CULTURA | O poder do Netflix e suas séries irresistíveis

Quem nunca ficou diante da TV por horas, vendo vários episódios seguidos de alguma série intrigante que jogue a primeira pedra! Esse é um dos nossos momentos a dois favoritos e acompanhamos tantos seriados ao mesmo tempo que às vezes perdemos a conta de em qual episódio na verdade estamos. Inclusive, descobrir onde paramos é um exercício de dar play, assistir um pedaço, mudar o episódio, adiantar uma casa, enfim. Mas nos encontramos na nossa bagunça.

O Netflix muito espertinho e percebendo esse maravilhoso nicho no mercado, decidiu então parar de apenas transmitir série dos outros para lançar suas próprias produções com praticamente uma nova temporada de algum título a cada dois meses. E agora, José?

Com tanta novidade assim, fica até difícil escolher o que assistir. Por isso, selecionamos algumas das produções de 2015 para você pegar a sua pipoca e se perder no sofá nos próximos meses. (Ainda não vimos todas, mas certamente estão em nossa listinha.)

 

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Between – 21 de maio
Todos os habitantes acima de 21 anos de uma cidade são mortos por uma misteriosa epidemia. Quando o governo federal declara o isolamento e quarentena do entorno da cidade, as crianças e adolescentes ficam à deriva e precisam encontrar soluções num vácuo de autoridade e normalidade.

 

 

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Wet Hot American Summer: First Day of Camp- 17 de julho
Revisite o famoso verão de 1981 nesta hilária série que volta no tempo para mostrar as origens cult do clássico filme Wet Hot American Summer. Tudo começa no primeiro dia do acampamento: rivalidades e segredos vêm à tona, corações se partem e hormônios surtam.

 

 

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Grace e Frankie – 8 de maio
Jane Fonda e Lily Tomlin juntam-se numa série original Netflix como a elegante e aristocrática Grace e a despachada e excêntrica Frankie. Seus maridos (Martin Sheen e Sam Waterston) são sócios há décadas, mas elas nunca foram amigas. Quando seus respectivos decidem juntar os trapinhos, as agora ex-mulheres decidem que é hora de se unir. Do jeito delas.

 

 

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Orange Is The New Black – 12 de junho
Uma de nossas preferidas! Ainda bem que está voltando. A resenha rasteira da série é bem simples. Um crime cometido na juventude bate à porta, e Piper Chapman troca a vida de Nova York pela penitenciária, onde ela encontra amizades e conflito dentre um grupo de detentas desbocadas. #EstamosAnsiosos 

 

 

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Narcos – em 2015
A história real do tráfico na Colômbia inspira esta nova série original Netflix. A ascensão do cartel de Medellín, chefiado por Pablo Escobar, é o estopim de uma guerra entre as forças colombianas, a CIA e um inimigo disposto a tudo para manter seu império comercial. O cartel se multiplica e a violência ameaça gente dos dois lados. Nesta saga contemporânea de uma realidade não tão longe, todos correm perigo. Wagner Moura será o protagonista e a direção de José Padilha. Essa tem a cara do Patrick.

 

 

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Sense8 – 5 de junho
Um disparo. Uma morte. Um instante no tempo em que seis mentes em seis continentes são interligadas para sempre. Seis pessoas vivem suas vidas, segredos e ameaças como uma. São pessoas comuns, renascidas com um mesmo inimigo e destino. Misteriosa! Parece interessante.

 

 

Já pegou a pipoca?

Demolidor | Finalmente uma série à altura do herói 

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A coisa boa em terminar os episódios de uma série querida (se é que existe algo bom nisso) é a possibilidade que se abre com um tempo livre para assistir novas e imprevisíveis histórias. Colocar em dia aquele seriado que está todo mundo comentando e só você ainda não viu ou arriscar uma nova trama escondida nas profundezas de um serviço de streaming qualquer. Pois então, foi motivado pelo término simultâneo de The Walking Dead, House of Card e a nunca volta de Orange is the New Black que começamos a assistir o mais novo fenômeno da Netflix, a história do homem sem medo, Demolidor.

