finalmente, como nosso lar pelo próximo período de nossa vida. E essa sensação é indescritível.

A estrutura ainda é mínima (só tem a cama e hoje chega o sofá \o/), o eco ainda ressoa pelas paredes de cômodos completamente vazios, o chuveiro e o armário ainda precisam de um reparo, mas tudo isso é diminuído pelo sentimento forte de construção de um sonho em conjunto. De algo completamente seu. Mas totalmente nosso.

E de repente, nosso eixo de rotação mudou 180 graus. Lojas de arquitetura e decoração entraram em nosso radar, de modo que se antes meu Facebook era lotado de anúncios distintos, agora o algoritmo do Tio Mark só mostra promoções da Etna, Magazine Luiza e afins. É um novo universo, que assume a prioridade de um lugar que nunca existiu. E estamos adorando descobri-lo juntos.

Quem casa quer casa | Em busca do apartamento perfeito

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Quem casa quer casa, já dizia mamãe Ana. E agora, faltando pouco mais de 30 dias pro casório esse tem sido nosso principal ponto de discussão. Confesso que esperávamos que fosse mais fácil, até pelo cenário econômico no qual a oferta é gigante e os preços tendem a diminuir, mas a verdade é que aliar a expectativa de tudo que sonhamos com a realidade do que encontramos é um desafio importante a superar. E olha que nosso perfil nem é tão difícil assim.

Desde muito cedo havíamos decidido pelo aluguel ao invés da compra. E por mais que seja difícil explicar pra quem sempre achou que “quem compra terra não erra” e que “alugar é dar dinheiro pros outros”, para nós parecia óbvio. Razões não faltam: primeiro por não nos agradar a possibilidade de acordar todo dia sabendo que temos a dívida de um financiamento altíssimo para pagar por 20 anos ou mais! É uma sentença pesadíssima! Sem contar o momento de alto juros do mercado. O aluguel, se passarmos por um período de desemprego ou coisa do tipo nos da a flexibilidade de buscar algo mais acessível sem um vínculo grandioso desses. Ah, a flexibilidade, inclusive, é o principal atrativo. Somos jovens de modo que não há nada perto do definitivo em nossas vidas. Se amanhã aparecer um emprego legal em outro canto do país ou do mundo simplesmente entregamos o apê e partimos pra outra. Sem estresse de parcela ou ter que procurar vender. Hoje valorizamos em absoluto nossa qualidade de vida, e isso inclui passar menos tempo no trânsito e mais tempo entre a gente. Então procuramos por um apê pequenininho, ajeitado e bem próximo do nosso trabalho, de modo que possamos ir a pé ou de bike. Já pensou no que isso representa? Poder acordar mais tarde, chegar do serviço mais cedo, não passar aperto com busão lotado na hora do rush e até almoçar em casa. É tudo o que queremos. E se amanhã tivermos um filhote, beleza, mudamos de um apê de 2 quartos pra um de 3, talvez mais distante, mas até lá vamos acumulando uma gordurinha para quando criar patrimônio for de fato uma real necessidade. Hoje, definitivamente, não é o caso. Entendemos quem pensa diferente, mas para nós essa é uma decisão felizmente acordada.

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Como amamos essa vista!

Com base em tudo isso juntamos os principais sites de aluguel da cidade e partimos a procura de um lar para chamar de nosso. A princípio, os itens imprescindíveis eram poucos: apartamento pequeno (já que seremos só nós 2 e passamos o dia todo fora), na região centro-sul (perto do trabalho), armários e pelo menos uma vaga de garagem livre e coberta. Só isso! Moleza, certo? Nem tanto. Já visitamos quase 10. Gostamos de uns 4 e apaixonamos por 2. Muitos são bonitos na foto, mas não tem nem uma Araújo por perto (se você mora em BH sabe que Araújo tem até no fim do mundo). Outros têm uma vista legal, mas o prédio por fora é meio caidão. E tem os lindos apaixonantes que geralmente são os mais caros e nos fazem repensar a verba disponível para moradia. Esses são f***, porque visitamos e amamos, de modo que já começamos a varrer o Pinterest pensando nas possibilidades de decoração até a imobiliária nos dar o retorno da proposta e fazer o sonho desmoronar. #triste

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Mas a saga continua! Com mais duas visitas agendadas seguimos atrás do nosso recanto do guerreiro. Afinal, semana que vem a cama já chega e ainda não temos um quarto para colocá-la.

 

Leia também: O primeiro móvel a gente nunca esquece

O primeiro móvel a gente nunca esquece

Dizem que o prazer sentido após uma compra é explicado pela liberação automática de doses de endorfina, um neuro-hormônio conhecido por despertar sensações de alegria e bem-estar em nosso corpo. Se há de fato uma explicação médica para o fenômeno da compra, pouco importa, o que vale é que todo mundo sai mais feliz carregando uma sacolinha cheia de um bem recém-comprado.

Mas na última semana, ao sair do shopping, descobrimos uma nova forma de sentir sensações já tão comuns. Um misto de cumplicidade e união, mas muito mais palpável, quase físico, de que tudo aquilo planejado e tão presente em ideia está, finalmente, se materializando. Foi quando compramos nosso primeiro móvel. Nossa cama de casal.

Seria mais uma compra. Um produto comum pra muita gente. Mas pra nós foi o primeiro de muitos primeiros que estão por vir. O primeiro móvel, o primeiro apê, nossa primeira concepção de casal enquanto família, e tudo isso construído em dupla, com duas cabeças, mas um só coração e a alegria de saber que não estamos fazendo isso para ele ou para ela, mas para nós, definitivamente, e isso muda tudo. De repente não me vejo mais querendo comprar o meu frequencímetro ou a minha bicicleta, mas sim o nosso sofá ou a nossa TV.

