11 pequenas descobertas da vida a dois

Passados pouco mais de 7 meses desde o “sim” definitivo, estamos experimentando um mar de descobertas a cada novo dia. Viver a dois dividindo uma casa é também dividir momentos de extrema felicidade, algumas frustrações e outras coisas menores que serão parte fundamental de sua vida sem que ao menos se dê conta, como tirar o lixo e fazer as compras no sábado. E isso definitivamente não é ruim (pelo menos a maior parte, as vasilhas da pia são ruim sim). É uma nova rotina, diferente e simples, mas com detalhes nos quais estão escondidas as pequenas alegrias de uma vida a dois.

Por isso, abaixo listamos algumas dos detalhes que percebemos nesse pouco tempo, desde que nos mudamos da casa dos nossos pais para o nosso novo home sweet home. Alguém se identifica?

1- A velocidade bizarra que uma geladeira se esvazia depois de fazer supermercado.

 

 


2- Tirar o lixo é bem importante, mas ainda nos esquecemos dele várias vezes. (E infelizmente a quantidade de lixo que um simples casal é capaz de produzir!)

 

 

3- Se o parceiro não entrar na dieta, você não vai emagrecer. (Um salve pra batata recheada do último domingo a noite com Neflix).

 

 

4- Acordar e dormir ao lado de quem se ama é uma das melhores coisas do MUNDO. Fato!

 

 

5- As contas nunca param de chegar, por mais que você as pague todos os meses.

 

 

6- A liberdade de não ter de dividir a TV com a novela da sua mãe é mágica (mas ainda sim às vezes tem o tal canal de futebol do marido. P.S.: alguém me explica a necessidade de ver um jogo repetido que você já sabe o resultado? )

 

 

7- Dar faxina não é tão romântico como nos filmes do cinema.

 

 

8- A personalidade do casal não muda. Somos exatamente iguais a antes do casamento, só que mais próximos, mais companheiros e mais apaixonados.

 

 

9- É difícil guardar dinheiro com tantos sonhos e possibilidades a realizar.

 

 

10- A saudade dos seus pais é um temperinho maravilhoso para os encontros com eles.

 

 

11- A sujeira das vasilhas é exponencial, nunca acaba. Pior do que as contas.

 

 

12- As plantas morrem se não regá-las. Essa descoberta foi bem triste na verdade.

TENSÃO PRÉ- CASAMENTO | Por uma noiva ansiosa

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Teste de cabelo e maquiagem, reunião com decorador, contraprova de degustação, cerimonial, chá de panela, prova de vestido, escolha de acessórios… A lista de coisas para fazer parece interminável e realmente é. Só não parece tão monstruosa quanto para nossos queridos noivos que ficam com a “seleção da seleção”, aquele filtro dos últimos 3 fornecedores de uma lista com 40, afinal, quem vai confiar tarefas tão detalhistas a eles, os reis da praticidade?

Confesso, sou aloka da planilha do check list. Passo e repasso mil vezes o que ainda falta, mas fui tão prática em fechar diversos fornecedores só por Whatsapp que fico até espantada. Não conheço a cara de vários e espero que tudo saia conforme combinado! #OREMOS

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Imagino que as noivas sejam 98% iguais (Bridezillas kkkk). Todas nós queremos um casamento que saia como meticulosamente planejado, igualzinho os das princesas Disney (tirando o fato de que elas não devem contar com uma queda de energia em seus Castelos ou um buffet de salgadinhos frios e cervejas quentes). Seria muito  mais fácil se tivéssemos uma fada madrinha como elas. As vezes até temos (o que seria de nós sem um cerimonial atencioso?), mas como elas ainda não vêm com varinha encantada incluso no pacote, fico eu aqui, estressada e controladora.

Acho que isso é resquício de minha época como coordenadora de eventos, em que confiar em fornecedores nunca era fácil. Sei que muitas coisas podem e vão dar errado. A ansiedade aumenta, mas já estou tentando me preparar psicologicamente para isso e deixar mil planos B traçados. Será que existe um Santo das Noivas??

Diferentemente do Patrick, coloquei mais energia na comemoração do casamento e não no pós, na vida a dois. Não que eu não ache legal e nem queira muito isso, mas meu sonho de casar de véu, grinalda e uma festança já faz parte do meu imaginário desde sempre e acompanhar esse sonho se tornando realidade é uma satisfação muito grande. Quanto ao pós casório? Isso a gente vai construindo depois, lado a lado, focando no carinho, na paciência, no respeito e na parceria. Já fazemos isso há 12 anos, não é possível que seja tão difícil. Então, por ora, que venha a festança!