Com uma temporada inteira disponível na net foi irresistível não assistir tudo de uma vez. Aliás, essa talvez tenha sido a temporada que assistimos em menos tempo seus 13 episódios, considerando todas as dezenas de séries que já vimos. A história é muito envolvente e graças a Deus, não foi necessário assistir em conta gotas, como a HBO faz com a gente em Game of Thrones, dando punhaladas semanais de 50 minutos que mais parecem 5.

A trama conta a história do super herói Marvel Matt Murdock, um jovem que quando criança perde a visão em um acidente com produtos químicos. Os mesmo produtos que causam a perda da visão em Matt, fazem com que seus outros sentidos sejam mega apurados. São esses super sentidos de audição, olfato e tato, mais uma incrível sede de justiça influenciada pela sua infância conturbada que criam o alter ego que dá corpo ao Diabo de Hell’s kitchen (uma espécie de Gotham City do herói), conhecido como Demolidor.

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Pra quem já conhece a história dos quadrinhos é um prazer reencontrar velhos personagens como o mestre do crime, Wilson Fisk. Com certeza, essa é uma das melhores adaptações de HQ’s, infinitamente superior ao Demolidor dos cinemas estrelado pelo mais ou menos Ben Affleck (Deus queira que ele surpreenda na pele do homem morcego). Aliás, Charlie Cox, ator que da vida ao protagonista da série faz o papel de forma muito cativante. Destaque também para o claramente conturbado sociopata Vincent D’Onofrio (Fisk) e a bela Deborah Ann Woll, intérprete de Karen Page.

Com um clima intenso, uma atmosfera sombria e vários pontos de tensão, Demolidor se confirma como uma bela dobradinha da Netflix  com a Marvel que tem aprendido com primor a valorizar seus heróis menos populares. O sucesso merecedor da série fez com que ambas as empresas já confirmassem uma segunda temporada para o ano que vem. A nós, só resta esperar ansiosamente, como sempre fazemos, buscando novas tramas. E já que estamos no clima de super-heróis, acho que vamos dar uma chance para Arrow e The Flash. Vai ser difícil ser tão bom quanto Daredevil, mas quem sabe? Essa é a delícia da coisa.

Cultura | Better Call Saul

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Para qualquer amante de séries que se preze todo começo de ano é uma tristeza danada. Como quase todos os grandes sucessos param as filmagens ou encerram suas temporadas no fim do segundo semestre, esse costuma ser o período em que você se pega assistindo até ao Caldeirão do Hulk ou BBB por falta de opção melhor na TV. Ainda bem que já passamos pelo pior e alguns de nossos queridões, como The Walking Dead, Homeland, House of Cards (no meu caso) e The Vampires Diaries (no caso da Lu) já estão de volta. Outros como GoT e Orange is The New Black ainda não voltaram, mas graças a Deus nem só de recomeços nós vivemos. Por isso, hoje vou falar de uma série que estreou em 2015 e já com toda a pompa do mundo conquistou um lugar em nossa prateleira: Better Call Saul.

Derivada do sucesso estrondoso de Breaking Bad (ou A Química do Mal para a Record rs), Better Call Saul conta como Jimmy McGill, um advogado fracassado e de casos medíocres se transformará em Saul Goodman, homem capaz de manter até grandes criminosos “dentro da lei” e um dos maiores parceiros de Walter White. A trama, aliás, se passa 6 anos antes dos dois protagonistas se conhecerem e traz muitas referências de sua irmã mais velha, como alguns personagens que aparecerão logo de cara.

Dirigido pelo talento raro de Vince Gilligan (também diretor de BB), Better Call mantém os ótimos planos e enquadramentos que já fazem sucesso, além de uma narrativa parecida com Breaking Bad, de começo arrastado, mas que vai esquentando ao longo dos episódios. O início do primeiro episódio, aliás, traz um flash ahead mostrando a nova vida de Saul logo após seu final em BB.

