#FICAADICA BH | Santa Pizza

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Todo casal que se preze tem uma lista de preferidos guardados no peito, daqueles lugares que representam os melhores para a dupla, sejam restaurantes, cinemas, cômodos da casa ou destinos de viagem. E o mais barato disso é que esse lugar, no caso de um restaurante, por exemplo, não precisa ser o da melhor comida, melhor preço, melhor ponto ou etc, esse lugar apenas precisa representar um momento onde ambos se sintam felizes e em sintonia com uma forte bagagem emocional. Nesse aspecto, o espaço deixa de ser apenas um ponto físico para se tornar também um local especial e transcendente, daqueles que permanecem na nossa memória.

Ilha Grande, por exemplo, é um desses lugares para nós no item “viagem”. Outro e bem mais pertinho de casa é o Santa Pizza, que preenche a categoria “pizzaria” já há bons longos anos. É verdade (Graças a Deus) que Belo Horizonte está muito bem servida de pizzarias. Temos ótimas, algumas até na mesma região, mas Santa Pizza está para nós em um degrau diferente.

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Para começar a casa: localizada no bairro Santa Tereza (uma de nossas regiões preferidas também pela atmosfera boêmia e charmosa) construída com decoração rústica, móveis de madeira, tijolo de adobe e um grande forno bem na vista dos clientes ela tem um charme intimista, ampliado pela luz baixa que deixa o cenário romântico e muito interessante para casais (mas ruim para tirar foto rs).

Mas em se falando de uma pizzaria o destaque deve ser, sempre, a pizza. E nessa quesito ela nunca nos deixou em dúvida. Com certeza é uma das melhores. Com massa fina e recheio generoso o cardápio conta com uma boa quantidade de alternativas e com ingredientes variados, dos mais comuns àqueles mais “gourmets”. A nossa preferida é a Santa Teresa D’avila (todas as pizzas têm nomes de santo – mas não pense que é algo puramente cristão ou religioso, acredito que seja mais pela associação com o nome do bairro) com camarão (hum camarãoo) e abóbora moranga. É até difícil falarmos quais outras são gostosas porque honestamente, meio que sempre pedimos a mesma rs.

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O preço é médio. Naturalmente não é comparável a uma pizza do shopping, ficando na faixa dos R$ 60,00. Da última vez que estivemos por lá comemos uma Santa Teresa D’avila, tomamos duas cervejas e um H2O e finalizamos com um  petit gateau  e a conta fechou em R$ 120,00. Não é para todo o dia, mas considero honesto para um jantar eventual. Ou seja, vale a visita e depois de escrever esse post deu vontade de voltar correndo. Esperamos que o #foconadietadosnoivos possa segurar esse vício.

 

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Rua Silvianópolis, 452 – Santa Tereza – BH

(31) 2555 8222

#FICAADICABH | Delícia de Inhotim

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No final de janeiro eu e o Patrick finalmente fomos conhecer o maior Centro de Arte Contemporânea a céu aberto da América Latina, o museu de Inhotim, que fica em Brumadinho (uns 50 km de BH). Como estávamos de pernas pro ar e curtindo as férias, fomos em uma terça-feira, dia em que a entrada era gratuita (hoje esse dia passou para quarta feira).

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O dia estava muito muito, muito quente e percebemos que roupas confortáveis são essenciais para aproveitar bem o passeio (vi uma menina de salto que me chocou, mas há gosto pra tudo nesse mundo). O lugar é enorme, tanto que tem opção de pagar uma taxa e pegar carrinhos de golf disponíveis por todo o parque com motoristas. É muita ladeira, um sobe e desce danado, tudo muito distante, embora sempre com atrações e cenários lindos pelo caminho que valem a pena. Em todo o caso, é quase impossível visitar tudo em um só dia.

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Há algumas lanchonetes e dois restaurantes no museu, porém estavam tão cheios (férias e entrada gratuita) que decidimos ir embora e comer em outro lugar. Fiquei bastante impressionada com o paisagismo e muito intrigada com a cor da água dos lagos, um tom de verde maravilhoso e incomum. Aliás, o que não falta é variação de tons de verde. Um oásis! O paisagismo é impressionante, tudo muito bem planejado e cuidado.

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Vimos várias galerias enquanto conseguimos andar. Inhotim tem galerias de artistas do mundo inteiro e gostei mais da Galeria Adriana Varejão e os quadros de Luiz Zerbini (com muita vida e cores). O Patrick adorou as galerias sonoras, com caixas acústicas de som espalhadas pelo galpão. É lindo mesmo. Mas confesso que algumas atrações eu não achei tão interessante. Existem algumas piscinas espalhadas, para quem quiser levar traje de banho e se refrescar um pouco. Em todas as galerias tem guias que explicam sobre a obra e dão informações gerais sobre o local.

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Se você tiver procurando um passeio diferente e interessante para fazer no fim de semana, Inhotim é uma dica excelente. Além de lindo e rico em cultura, é uma oportunidade de valorizarmos algo que é nosso e que trás turistas do mundo inteiro todos os meses do ano.

Aberto: Terça a sexta-feira: 9h30 às 16h30
Sábado, domingo e feriado: 9h30 às 17h30

Ingressos: Terça e quinta-feira: R$ 25,00
Quarta-feira (exceto feriado): entrada gratuita
Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 40,00
Fechado às segundas-feiras.

www.inhotim.org.br