 

Tensão Pré-Casamento – por um noivo limitado

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Não sei como é para os outros noivos, mas para mim, o casamento é dividido em duas frentes. A primeira e tão celebrada é a cerimônia, com toda a sua festa, pompa e diversão. A segunda é o pós-cerimônia, com a mobília do apartamento e todo seu planejamento para uma vida diferente, casado, em uma nova família fora da casa dos pais. E dentre as duas, confesso, sempre me preocupei muito mais com a segunda.

A festa deve ser linda, afinal, está sendo preparada há mais de 18 meses e independente das coisas saírem ou não como esperado, deverá ser ótima. Ora, estaremos rodeados por pessoas que amamos, sentindo o carinho e a boa energia de amigos especiais, tomando Whisky, sorrindo, dançando e celebrando como nunca.

Já a vida de casado envolve algo que eu nunca vivi. Muito distante da minha realidade. Com novas responsabilidades administrativas que vão de lavar minha própria meia a ter de trocar o gás da cozinha (ou será que não troca? É encanado ou botijão?). O relacionamento também atinge uma nova escala, agora muito mais íntimo, físico e emocional. Isso parece o máximo, mas como toda grande mudança gera incertezas, cria dúvidas e motiva expectativas.

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Feira de noivos!

Por tudo isso e somado pelo fato de ter uma leonina ex-coordenadora de projetos ao meu lado, admito, até agora grande parte do trampo ficou com ela. Também pudera. Imbuída por esse sentimento arrebatador que contamina toda mulher em período pré-casamento, ela conseguia focar em 10 coisas diferentes ao mesmo tempo, enquanto eu, coitado, fazia de tudo para parecer entender aquela única função que ela tinha me passado. Mesmo porque, se não entendesse, tudo bem, ainda faltava tanto tempo para o evento.

Mas agora, faltando apenas 3 meses, finalmente me sinto próximo do casório. Ainda não ando com tantos checklists quanto ela, mas a TPC (tensão pré-casamento) está batendo. De modo que por mais que tenhamos feito tanto, ainda parece muito a se fazer. É reunião com fornecedor, tirar certidão de nascimento no cartório (por que, Deus?), reservar hotel, comprar as últimas bebidas, escolher o terno, fechar a lista de convidados (ah, a lista de convidados!!!). Pus, não vim com o modo noivo inserido em meu hardware como toda mulher parece vir. Isso porque ela, profissional do matrimônio, ainda absorve boa parte dos preparativos. Fico imaginando como seria um casamento meu comigo mesmo. É certo que seria um churrasco, no sábado, organizado na sexta, com um checklist de carne, carvão, cerveja, refri, um bom churrasqueiro e uma bandinha pra animar a rapaziada.

De todo modo, vamos tocando em frente. Com o foco agora quase que absoluto na maridança. Com a minha programação anotada, vou eliminando um item por vez, não com a destreza multitarefa dela, mas com a limitação mundana de um noivo em pré-pânico. E saiba, se alguma coisa não der certo no grande dia, muito provavelmente a culpa é desse reles mortal que vos escreve.

 

Eu namoro, tu casas, eles engravidam

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Você nasce. Cresce. Quando adolescente curte os primeiros rolês no shopping, o primeiro porre com sua tribo. De repente está trocando os primeiros beijinhos. Nessa nova fase você descobre infinitas possibilidades. A partir daí, todo passeio, festa, sala de aula e reunião com os primos passam pela paquera. Pelo flerte. Que evolui para o sexo (também a primeira vez) ou não.  Você amadurece mais um pouco e começa então a namorar. A mina é legal. O cara é engraçado. Por aí vai. Namora mais um pouco. Termina. Começa com outro. Termina. Volta. E a vida caminha. De repente pular de galho em galho não te agrada tão mais. Você tem menos tempo devido aos compromissos da vida e então opta por qualidade ao invés de quantidade. As coisas caminham bem. Vocês se gostam, se respeitam, a vida profissional também evolui e o dinheiro não está transbordando mas já te oferece um pouco mais de estabilidade. Nesse momento as pessoas começam a perguntar. Vocês começam a se perguntar. Está na hora de casar? Decidem que sim. E casam-se. Vivem. Viajam. Estão felizes. Realizados. Ou não. Começam a sentir falta de algo que ainda não tem. Como? Pois é. Um próximo passo. E de repente é isso que é esperado de vocês. Natural. Os métodos contraceptivos começam a ser negligenciados. Vocês não estão oficialmente tentando. Mas também não estão tão preocupados em impedir.  Até que um dia recebem a notícia. Vocês estão oficialmente grávidos. Uma alegria nunca antes sentida. Mas um medo proporcional à responsabilidade de colocar um novo ser no mundo. Uma forma diferente de encarar a vida e mais uma etapa cumprida.