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Mas se as referências existem (e são muitas) Bob Odenkirk tem tudo pra ser o ponto de diferenciação entre as duas séries. Com suas caras, bocas e tiradas engraçadíssimas o personagem tem talento pra viver seu próprio caminho sem ficar à sombra do sucesso de Mr. White. Isso porque o ator é muuuito bom. E o personagem, com suas fragilidades e inconsistências, mas mesmo assim muita determinação tem uma capacidade enorme de gerar um carisma imediato.

Com poucos episódios lançados pela AMC e distribuído no Brasil pelo Netflix, ainda é cedo para dizer se Better Call Saul poderá se tornar tão grande quanto sua irmã. Mas certo é que seu começo promissor e cheio de expectativas já garantiu a ela um lugarzinho entre nossas sequências preferidas.

P.S. E Vince, dê o seu jeito de colocar logo o Sr White e o Pinkman nessa história, mesmo que só um minutinho. Todo mundo tá louco pra ver, ora!

 

 

 

Interestelar | A ficção que não morreu

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Se na música quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé, no cinema quem não gosta de ficção científica é o que? Tá bom, temas espaciais não são tão unânimes assim, mas não é possível ignorar a força atemporal de clássicos intergalácticos como Star Wars e 2001 – Uma Odisseia no Espaço. E é essa inspiração que está muito presente em Interestelar, novo sucesso de Christopher Nolan, simplesmente o homem por trás de fenômenos como a trilogia O Cavaleiro das Trevas e A Origem.

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Sempre entre as três primeiras bilheterias do Brasil ou do EUA, Interestellar (no original) é um épico espacial clássico, que aborda a trama astronáutica sem rodeios, com muitas e boas cenas do universo e do planeta visto de cima, personagens voando pela falta da gravidade, robôs e um bom visual da nave como um todo. Antes, porém, o filme explora o componente das relações humanas através de seu protagonista, o ótimo Matthew McConaughey (que pegou uma onda recente de grandes papeis) e vive o engenheiro espacial Cooper.

A atuação de McConaughey é fantástica, assim como a direção de arte, os milhares de efeitos e a sonoplastia. Essa última inclusive, pega carona também na criação de Gravidade, sucesso de 2013 e que também explorava muito os longos silêncios quando retratado o espaço sideral (aliás, para mim, melhor do que Interestelar). Contudo, em determinados momentos o excesso de explicação dos cientistas e a necessidade de conexão entre realidades diferentes faz com que o filme perca um pouco o ritmo, te fazendo dar aquela olhadela rápida no relógio.

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Em todo o caso, é uma aventura que vale a pena ser assistida pela grandiosidade da história e pela estrutura densa e enérgica sempre presente em filmes do Nolan. Vá sem medo, curta as viagens do filme (em duplo sentido) e não espere tanta conexão com a realidade, afinal, se trata de uma verdadeira película com ficção na veia.

 

Sinopse do Omelete

Neste futuro de data incerta, a Terra sofre com uma grande praga que dizimou boa parte da comida do planeta, transformando tudo em pó. A fome e sofrimento fazem com que a NASA opere na clandestinidade e até as missões à Lua sejam desacreditadas nos livros de história. Quem fica feliz em saber que a agência espacial ainda está ativa é o ex-piloto Cooper que tem de escolher entre ficar na fazenda com a sua família na Terra ou viajar ao espaço em busca de novos planetas onde a humanidade pode ser reconstruída.

O elenco conta ainda com as presenças de Michael Caine, Casey Affleck, Ellen Burstyn, Topher Grace, Wes Bentley e Matt Damon, Anne Hathaway

 

 

 

Trash – A Esperança Vem do Lixo | Um filme para refletir

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Começou sem grande expectativa, afinal era um filme de aparência nacional (já começa daí o preconceito) com uma história próxima do clichê que protagoniza o cinema brasileiro – policial corrupto, favelado ladrão – e terminou com a certeza de que fomos ao cinema assistir a um dos melhores filmes do ano, com uma trama instigante e uma história deliciosamente emotiva e reflexiva.