É engraçado. Apenas a mudança de perspectiva faz com que as mesmas coisas sejam vistas de forma diferente. Por mais que o casório seja uma realidade, com planejamento de cerimônia etc, depois que deitamos umas 7 vezes sobre o colchão, afofamos os travesseiros, escolhemos a cor do baú e fechamos a compra, o contexto do evento ganhou novos contornos. E o casamento deixa de ser a festa, a missa, a bênção, pra ser uma escolha, uma construção, de tijolinho sobre tijolinho, e uma cama deixa de ser uma cama qualquer, mas sim a nossa cama, o nosso sofá, o nosso quarto, a nossa casa, e por mais simples que seja, a nossa vida.

Nossa casinha ainda não tem nada, na verdade ela nem sequer existe, mas a partir de agora ela já tem um ponto inicial, uma cama, dois travesseiros, um edredom e um par de noivos empolgados, doidos pra continuarem escrevendo juntos o início dessa vida a dois.

DECORAÇÃO | Como dar mais personalidade ao apartamento alugado?

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Quanto tempo não aparece um post de decoração por aqui, né? Mas hoje voltei para falar de algumas dicas para decorar um apê alugado, já que tem aquele tanto de regrinhas de coisas que não podemos mexer ou mudar devido às regras do aluguel.

A história, como tudo mundo sabe, é a mesma: você tem de deixar do jeito que alugou, se furar paredes deve passar massa corrida, se pintou a parede deve voltar com a cor original de antes etc.
Por isso, uma boa alternativa é tentar negociar com o proprietário melhorias para o apartamento e que vão abater na sua conta do aluguel, uma vez que você estará melhorando o imóvel do locatário. Mas para você não quer mexer com nada disso, abaixo dou algumas dicas super práticas que andei lendo na internet para deixar o apê com a sua cara:

DICA 1 – Quero pendurar um quadro, como faço?
Primeiro, é importante dizer que como designer, adoro quadros e as composições que eles podem formar numa parede. E graças à Deus e à tecnologia hoje em dia já temos uma fita colante que você gruda na parede e do outro lado vem um suporte metálico para você pendurar seus quadros sem precisar furar. Essa fita é da 3M e chama-se Command e suporta até 3,6 kg dependendo da que você comprar. Sem sujeira, sem estresse, simples assim. Para planejar um layout que fique harmônico na sua parede antes de sair colando tudo e ver que deu errado, monte as molduras e quadros no chão e tire uma foto.

quadros

 

DICA 2 – Queria colocar uma ‘’corzinha’’ na parede…
Fácil! Além de trazer mais personalidade ao cômodo, com os papéis adesivos de vinil, você tem mais opções de desenhos, cores e padronagens. Além disso, ele sai fácil da parede (não escolha os de papel!) e não danifica a pintura. Você pode usar a criatividade! Pode usar como ladrilhos de banheiro, para fazer o fundo da cozinha, uma cabeceira do quarto ou até mesmo a parede inteira! Lindo, né?! Já escolhi milhões.

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DICA 3 – Cortinas fazem a diferença no ambiente!
As persianas além de difíceis de instalar, são quase impossíveis de levar depois que você deixar o imóvel. Por isso, procure usar algo com a sua cara. Vale lisa e estampada. Você verá como elas acrescentam muito ao ambiente. Além de trazerem mais intimidade aos espaços.

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DICA 4 – Dê um toque de cor aos móveis!
Quando você não puder ou quiser pintar as paredes, ter um móvel ou outro colorido pode ser a solução para trazer mais personalidade ao seu cafofo. Fica muito bonito, é moderno e muito original. (Mas é claro que não será legal sair colocando tudo colorido num só espaço. Pode ficar poluído e sem identidade.)

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É expert  no assunto decoração? Então conta pra gente o que mais podemos fazer!

 

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.

Decoração para ambientes pequenos

Ultimamente estou em uma onda de decoração, procurando inspirações para dar uma mudada em meu quarto. Mal de design talvez, mas a verdade é que nessas pesquisas acabei aprendendo um pouquinho mais sobre o assunto e por isso pensei em trocar umas dicas por aqui sobre coisinhas que possam ser úteis. Vamos lá! O tema de hoje é como maximizar o espaço em ambientes pequenos.

 

Procure utilizar ESPELHOS. Quando bem posicionados eles dão profundidade ao espaço, criando a ilusão de que o ambiente é maior. Seu quarto não precisa ficar com cara de motel (ou precisa?!), mas apenas alguns estrategicamente posicionados já dão um up bem legal.

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Priorize MÓVEIS VERSÁTEIS que possam ser otimizados em mais de uma função. Onde não tem muito espaço, um puff pode ser uma boa ideia, já que quando não tiver ninguém para se sentar ele pode ser guardado debaixo de algum móvel. Já um rack com prateleiras pode ser usado para colocar a TV e vários outros objetos em baixo, sem precisar de uma estante enooooorme.

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Adicione TAPETES. Eles acrescentam dimensão e sensação de aconchego, dando uma aparência maior ao cômodo. Porém, se tiver alergia respiratória, lembre-se: mantê-los limpos é fundamental para evitar sequências homéricas de espirros.

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PRATELEIRAS nas paredes são ótimas aliadas. Você poupa o espaço de circulação e ganha lugares para colocar várias coisas, como livros, porta retratos e objetos decorativos.

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Não encha o espaço com móveis desnecessários. Isso cria um ambiente mais pesado e poluído, dando a impressão de coisas entulhadas e apertadas (tudo que estamos pretendendo desfazer).

É designer de interior ou tem mais talento pra decoração do que a blogueira que vos escreve? Então conta pra gente o que mais pode ajudar.