Essa não é uma história real. Mas pode muito bem ser para alguns. E isso, definitivamente, não representa um problema. É algo natural, cultural e talvez até mesmo fisiológico, já que o corpo humano é movido por hormônios que muitas vezes influenciam diretamente em nossos hábitos. Mas confesso que nos últimos meses temos refletido mais sobre como a vida parece ser claramente dividida em fases e como nós nos guiamos (ou somos guiados) por elas.

Veja só que curioso. Hoje, entre os 25 e 30 anos, temos grande parte de nossos amigos com a mesma faixa etária e em uma fase da vida similar. Somente em 2016 temos, além do nosso, 4 outros casamentos, todos eles de casais semelhantes. Isso já aconteceu com você? Aposto que sim.

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Paralelamente a isso temos outra remessa de amigos, de mesma idade ou um pouco mais velhos que optaram por casar antes. Esses, normalmente acima de dois anos de casados, estão já em outra fase e pensando na maternidade, seja de maneira mais distante ou num futuro bem próximo. Final de semana passado fizemos as contas e descobrimos que temos ao todo, 7 (S-E-T-E) casais de amigos grávidos. Incrível! Teremos que ter drinks sem álcool para as gestantes ou espaço kids para os babys em nossa festa. Eles já estão no next level da brincadeira.

Pode parecer coincidência, mas é inegável que temos um padrão. Uma geração que se comporta com base nessas referências. Daqui alguns anos seremos nós a pensarmos em filhos e muito provavelmente nossa criança nascerá no mesmo ano do filho de nossos amigos que estão se casando agora.

Talvez para as próximas gerações esse senso linear e quase previsível de construção de família possa se esvair. Mesmo porque a concepção de família tem mudado, uma vez que elas são cada vez mais diversas e cheias de possibilidades. Essa representará uma mudança significativa da formas como nos relacionamos com o mundo ao nosso redor e para com aquilo que entendemos que sejam nossas obrigações. Mas isso é papo para um próximo post. Por ora, continuemos nos preocupando com os casórios de 2016 e em ninar essa leva de neném gostoso que está para nascer.

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.

O que esperar da vida de casado?

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Com o casamento marcado e se aproximando a passos largos o imaginário distante começa a tomar contornos de realidade. É fato: uma nova etapa está para se iniciar. Com todas as cores, sabores e humores que muita gente fala, mas que só quem é casado pode mesmo afirmar. Para nós, no momento, o desconhecido parece aguardar. Será?

Esse embate, confesso, muitas vezes me deixa intrigado. É como aquela série que termina com seu personagem preferido estatelado no chão com cara de morto e que faz sua expectativa sobre a próxima temporada ir lá em cima, com você apreensivo e com medo pela morte inerente do herói, mas também em êxtase e esperançoso de que era só um jogo de cena e que ele reaparecerá Vivão da Silva, pronto para destruir os Outros e conquistar Westeros. Nesse caso, as duas hipóteses são possíveis. No casamento, também. E como tudo aquilo que não se sabe, um misto de alegria e frio na barriga que nos deixa ainda mais ansiosos toma conta.

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De uma lado a teoria que parece ser a mais popular e que cansamos de ouvir nos últimos meses. A que fala que só conhecemos verdadeiramente uma pessoa depois de vivermos com ela sob o mesmo teto. Esse argumento tem força. Fatores como a convivência quase onipresente, choque de cultura e criação e falta de liberdade são campeões na geração de conflitos quase indissolúveis e pauta de reclamações no cafezinho da empresa no dia seguinte. Realmente não deve ser fácil. Hoje, por exemplo, quando chegamos a discutir podemos tranquilamente ir cada um para sua casa, dormir sozinhos e esfriar a cabeça para no dia seguinte, com mais calma, resolver os problemas anteriores com mais razão e menos emoção.