Trash – A Esperança Vem do Lixo conta a história de Gardo, Raphael e Rato, 3 garotos que vivem em um grande lixão do Rio de Janeiro. A história começa com José Ângelo, personagem de Wagner Moura que durante uma perseguição policial joga sua carteira na caçamba de um caminhão de lixo.  No lixão, Raphael, um dos três adolescentes protagonistas, encontra a carteira preciosa com informações que provocam uma verdadeira caça ao tesouro, envolvendo política, corrupção, esperança e redenção. Nessa busca pelas informações dispostas na carteira, o trio passa por inúmeras adversidades, entre elas a polícia liderada pelo capacho do poder Selton Mello.

Embora dirigido por Stephen Daldry e roteirizado por Richard Curtis, o filme apresenta uma grande identidade tupiniquim. A prova disso está nos diálogos cheios de gírias e expressões verossímeis com o ambiente retratado. A direção de arte, com cenas passadas no lixão também são impressionantes e a forma como essa realidade, tão distante, mas ao mesmo tempo tão próxima foi apresentada me deixou verdadeiramente chocado. Aquilo é um mundo e é inimaginável que pessoas ainda morem nele.

 

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Contudo, apesar do grande alarde pela primeira filmagem com os dois principais astros do cinema nacional juntos – Wagner Moura e Selton Mello, foram os três garotinhos escolhidos para viver os protagonistas do filme que roubaram a cena. Em geral, não sou de me emocionar em filmes, pois entendo aquela como uma obra de ficção e entretenimento e a valorizo dessa forma, porém em vários momentos de Trash a emoção bateu forte. As dificuldades vividas pelos personagens (sinceramente, só o fato de ver a condição de vida dessas crianças já é profundamente tocante), o ritmo intenso da busca, as cenas fortes de violência e principalmente a cumplicidade e amizade entre eles provocam uma grande descarga emocional que vale a pena ser sentida.

Crítica, técnica e chatisticamente falando, esse não é o melhor filme que já vi, pois em alguns momentos apresentam algumas inconsistências e buracos na história. Mas como obra que cumpre aos desejos humanos por um entretenimento que lhe desperte alguma forma de sentimento, esse é sim um dos filmes mais tocantes que assisti. Uma peça que na pior das hipóteses o fará refletir um pouco depois de sair da sala do cinema. E se o filme conseguiu isso, meu amigo, ele já valeu o custo do ingresso.

 

 

 

Séries – House of Cards

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Uma das melhores coisas de ser aficionado por séries de TV é que elas se proliferam como coelhos e sempre aparece outra legal depois que aquela que você ama termina, te dando a chance de descobrir novas e boas histórias. Depois do luto pelo fim de Breaking Bad e aguardando o início da terceira temporada de Orange is The New Black e a quinta de The Walking Dead (que está voltando, para nossa alegriiiaaa), começamos a assistir mais um grande sucesso do Netflix, o drama político do poder, House of Cards.

Com duas temporadas disponíveis, House of Cards é uma série para os fortes. Ambientada em Washington, centro político americano, a série gira em torno do congressista Frank Underwood e mostra os movimentos de sua corrida estratégica para derrubar seus oponentes políticos em busca do poder absoluto. Tudo começa quando Frank, depois de trabalhar duramente na eleição do Presidente dos EUA recebe uma promessa (ser promovido a Secretário de Estado) que não é cumprida pelo presidente após sua eleição, estourando aí um desejo brutal de vingança pelo deputado. Um a um, Frank está à caça e como jogador nato que conhece como poucos as regras do jogo político, ele não descasará enquanto não conseguir o que quer.

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Mas não se preocupe. Embora a força motriz do seriado seja a vingança, ele não se assemelha a Revenge. Nesse caso, outros elementos estão em jogo e a apresentação do lado sujo da política movida pelo desejo mais puro de ambição é que darão o tempero necessário a House Of Cards e que fazem dela uma série vencedora.

Quer outros argumentos para assistir? Então leia abaixo.

– O deputado Frank, protagonista da série é interpretado simplesmente por um atorzinho chamado Kevin Spacey, o homem que tem na estante da sala entre os porta-retratos da família duas estatuetas do Oscar.