Do outro a corrente menos frequente, mas que ainda sim é ouvida e é um alento e tanto para nossas previsões. A que com algum tempo de namoro tão intenso (e ainda com tantos anos juntos, como o nosso) você inevitavelmente acaba por conhecer sim a pessoa que escolheu pra dividir o coração e que a vida a dois só diminui a distância e aumenta a sintonia do casal. Confrontos continuarão existindo, mas a proximidade poderá reforçar a parceria e melhorar o diálogo de forma que só o sentimento de família (algo difícil enquanto solteiro) pode oferecer.

Para qualquer casal em nossa posição é fácil imaginar qual time tem a maior torcida. A ideia de se unir para somar, buscando na vida conjugal uma experiência terrestre mais feliz e realizada para mim é a única justificativa pela qual as pessoas deveriam se casar. Logo, por mais sedutora, romântica e até ingênua que possa parecer, é também a que faz mais sentido. Mas sabemos também que na prática nem sempre o melhor time leva. É preciso ter calma para encontrar a batida perfeita e entender que em momentos de mudanças como esse, todos precisam de um tempo para se adaptar e é justamente durante esse período de encaixe que a divergência deverá aparecer com maior força.

Sob alguns aspectos não casaremos enganados (Lu não gosta de arrumar a cama, Patrick não sabe cozinhar/Lu dorme antes de acabar a novela, Patrick dorme após o Programa do Jô/Lu só toma leite desnatado, Patrick faz questão do cafezinho). Sob outros, só o tempo dirá. Tempo, tempo, tempo. Só nos resta aguardar.

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E você, o que acha? É casado? Melhor ainda. Conta pra gente.

Crônica sobre um relacionamento perfeito

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– Eu e as meninas marcamos um encontro de casais para a próxima quinta. Já coloque na agenda.

Sair na quinta não era o que ele queria. Mas ele era o companheiro dela. Iria, não pela sua vontade, mas pela parceria. Mesmo que precisasse matar seu futebol pra isso.

– Tudo bem, amor.

– Veja se não vai com aquela sua calça azul de sempre. O Dani da Carol está sempre cheiroso e bem arrumado.

Ele não se vestia como o “Dani”. Gostava de suas roupas simples. Não se considerava desleixado e vestia aquilo que achava combinar com seu modo de ser. O mesmo que ela já conhecia desde que saíram pela primeira vez.

– Claro, amor. Vou com aquela calça nova que você me deu.

– Vá mesmo! Coitado de você se não fosse eu..

– É…

– É por quê? Não concorda?

– Concordo, amor.

– Ah bom.

Minutos em silêncio. Ele tenta.

– Tenho uma novidade. Sabe aquele curso de gastronomia que te falei? Passei hoje na porta e resolvi entrar pra saber dos detalhes. Estou querendo me inscrever.

– Essa de novo? Você não sabe fazer nem um ovo frito. E agora está com essa de querer ser Chef só porque viu na TV? Não inventa moda pra gastar nosso dinheiro.

– Mas… mas, era o meu dinheiro.

– Não existe essa de “meu dinheiro”, queridinho. Seu dinheiro é nosso dinheiro, esqueceu? Ou vou ter que pegar o contrato do casamento pra te lembrar?

– Mas é o meu sonho.

– Sonho? Essa bobagem de aprender a cozinhar? Vá ler receita na internet, se é isso que quer. Só não me peça para provar suas gororobas. Seu sonho é irmos pra Miami ao final do ano.

Ele respirou. Sabia que a batalha estava perdida. E lhe incomodava saber que o termo batalha não era apenas uma metáfora. A viagem, naturalmente, não era o sonho dele, mas ele cederia mais uma vez.

– Ah, só lembrando. Amanhã tenho tênis com a Flavinha. Devo chegar tarde. Não me espere.

– Mas a aula de tênis não termina às 20h30?

– Xiii, que ciúmes é esse? Deu pra isso agora, homem?

– Não, amor. Só estou perguntando.

– Então não me pergunte mais. E apague essa luz. Quero dormir.