– A técnica narrativa do seriado faz com que Underwood interaja várias vezes com o telespectador, como em Alfie – O Sedutor. Porém, nesse caso não é apenas uma questão de estilo, é uma escolha consciente que valoriza o caráter vencedor do personagem. É como se Frank virasse para nós e falasse: “vou engolir aquele merdinha. Assista e aprenda!”

– House of Cards tem ainda uma ótima sequencialidade da história. Não há “buracos” na trama, mas o alto número de personagens exige de você atenção aos milhares de jogos de cena que estão acontecendo ao mesmo tempo em cada episódio.

– A produção é fantástica. Muito bem trabalhada e digna dos melhores filmes do gênero. Nesse caso, por exemplo, é mais verossímil do que Homeland.

– A mulher de Frank, Claire Underwood (Robin Wright), representa a extensão do poder do deputado e além de linda, imponente e classuda está maravilhosa no papel.

Se gosta do gênero de séries políticas e inteligentes com disputa pelo poder, House Of Cards tem tudo pra entrar na sua lista das queridinhas. Assista e nos fale o que achou.

 

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5 filmes para assitir abraçadinho

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Quem mora em BH tem hoje a graça de curtir um belo de um feriado prolongado. E se você não tem hoje uma padroeira para te salvar de uma sexta feira chata no escritório, não se preocupe, o find está chegando! Por isso, caso ainda não tenha nada planejado e quer só curtir o dia ao lado do love listamos 5 filmes românticos para ver com seu amor no aconchego de um cobertor com pipocas.

São todos clássicos velhinhos pra daná, mas como o amor não envelhece a receita antiga ainda gera bons e divertidos momentos. Se ainda não viu, veja. Vale a pena.

 

COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ (2004)

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­Esse filme é um clássico, mas ver de novo não é nenhum sacrifício. A ideia de conquistar todos os dias a mulher amada parece um sonho e uma linda história de amor!

Sinopse: Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.

 

O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS (2006)

Esse filme é aquela comédia romântica água com açúcar, mas com muitos momentos divertidos! Vale a dica!

Sinopse: Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado, Ethan (Edward Burns), não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.

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PS: EU TE AMO (2008)

Não tem como não chorar nesse filme!!! É triste e lindo ao mesmo tempo, como o amor pode sobreviver mesmo depois da vida. É de fazer refletir…

Sinopse: Holly Kennedy (Hilary Swank) é casada com Gerry (Gerard Butler), um engraçado irlandês por quem é completamente apaixonada. Quando Gerry morre, a vida de Holly também acaba. Em profunda depressão, ela descobre com surpresa que o marido deixou diversas cartas que buscam guiá-la no caminho da recuperação.

 

O AMOR É CEGO (2002)

Esse é de morrer de rir. Além de ter uma história super gracinha de amor, as cenas são hilárias. Acho que a grande lição é perceber que o amor não tem idade, raça, gênero ou beleza, ele simplesmente existe.

Sinopse: Hal (Jack Black) é um homem que segue à risca o conselho de seu pai e apenas se interessa por mulheres que tenham um físico perfeito. Mas tudo muda quando ele por acaso se encontra com Anthony Robbins, um guru de auto-ajuda que o hipnotiza e faz com que ele apenas possa visualizar a beleza interior das mulheres, em detrimento de seu físico. Sem saber que está sob o efeito de hipnose, Hal então se apaixona por Rosemary (Gwyneth Paltrow), uma mulher obesa que é vista por ele como se fosse uma verdadeira deusa. Até que, após ser retirado da hipnose por seu amigo Mauricio (Jason Alexander), ele passa a ver como Rosemary é de verdade fisicamente e precisa tomar uma decisão sobre seu relacionamento com ela.

 

CARTAS PARA JULIETA (2010)

Fofo, romântico, gracinha, tchuquitchuqui e etc.

Sinopse: Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora que viaja para a Itália ao lado do noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.

OBS.: Todas as sinopses foram tiradas do Adoro Cinema.