No outro dia, depois de ouvir a Flavinha reclamando das implicâncias de seu namorado, ela falava:

– Ainda bem que não existe nada disso entre eu e meu lindo. Ele me ama e é impressionante como a gente sempre concorda em tudo. Quase não discutimos. É ótimo ter um relacionamento perfeito.

 

P.S.: Se você é o detentor dos créditos de alguma das imagens utilizadas nesse post, entre em contato. Teremos o maior prazer em creditá-las à você.

RELACIONAMENTO | 5 Indícios de que vocês estão prontos para casar

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Quem namora, sobretudo quem namora há muuuito tempo sabe que mais dia menos dia chegará a hora de levar a relação ao próximo nível e iniciar os preparativos para, finalmente, juntar as escovas de dente. Acontece que nem sempre o prazo para essa mudança tão importante na vida do casal é percebida em sintonia e pode acontecer de um achar que é o momento certo e o outro pensar que pode esperar mais um pouquinho, afinal, (afinal, sempre é possível encontrar alguma desculpa, não é mesmo?)…

Evidentemente, essa é uma questão muito particular em que cada um deverá procurar entender o outro e a si mesmo para não acabar tomando uma decisão precipitada ou baseada em pressões externas de quem não estará vivenciando o casamento. Em todo o caso, preparamos uma listinha com 5 sintomas que, se identificados, podem ser sinais de que o grande dia está chegando para o seu relacionamento. Veja:

 

1)  O respeito prevalecerespeito

Com amor é fácil, é mole, é lindo, mas nenhuma relação sobrevive se não houver respeito mútuo. Isso serve para tudo e todos, do cara que pega ônibus com você, à futura mãe dos seus filhos. Nenhum relacionamento de longa data da certo sem a certeza de que cada um sabe respeitar os hábitos, conflitos e diferenças do parceiro.

 

2)   Rotina não é mais pejorativo

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É comum ouvir que a rotina é o mal de qualquer relação. Não acredito nisso. Em uma vida de 30, 40 anos juntos como a dos nossos pais o que mais vai existir é a rotina, afinal, é impossível sair pra jantar em um restaurante novo a cada dia. Encontre beleza e divertimento nas coisas simples de sua relação, pois isso será a maior parte dela. Se acha passar um sábado à noite comendo brigadeiro e assistindo séries com o love tão ou mais interessante que uma balada, vocês com certeza estão no caminho.

 

3)  Os sonhos são sonhados juntos

 

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Os opostos se atraem? Nem tanto. Se almejam compartilhar os muitos anos que virão, o ideal é que tenham um plano de vida relativamente próximo. Planejar é uma das coisas mais divertidas de um relacionamento e isso dificilmente dará certo se você espera comprar o apê próprio daqui há 15 anos, mas ele quer andar de carro novo todo semestre. Se traçam planos juntos em que os dois apoiam e tenham como objetivo, pule 10 casas.

 

4)  O dinheiro não é um problema

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É incrível o número de casais que se separam por dificuldade em conciliar a vida financeira. Quando há uma disparidade entre os salários, pior ainda. Se a disparidade for em favor dela, as estatísticas, infelizmente, triplicam. Controlar bem o dinheiro e usá-lo sempre a favor do casal é um dos maiores desafios da vida a dois. Ter bom senso e flexibilidade para lidar com isso, respeitando os objetivos e conciliando as despesas é prova cabal de amadurecimento. Se ambos já têm esse controle, parabéns!

 

5)  Não há pressão

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Acredite: quando se tem 11 anos de namoro como nós você irá perceber que um dos principais assuntos nas rodinhas em família será o seu casamento. Pra piorar, todos os seus amigos estão se casando e até aquele brother putão que sempre se imaginou como um solteirão convicto decide lhe encaminhar um convite pra padrinho. A pressão será grande, tanto que vocês mesmos começam a se pressionar. Parem! Depois de casado, nenhum desses irá mear uma conta de luz ou servir de terapeuta do casal se as coisas não derem certo. A decisão deverá ser tomada exclusivamente por vocês. Se sozinhos, ungidos de paz e serenidade chegaram à conclusão de que é o momento, então meu amigo, vá fundo. Ela/ele tem tudo pra ser a pessoa certa.

 

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VIAGENS | O paraíso de Ilha Grande

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Finalmente estamos de volta! Depois de lindos dias de férias voltamos para comprovar tudo aquilo que todo mundo fala (ou deveria falar) desse paraíso: Ilha Grande é com certeza um dos lugares mais lindos do planeta.

E não precisa visitar o mundo inteiro para saber disso. Basta olhar a infinidade de gringos que encontramos pela terrinha. Seja num passeio de lancha, restaurante, pousada ou supermercado, lá estavam eles. Talvez pela época do ano, mas juro que durante a semana parecia ter 80, 90% de gringos. Se ouvia pouco português. Americanos, franceses, alemães, suecos, argentinos, todos eles já descobriram essa maravilha que vários brasileiros ainda não conhecem. Muitos gringos, inclusive, estão morando por lá.

Também não é pra menos. Depois de passear por céu, terra e mar para chegar a esse paraíso, você imagina ter entrado num portal de maravilhas e a última coisa que pensa é em voltar. Enfim, melhor do que ler sobre isso é ver um pouco, um pouquinho só, desse lugar lindo e tão pertinho que deveria ser destino obrigatório para todos nós. Um lugar apaixonante e que não deve em nada pras belezas estrangeiras.

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Acredite, a cor da água é assim mesmo, sem filtro nem Photoshop. Um verde lindo e em alguns pontos um azul incrível. Fizemos mergulho com snorkel e vimos muitas espécies de peixinhos que não tinham medo de nos cercar.

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Fizemos o passeio Super Sul que passava pelas praias Caxadaço, Feiticeira, Lopes Mendes, Ilha de Jorge Grego e Dois Rios, além do Meia Volta à Ilha que vai nos principais pontos turísticos do norte, Lagoa Verde (<3 <3), Lagoa Azul, Japariz e Praia do Amor.

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Lopes Mendes é a praia mais famosa, eleita a segunda mais bonita do Brasil (ficando atrás somente duma em Fernando de Noronha), mas para nós a Dois Rios foi a mais impressionante. O nome é justamente pelo encontro de dois rios com o mar, formando um espelho d’água maravilhoso.

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Demais, né?!

Dicas de viagem | Lavras Novas

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Final de semestre é assim: você vai colocando tudo em marcha lenta e fica na expectativa de aproveitar qualquer tempinho disponível para descansar da extenuante primeira metade do ano. E na falta de algo melhor (que começa com e termina com RIAS), um final de semana pode ser a oportunidade perfeita para dar aquela pausa da rotina e fugir para um lugarzinho buscando sossego e tranquilidade. Foi mais ou menos isso que fizemos no último sábado. Na companhia de mais três casais, saímos de BH cedinho pra aproveitar o fim de semana em Lavras Novas, uma cidadezinha a cerca de 120 km de BH, colado em Ouro Preto.

Lavras é conhecida pelas suas lindas paisagens, como os mares de morros, pelas cachoeiras, pela cultura nativa e toda uma atmosfera romântica que invade as ruelas e poucos restaurantes locais (é incrível a quantidade de casais turistando pela cidade). Outra peculiaridade famosa é o frio. E esse último não frustrou nenhuma expectativa. Estava de lascar, com temperaturas entre 7 e 11 graus, com sensação térmica de paleteca esquecida no fundo do congelador. O que foi bom, porque como mineiro já tem a mania de tirar o casaco do guarda-roupa com qualquer “20 graus”, Lavras foi a oportunidade perfeita para as meninas montarem toda aquela produção de inverno europeu que não tem clima para vestir por aqui. Foi um festival de gorro, luvas, jaquetas e cachecóis para todos os lados.

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Como o frio inviabilizava qualquer chance de curtir as cachoeiras (há controvérsias), o jeito foi aproveitar a área urbana de Lavras. Confesso que esperava mais das opções de entretenimento. Não são muitos os bares e restaurantes que chamam a atenção, aqueles que só pela fachada lhe convidam a entrar. Embora, no domingo foi possível tomarmos uma cerveja na Taberna Casa Antiga, um restaurante temático ao lado da famosa (e ryca) Pousada Carumbé que é show. Se um dia voltarmos, com certeza começaremos o passeio por lá. Em todo o caso, foi possível aproveitarmos um belo fondue de carne e queijo no restaurante Palavras Novas, que além de acessível (a conta com os fondues mais vinhos e outras bebidas ficou em R$ 150 por casal) é bem aconchegante. Curtimos também o restaurante medieval Santo Graal (do Vaxxcão) com boas cervejas artesanais. A decoração e os trajes dos garçons são um detalhe bem-vindo à parte.