Séries – Orange Is The New Black

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Você já deve ter ouvido falar de um seriado que está bombando por aí: Orange Is The New Black. Se não, está perdendo uma das melhores séries do momento. Depois de ouvir muito zumzumzum na internet sobre OITNB, resolvemos dar uma chance e acrescentar mais esse seriado a grande lista que estamos seguindo, como GOT, The Walking Dead, Homeland, Revenge e outras que o Patrick não assiste comigo, como The Vampire Diaries e The Originals. E até agora, posso dizer, está valendo super à pena!

Orange é uma série de comédia produzida diretamente pelo Netflix, (assim como House of Cards que também estamos loooucos pra assistir) e acaba de ganhar 12 indicações no Emmy. Com duas temporadas já disponíveis no serviço de streaming, o Netflix já produz a terceira temporada, dado a grande aceitação do público pela série.

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Ainda estamos no final da primeira temporada, mas pelo que vimos até agora, OITNB narra o cotidiano da hilária Piper Chapman (Taylor Schilling), uma nova iorquina comum de classe média que foi mandada para a cadeia por 15 meses devido a um crime cometido no passado. Com boa parte das histórias passadas de dentro da prisão feminina onde Chapman se encontra, o seriado mostra também a vida de várias outras detentas de destaque na trama, como Alex Vause (Laura Prepon), Red Reznikov (Kate Mulgrew) e Nick Nichols (Natasha Lyonne), traçando um pequeno paralelo entre a vida das personagens dentro e fora da prisão. É engraçado, mas você MORRE de curiosidade para saber o que elas faziam antes de estarem presas.

A série é baseada no livro Piper Kerman, que conta a história real de sua vida na cadeia durante um ano por um crime cometido na juventude e contribui para a grande lição do seriado: os pré julgamentos que fazemos das pessoas (no caso, as detentas), sem ao menos saber como foram suas vidas antes de chegar até ali. #fikaadica

Você já conhece? Se não, experimente. Com certeza valerá a pena.

Uma série com S maiúsculo

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Sabe aquele seriado em que ao terminar de assistir o tão aguardado episódio você solta um espontâneo, extravasante e gutural P-U-T-A Q-U-E P-A-R-I-U!! Oh meu Deus!!?? Pois é, Game of Thrones é o próprio. Não que isso seja característica exclusiva desse fenômeno que arrebata milhões de GoTFans pelo mundo, mas é que porque nesse, diferentemente de outros seriados, o dono da história é um sanguinário sem dó nem piedade, seja de vilões ou, especialmente, de mocinhos.

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O nome desse serial killer? George R. R. Martin. Escritor da sequência em 5 volumes de As Crônicas de Gelo e Fogo, cujo primeiro livro, Game of Thrones,  deu nome a série produzida desde 2010 pela HBO. Com uma trama passada na longínqua Europa Medieval, denominada Sete Reinos de Westeros (e outros mais), GOT vive um mundo fantástico, onde a busca pelo famigerado Trono de Ferro, a linguagem ácida, a desconfiança generalizada e boas doses de erotismo (diga-se de passagem, muito mais presente na TV do que nos livros e tidos por alguns como desnecessária), compõem uma história alucinante, capaz de fazer o velho Tolkien se orgulhar nas catacumbas do além.

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Com um time de atores de nível em papéis de tanta personalidade fica difícil encontrar um personagem apenas que se destaque. Muito mais fácil é escolher pessoalmente o seu preferido. O nosso é o Jon, embora não tenha como não gostar também do sagaz Tyrion e da poderosa Daenerys. E você, gosta de quem da trupe de Westeros?

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P.S.: Evite assistir na sala de casa com a (o) namorada (o) onde os pais ou os sogros poderão circular espontaneamente. Por experiência própria, GOT parece ter sido feita com o time exato para expor as cenas mais quentes durante aqueles 10 segundos em que as mamães decidem parar na sala e perguntar o que você está assistindo.

P.S.2: A quarta temporada já está prontinha e sua estreia mundial está prevista para dia 06 de abril, embora os privilegiados nova-iorquinos poderão assistir a pré estreia dia 20 de março no estádio Barclays Center, no Brooklyn. Até lá, vá delirando no último trailer liberado pela HBO.  Se ainda não começou, volte 3 casas e comece a assistir do princípio. Confie, valerá a pena!

Imagens: divulgação HBO