Para se hospedar Lavras possui um leque diverso de alternativas. Das mais simples até a top das tops é possível encontrar opções para todos os gostos e bolsos. Nós optamos pela Bem Querer. Definitivamente não era uma pousada chique, mas possuía estacionamento, quartos honestos e um café da manhã ok (que poderia ser melhor). Como ficamos apenas de um dia pro outro e mais na rua do que na pousada, não há o que reclamar e atendeu bem as nossas expectativas em uma acomodação de R$ 180 a diária por casal.

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Por fim, as companhias merecem um capítulo à parte. Vocês já devem ter percebido que não somos muito de viajar acompanhados. Isso por um motivo simples: nós dois nos bastamos. Não no sentido pretensioso da palavra, mas é incrível como mesmo namorando há 11 anos conseguimos nos divertir tanto juntos, curtindo muito a companhia um do outro. Não existe uma rotina ou um momento entediante preenchido por um silêncio constrangedor, e nunca precisamos de outras pessoas pra extrair boas lembranças dos lugares em que fomos. Mas dessa vez foi divertido curtir a experiência ao lado de bons amigos. Ter outras pessoas com quem conversar, brincar, beber foi uma delícia e trouxe boas energias para o passeio. Se a máxima que diz que “ao viajar entre amigos os laços se apertam ainda mais ou se rompem completamente” é verdade, essa viagem provou que, definitivamente, voltamos ainda mais próximos e é ótimo ter a certeza disso.

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RELACIONAMENTO | Futebol também é programa de casal

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Aristóteles, baluarte do conhecimento filosófico e letrado que era em assuntos do coração já dizia: “case com uma mulher que reconheça um impedimento no jogo de futebol”. Invejosos dirão que é mentira, mas certo é que aquele negócio de mulher e futebol não combinar já deixou de ser verdade há muito tempo. Cada vez mais elas fazem parte do universo que é paixão nacional, seja assistindo aos jogos, comprando uniformes e (sim) indo ao estádio torcer pelo seu time.

Preferências clubísticas à parte (que o autor aqui não faz a menor questão em esconder) o foco do post é chamar a atenção para uma realidade que só tende a aumentar: ir ao campo também pode ser um programa de casal. Tá certo que assistir futebol para o homem representa mais do que um mero evento de fim de semana. É um ritual. Não se trata simplesmente de sair de casa às 15 para chegar ao estádio 15h30, assistir ao jogo que começa 16 e voltar às 18. Há toda uma preparação que envolve um planejamento minucioso e começa bem cedo, antes do horário do almoço. E em muitos casos, vale mais a resenha do pré-jogo, regado a cerveja e churrasco do que propriamente assistir a peleja.

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Mas se engana quem pensa que esse é um lugar de confrarias masculinas onde a mulher não pode entrar. Pelo contrário. Inserir a amada nesse contexto é uma excelente forma de unir lado a lado duas paixões que não precisam viver separadas. Além disso, reforçará ainda mais a afinidade entre os dois, que terão bons momentos para dividir, vibrando e chorando juntos, com cada um tendo no outro seu grande parceiro. Digo isso por experiência própria. Eu, como frequentador assíduo de estádio, sempre tento levar a Lu. Nem sempre é fácil (o ingresso não é barato e às vezes fica difícil explicar a ela a importância de um Galo x Joinvile), mas sempre quando ela anima é uma delícia. Um domingo diferente, no qual não é necessário escolhermos entre duas opções. Ambas se completam e deixam tudo muito mais divertido. Além do mais, caro Aristóteles, ela ainda sabe o que é um impedimento e é pé quente. É ou não é pra casar?

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No nosso caso deu certo. As duas famílias carregam no coração a bandeira do mesmo clube. Mas nem tudo são flores. Casais de torcedores de times rivais devem viver uma situação mais delicada. Em todo o caso, como diz o poeta, “o futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”, logo, certamente isso não deverá ser motivo de briga e a rivalidade pode até aquecer ainda mais o relacionamento. Quem sabe? Afinal, Vander Lee já cantava:

Ela finge que não, mas no seu coração

ainda sou artilheiro.

Só faz isso porque, meu irmão,

eu sou Galo e ela é Cruzeiro.